[FP] Andy Scr'per Fluin

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[FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Andy Scr'per Fluin em 21.09.14 20:21



FICHA DO PERSONAGEM



- x -
INFORMAÇÕES
- x -

O JOGADOR

Nome do Jogador: Henrique Andrade
Idade: 18
Já jogou rpg de mesa? Se sim, quanto tempo?: Não
Qual gênero de jogo você prefere?: Cartas

O ATOR

Nome do Ator: -
Foto do Ator: [url=LINK AQUI]Aqui![/url]

O PERSONAGEM

Grupo que pertence: Escolha entre: Independente.

1. Qual é o nome dele? Andy Scr'per Fluin
2. Quantos anos ele tem? 17
3. Quando e onde ele nasceu e cresceu? Planeta Aegba, Praia Fuin. Ano CX49 (01/04/1998)
4. Qual a sua relação com os seus pais? Conte sobre eles. Não tem pais.
5. Como foi sua infância e seus amigos? Nos conte um pouco sobre eles No Passado: Eu vou contar minha história, eu sou nascido de Qren, isso significa que eu sou artificial, uma forma de energia natural que com o tempo se materializou, o lugar onde os Qren surgem é geralmente colocado como seu ultimo nome, eu nasci em Fluin, uma praia longe da capital. Nos tempos antigos, acreditava-se que eram deuses que estavam nascendo entre nós, como deve ter percebido, está é outra dimensão, eu sou de Aegba, um planeta gigante com uma especie dominante os Scheters, muito tempo atrás, os Scheters começaram a criar seres artificiais, tentando forçar o nascimento de Qren's modificados, para que estes servissem aos seus criadores, como mascotes ou escravos, mas a radiação natural do planeta os modificou e estes se tornaram os predadores de nosso mundo, e Aegba nunca mais foi tão pacífico como antes. Este é um planeta onde a tecnologia é extremamente avançada, todo material, até as plantas ou os metais, esta pode ser manipulada pela mente, o Fleu é uma energia radioativa que nos permite a comunicação com os dados tecnológicos, em outras palavras falar com máquinas. Todos os seres nascidos neste planeta tem sua função, todos escolhem seu caminho, descobrem seus pontos fortes e crescem socialmente, mas comigo a sorte não foi tão gentil, eu nasci com alguns defeitos, um Qren com falha natural, eu não podia ver, da mesma forma que não podia andar. Embora toda a tecnologia estivesse em nossas mãos, havia uma das leis que proibia o uso de tecnologia para alteração orgânica, e como todos os defeituosos de nossos planeta eu fui para o Scr'per, que é como uma grande instalação com maquinas quebradas longe da cidade, lá os Scr'pers como são chamados os moradores, devem retirar todas as pequenas peças e circuitos das maquinas e jogar o exterior de metal para ser derretido, ao mesmo tempo que o gerador, absorve nosso Fleu, para manter os geradores públicos da cidade funcionando, parece cruel, mas eu sempre procurei pensar que, de certa forma, meu trabalho acaba tornando a vida dos outros melhor, era o único pensamento que me fazia continuar vivendo.
Foi difícil no começo, eu não conseguia ver, por isso eu tive que decorar todas as peças pelo tato, com o tempo, e instrução de alguns assistentes da cidade, eu aprendi a diferenciar as partes, mesmo não conseguindo ver, as maquinas falavam comigo, elas me mostravam como deveriam ser conectadas, até aprendi como montar novas maquinas usando peças velhas, embora eu nunca tenha visto alguma delas funcionar, eu tinha apenas um senhor que falava comigo, Claus era o nome dele, sempre me ensinando como desmontar, ele foi um ótimo professor, até montou uma pequena cadeira para que eu pudesse trabalhar melhor, mas agora eu tinha 15 anos, eu estava um pouco cansado daquela vida, eu sempre pensava que estava fazendo algo importante para todos, mas apenas dessa vez, não achava que seria tão ruim pensar em mim. Eu falei com as maquinas novamente, dizendo o que eu queria, ela me alertaram, mas no fim me ensinaram tudo o que eu precisava saber, me ensinando varias formas diferentes, programações, e não se passou muito tempo até que comecei um projeto escondido, e aquele foi meu primeiro erro... comecei pegando peças, circuitos, eu de certa forma sabia que não deveria, comecei a programar os dados e ouvi as maquinas se encaixando enquanto minha energia as controlava, não precisava tocar nas peças, eu sentia elas se montando e as partes carregando, comecei a armazenar minha energia que sobrava em um capacitor externo, aquele foi meu segundo erro, com quase um ano eu consegui fazer um protótipo, aquela pequena esfera que eu segurava em minha mão era uma esperança, aquela criação iria reescrever meu código genético, com a radiação que armazenei secretamente por quase um ano em outra pequena esfera, ao colidir as duas, elas iriam me modificar, retirar anomalias, reconstruir meus músculos em minhas pernas, e eu finalmente poderia ter uma chance de aproveitar a vida, minhas mãos tremeram ao segurar, eu suava e a respiração pesada, eu não sabia o que esperar quando pudesse ver, eu não tinha ideia de como era, e mesmo com o aviso final da maquina recém-construída, eu juntei as duas esferas, e este foi meu erro final, as máquinas, elas concedem aquilo que você quer, mas nem sempre o que você quer é aquilo que precisa, eu realmente conseguia ver, sentia meus dedos dos pés, meu coração bateu tão forte, eu tive um pequeno ataque, mas a minha alegria duraria pouco, eu conseguia sentir, de maneira tão forte a tecnologia por toda a parte, e logo descobri que muita coisa havia mudado, mas eles eram claros, não havia dificuldade nenhuma, era como ver animais flutuando e se conectando apenas com a força de meus pensamentos, criava maquinas instantaneamente, meu Fleu havia sido alterado, a radioatividade do Fleu tem um tom roxo, mas o meu tinha uma cor verde, os boatos se espalharam, eu podia alterar os metais que se distorciam como líquidos tomando a forma que eu precisava, algo que não era possível para ninguem, o Conselho de Aegba me prendeu, eu fui acusado de usar tecnologia para alteração biológica, e meu mundo desabou, eu fui condenado, e deveria ser executado. Em Aegba, a execução se faz por um exílio no espaço aberto, eu seria largado em um planeta deserto, sem nenhum tipo de tecnologia para morrer de fome, e assim foi a que história de minha vida se desenrolou, pois eu fui largado em Daneis.
Agora: Estava frio, acabava de ser deixado em Daneis, tudo o que conseguia pensar era no rosto daqueles homens do conselho, me condenando, me acusando, o desprezo em seus olhos, mas tudo o que eu fiz foi, ao menos uma vez, pesar em mim mesmo, mesmo assim eu não desisti vaguei por aquele planeta, procurando qualquer coisa, depois do terceiro dia, cansado de vagar sem rumo deitei no solo frio, com a poeira entrando nos meus olhos, meus cabelos estavam sujos, e mesmo com toda aquela situação, ainda sorria pois quando abria meus olhos conseguia ver o céu, e continuava agradecendo por não viver mais em um mundo de escuridão, e mesmo naquela situação eu chorava, por que eu podia ver as estrelas brilhando, mesmo que tudo estivesse acabado, eu me senti realizado, movi meus dedos sentindo minhas pernas, embora nenhum deles tenha me aceitado como eu sou agora, eu não pensava mais neles.
-Por favor, me ajudem, só mais uma vez.
Minha vista falhava, e tudo o que eu conseguia pensar era que eu estava voltando a ficar cego, estendi minha mão e a areia no solo começou a se juntar em minhas mãos, havia ferro e outros metais no solo, eles se uniram formando pequenas peças, minha energia tomou a forma de um circuito, e foi preenchido pelas peças formando uma nova máquina, caiu em minhas mãos, aquelas memórias das maquinas falando comigo, de tudo o que eu passei até agora, no fim acabei percebendo quem eram meus verdadeiros amigos, pensei no senhor Claus e sorri esperando que o mesmo estivesse bem, em um tom cinza e azul, segurei aquela pequena caixa, fechei os olhos e apertei o pequeno botão dizendo.
-Me leve para onde eu seja aceito.
A caixa se quebrou depois de apertar o botão, mas pude ver tudo ao meu redor quebrar como um espelho, e acabei parando em um lugar desconhecido, era uma floresta, mas todas as folhas eram verdes, tudo era diferente, mas eu sabia que aquele era um lugar onde ninguém em Aegba conseguiria me achar, era uma outra dimensão onde aquele planeta não existia, depois daquilo minha vista escureceu e meu corpo caiu sem forças.

9. Ele é casado ou foi? Como foi? Não
10. Ele recebeu educação formal? Como foi? Não.
11. O que ele faz para viver? Porque ele faz? Nada.
12. Conte para nós como ele é fisicamente, o que chama mais a atenção em sua aparência. É um garoto loiro, olhos verdes, tem corpo normal, anda meio sem jeito, tem uma textura diferente nos olhos devido a alteração de seu DNA.

Objetivos / Motivação
1. Ele tem algum objetivo na vida? Ser aceito.
2. O que ele vai fazer quando conseguir cumprir seu objetivo? E se ele falhar? Vai procurar um sentido para a vida, se falhar, vai conviver com isso.
3. Como ele vê o mundo? Ele mudaria algo? Se sim, o que ele mudaria? Ele não entende como o mundo funciona, devido ao alto isolamento na Scr'per.
4. Como ele vê a si mesmo? Ele mudaria algo em si? Ele mudaria tudo.
5. Ninguém é perfeito... O que ele mais teme? Ficar cego novamente, ou não poder andar.
Personalidade

1. Por menos que o personagem se importe, é inevitável atrair atenção dos outros... O que as pessoas costumam pensar do seu personagem? Como o personagem descreveria a si mesmo, diante de uma dessas pessoas? Ele tem o coração inocente, muito sorridente e se apega facilmente aos outros, muito carente, e não se magoa facilmente com os outros, e se descreveria como uma pessoa normal, sem nada de especial ou diferente dos outros.
2. Como ele se relaciona com o mundo? E com as pessoas? Ele gosta de pessoas, ele acha que os humanos vão aceita-lo e tem esperanças nisso.
3. Sempre há um determinado tipo de pessoa ou grupo que atrai uma antipatia gratuita de nossa parte, com o personagem, pode não ser diferente... Ele tem atitudes diferenciadas para certos grupos de pessoas? Sim, com pessoas que são muito agressivas ele se distancia e geralmente evita até mesmo olhar.

Gostos e preferências
1. Como ele passa suas horas de lazer? Ele gosta de falar com máquinas, como pode ouvi-las gosta de saber o que elas tem para falar.
2. Que acessórios e coisas ele gosta de vestir? Não tenha vergonha, nos conte em detalhes Meu personagem não liga muito para sua aparência.
3. O que ele gosta mais no trabalho / ocupação? Ele não tem ocupação.
4. O que ele gosta de comer? Nos fale um pouco sobre o gosto culinário de seu personagem... Ele come o que tiver disponível, depois de tudo, ele não escolhe muito e prefere apreciar o que tiver, mesmo que não exagere em nada.
5. Ele coleciona algo ou tem algum passatempo? Selos, cartões postais, LP's, livros, dentes de vítimas... Não.
6. Ele tem algum animal de estimação? São ótimas companhias, acho que lhe faria bem algum... Não.
7. Que tipo de companhia ele prefere? Nos conte também um pouco sobre as intimidades de seu personagem... Ele não se envolve muito, e nunca se envolveu neste tipo de realcionamento.

Ambiente
1. Onde ele mora e como é esse lugar? Nova york.
2. Como é o clima/atmosfera? Bem definidas as estações.
3. Por que ele mora lá? Quais são os problemas comuns lá? Ele não escolheu onde iria chegar quando se transportou, os problemas são criminalidade, falta de emprego e barulho.
4. Como é sua rotina diária? Acordar, procurar um trabalho e tentar se acostumar com a cidade.

Grupo
1. Porque decidiu entrar para o Grupo? É um grupo que me descreve no momento.
2. Como conseguiu entrar para o Grupo?
3. Quais qualidades e motivos fizeram o Grupo lhe aceitar?

Poderes
1. Que tipo de poderes você possui? Você gosta de ter eles? Possuo Tecnocinesia e Radiocinesia.
2. Tem domínio sobre os seus poderes? Conhece algo que atrapalha os seus poderes? Sim tenho domínio, embora a radiação natural de meu corpo afete alguns aparelhos elétricos causando curtos e desconfiguração.
3. Os seus poderes afetaram o seu corpo ou sua mente de alguma forma? De que forma? Sim a Tecnopatia deu uma textura estranha em meus olhos.
4. Qual é a origem dos seus poderes? Nasci com eles, embora a Radiocinesia tenha se manifestado de forma agressiva mais tarde.

- x -
PONTUAÇÃO
- x -

PONTUAÇÃO

01 Nível
02 Pontos Atributo
02 Quantidade de Poderes
01 Quantidade de Pericias

DEFEITOS

HONESTIDADE (1 PONTO)
CREDULIDADE (1 PONTO)
EXTREMAMENTE CURIOSO (1 PONTO)
HÁBITOS DETESTÁVEIS (1 PONTO): Ignorar as pessoas quando está falando com alguma maquina.

ADAPTAÇÃO

Pontos de Adaptação: 00 (Alterar realidade não da direito a pontos de adaptação) + 04 (Ponto de Defeito) = 04
Gastos: Alterar Realidade ou Similar (4 pontos)


ATRIBUTOS

01 Potencia
01 Reflexo
02 Intelecto
02 Raciocino

Pontos de Vida "HP": 103

PERICIAS

Engenharia (Robótica)

EQUIPAMENTOS

- GASTE NO MÁXIMO 500 MOEDAS (LISTA AQUI)


PODERES

Grupo de Poderes: Alterar Realidade ou similar.

Poderes:

(FAÇA DOIS)

Nome: [A] Projétil: Esfera Fleu
Natureza: Campo Reservado a Staff
Grupo: Radiocinesia
Teste: Campo Reservado a Staff
Dano: Campo Reservado a Staff
Defesa: Campo Reservado a Staff
Duração: Campo Reservado a Staff
Recarga: Escolha entre: Pode ser usado 1 vez por ação.
Descrição: Usando Fleu, uma energia radioativa natural de meu corpo, crio uma esfera condensada, que emite uma radioatividade com alta temperatura, posso atirar em alta velocidade em uma direção, se atingir, o Fleu pode infectar o alvo com radioatividade, posso tambem retirar o Fleu de algo infectado para formar uma esfera.

Nome: [A] Codigo de Costrução: Ruondo Glove
Natureza: Campo Reservado a Staff
Grupo: Tecnocinesia
Teste: Campo Reservado a Staff
Dano: Campo Reservado a Staff
Defesa: Campo Reservado a Staff
Duração: Campo Reservado a Staff
Recarga: Escolha entre: Pode ser usado 1 vez por ação.
Descrição: Me permite concontrar e materializar meu Fleu em minhas mãos, criando um par de luvas, ambas conectadas com minha energia, a mão direita quando utilizada cria um escudo circular, com varios feixes de luz solidificada que suportam impactos fisicos, a mão direita emite um campo ao redor de todo meu corpo com energia de alta vibração, que anula ataques energéticos ou mentais.
✖✖
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Andy Scr'per Fluin

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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Naomi Junker Vesely em 21.09.14 21:43

Ficha reprovada. Você não respondeu algumas perguntas amiguinho
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Naomi Junker Vesely

Mensagens : 153

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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Andy Scr'per Fluin em 22.09.14 21:22



FICHA DO PERSONAGEM



- x -
INFORMAÇÕES
- x -

O JOGADOR

Nome do Jogador: Henrique Andrade
Idade: 18
Já jogou rpg de mesa? Se sim, quanto tempo?: Não
Qual gênero de jogo você prefere?: Cartas

O ATOR

Nome do Ator: Josh hutcherson
Foto do Ator:
Spoiler:
O PERSONAGEM

Grupo que pertence: Escolha entre: Independente.

1. Qual é o nome dele? Andy Scr'per Fluin
2. Quantos anos ele tem? 17
3. Quando e onde ele nasceu e cresceu? Planeta Aegba, Praia Fuin. Ano CX49 (01/04/1998)
4. Qual a sua relação com os seus pais? Conte sobre eles. Não tem pais.
5. Como foi sua infância e seus amigos? Nos conte um pouco sobre eles No Passado: Eu vou contar minha história, eu sou nascido de Qren, isso significa que eu sou artificial, uma forma de energia natural que com o tempo se materializou, o lugar onde os Qren surgem é geralmente colocado como seu ultimo nome, eu nasci em Fluin, uma praia longe da capital. Nos tempos antigos, acreditava-se que eram deuses que estavam nascendo entre nós, como deve ter percebido, está é outra dimensão, eu sou de Aegba, um planeta gigante com uma especie dominante os Scheters, muito tempo atrás, os Scheters começaram a criar seres artificiais, tentando forçar o nascimento de Qren's modificados, para que estes servissem aos seus criadores, como mascotes ou escravos, mas a radiação natural do planeta os modificou e estes se tornaram os predadores de nosso mundo, e Aegba nunca mais foi tão pacífico como antes. Este é um planeta onde a tecnologia é extremamente avançada, todo material, até as plantas ou os metais, esta pode ser manipulada pela mente, o Fleu é uma energia radioativa que nos permite a comunicação com os dados tecnológicos, em outras palavras falar com máquinas. Todos os seres nascidos neste planeta tem sua função, todos escolhem seu caminho, descobrem seus pontos fortes e crescem socialmente, mas comigo a sorte não foi tão gentil, eu nasci com alguns defeitos, um Qren com falha natural, eu não podia ver, da mesma forma que não podia andar. Embora toda a tecnologia estivesse em nossas mãos, havia uma das leis que proibia o uso de tecnologia para alteração orgânica, e como todos os defeituosos de nossos planeta eu fui para o Scr'per, que é como uma grande instalação com maquinas quebradas longe da cidade, lá os Scr'pers como são chamados os moradores, devem retirar todas as pequenas peças e circuitos das maquinas e jogar o exterior de metal para ser derretido, ao mesmo tempo que o gerador, absorve nosso Fleu, para manter os geradores públicos da cidade funcionando, parece cruel, mas eu sempre procurei pensar que, de certa forma, meu trabalho acaba tornando a vida dos outros melhor, era o único pensamento que me fazia continuar vivendo.
Foi difícil no começo, eu não conseguia ver, por isso eu tive que decorar todas as peças pelo tato, com o tempo, e instrução de alguns assistentes da cidade, eu aprendi a diferenciar as partes, mesmo não conseguindo ver, as maquinas falavam comigo, elas me mostravam como deveriam ser conectadas, até aprendi como montar novas maquinas usando peças velhas, embora eu nunca tenha visto alguma delas funcionar, eu tinha apenas um senhor que falava comigo, Claus era o nome dele, sempre me ensinando como desmontar, ele foi um ótimo professor, até montou uma pequena cadeira para que eu pudesse trabalhar melhor, mas agora eu tinha 15 anos, eu estava um pouco cansado daquela vida, eu sempre pensava que estava fazendo algo importante para todos, mas apenas dessa vez, não achava que seria tão ruim pensar em mim. Eu falei com as maquinas novamente, dizendo o que eu queria, ela me alertaram, mas no fim me ensinaram tudo o que eu precisava saber, me ensinando varias formas diferentes, programações, e não se passou muito tempo até que comecei um projeto escondido, e aquele foi meu primeiro erro... comecei pegando peças, circuitos, eu de certa forma sabia que não deveria, comecei a programar os dados e ouvi as maquinas se encaixando enquanto minha energia as controlava, não precisava tocar nas peças, eu sentia elas se montando e as partes carregando, comecei a armazenar minha energia que sobrava em um capacitor externo, aquele foi meu segundo erro, com quase um ano eu consegui fazer um protótipo, aquela pequena esfera que eu segurava em minha mão era uma esperança, aquela criação iria reescrever meu código genético, com a radiação que armazenei secretamente por quase um ano em outra pequena esfera, ao colidir as duas, elas iriam me modificar, retirar anomalias, reconstruir meus músculos em minhas pernas, e eu finalmente poderia ter uma chance de aproveitar a vida, minhas mãos tremeram ao segurar, eu suava e a respiração pesada, eu não sabia o que esperar quando pudesse ver, eu não tinha ideia de como era, e mesmo com o aviso final da maquina recém construída, eu juntei as duas esferas, e este foi meu erro final, as máquinas, elas concedem aquilo que você quer, mas nem sempre o que você quer é aquilo que precisa, eu realmente conseguia ver, sentia meus dedos dos pés, meu coração bateu tão forte, eu tive um pequeno ataque, mas a minha alegria duraria pouco, eu conseguia sentir, de maneira tão forte a tecnologia por toda a parte, e logo descobri que muita coisa havia mudado, mas eles eram claros, não havia dificuldade nenhuma, era como ver animais flutuando e se conectando apenas com a força de meus pensamentos, criava maquinas instantaneamente, meu Fleu havia sido alterado, a radioatividade do Fleu tem um tom roxo, mas o meu tinha uma cor verde, os boatos se espalharam, eu podia alterar os metais que se distorciam como líquidos tomando a forma que eu precisava, algo que não era possível para ninguém, o Conselho de Aegba me prendeu, eu fui acusado de usar tecnologia para alteração biológica, e meu mundo desabou, eu fui condenado, e deveria ser executado. Em Aegba, a execução se faz por um exílio no espaço aberto, eu seria largado em um planeta deserto, sem nenhum tipo de tecnologia para morrer de fome, e assim foi a que história de minha vida se desenrolou, pois eu fui largado em Daneis.
Agora: Estava frio, acabava de ser deixado em Daneis, tudo o que conseguia pensar era no rosto daqueles homens do conselho, me condenando, me acusando, o desprezo em seus olhos, mas tudo o que eu fiz foi, ao menos uma vez, pesar em mim mesmo, mesmo assim eu não desisti vaguei por aquele planeta, procurando qualquer coisa, depois do terceiro dia, cansado de vagar sem rumo deitei no solo frio, com a poeira entrando nos meus olhos, meus cabelos estavam sujos, e mesmo com toda aquela situação, ainda sorria pois quando abria meus olhos conseguia ver o céu, e continuava agradecendo por não viver mais em um mundo de escuridão, e mesmo naquela situação eu chorava, por que eu podia ver as estrelas brilhando, mesmo que tudo estivesse acabado, eu me senti realizado, movi meus dedos sentindo minhas pernas, embora nenhum deles tenha me aceitado como eu sou agora, eu não pensava mais neles.
-Por favor, me ajudem, só mais uma vez.
Minha vista falhava, e tudo o que eu conseguia pensar era que eu estava voltando a ficar cego, estendi minha mão e a areia no solo começou a se juntar em minhas mãos, havia ferro e outros metais no solo, eles se uniram formando pequenas peças, minha energia tomou a forma de um circuito, e foi preenchido pelas peças formando uma nova máquina, caiu em minhas mãos, aquelas memórias das maquinas falando comigo, de tudo o que eu passei até agora, no fim acabei percebendo quem eram meus verdadeiros amigos, pensei no senhor Claus e sorri esperando que o mesmo estivesse bem, em um tom cinza e azul, segurei aquela pequena caixa, fechei os olhos e apertei o pequeno botão dizendo.
-Me leve para onde eu seja aceito.
A caixa se quebrou depois de apertar o botão, mas pude ver tudo ao meu redor quebrar como um espelho, e acabei parando em um lugar desconhecido, era uma floresta, mas todas as folhas eram verdes, tudo era diferente, mas eu sabia que aquele era um lugar onde ninguém em Aegba conseguiria me achar, era uma outra dimensão onde aquele planeta não existia, depois daquilo minha vista escureceu e meu corpo caiu sem forças.

9. Ele é casado ou foi? Como foi? Não
10. Ele recebeu educação formal? Como foi? Não.
11. O que ele faz para viver? Porque ele faz? Nada.
12. Conte para nós como ele é fisicamente, o que chama mais a atenção em sua aparência. É um garoto loiro, olhos verdes, tem corpo normal, anda meio sem jeito, tem uma textura diferente nos olhos devido a alteração de seu DNA.

Objetivos / Motivação
1. Ele tem algum objetivo na vida? Ser aceito.
2. O que ele vai fazer quando conseguir cumprir seu objetivo? E se ele falhar? Vai procurar um sentido para a vida, se falhar, vai conviver com isso.
3. Como ele vê o mundo? Ele mudaria algo? Se sim, o que ele mudaria? Ele não entende como o mundo funciona, devido ao alto isolamento na Scr'per.
4. Como ele vê a si mesmo? Ele mudaria algo em si? Ele mudaria tudo.
5. Ninguém é perfeito... O que ele mais teme? Ficar cego novamente, ou não poder andar.
Personalidade

1. Por menos que o personagem se importe, é inevitável atrair atenção dos outros... O que as pessoas costumam pensar do seu personagem? Como o personagem descreveria a si mesmo, diante de uma dessas pessoas? Ele tem o coração inocente, muito sorridente e se apega facilmente aos outros, muito carente, e não se magoa facilmente com os outros, e se descreveria como uma pessoa normal, sem nada de especial ou diferente dos outros.
2. Como ele se relaciona com o mundo? E com as pessoas? Ele gosta de pessoas, ele acha que os humanos vão aceita-lo e tem esperanças nisso.
3. Sempre há um determinado tipo de pessoa ou grupo que atrai uma antipatia gratuita de nossa parte, com o personagem, pode não ser diferente... Ele tem atitudes diferenciadas para certos grupos de pessoas? Sim, com pessoas que são muito agressivas ele se distancia e geralmente evita até mesmo olhar.

Gostos e preferências
1. Como ele passa suas horas de lazer? Ele gosta de falar com máquinas, como pode ouvi-las gosta de saber o que elas tem para falar.
2. Que acessórios e coisas ele gosta de vestir? Não tenha vergonha, nos conte em detalhes Meu personagem não liga muito para sua aparência.
3. O que ele gosta mais no trabalho / ocupação? Ele não tem ocupação.
4. O que ele gosta de comer? Nos fale um pouco sobre o gosto culinário de seu personagem... Ele come o que tiver disponível, depois de tudo, ele não escolhe muito e prefere apreciar o que tiver, mesmo que não exagere em nada.
5. Ele coleciona algo ou tem algum passatempo? Selos, cartões postais, LP's, livros, dentes de vítimas... Não.
6. Ele tem algum animal de estimação? São ótimas companhias, acho que lhe faria bem algum... Não.
7. Que tipo de companhia ele prefere? Nos conte também um pouco sobre as intimidades de seu personagem... Ele não se envolve muito, e nunca se envolveu neste tipo de realcionamento.

Ambiente
1. Onde ele mora e como é esse lugar? Nova york.
2. Como é o clima/atmosfera? Bem definidas as estações.
3. Por que ele mora lá? Quais são os problemas comuns lá? Ele não escolheu onde iria chegar quando se transportou, os problemas são criminalidade, falta de emprego e barulho.
4. Como é sua rotina diária? Acordar, procurar um trabalho e tentar se acostumar com a cidade.

Grupo
1. Porque decidiu entrar para o Grupo? É um grupo que me descreve no momento.
2. Como conseguiu entrar para o Grupo? Não precisei entrar para um grupo, isso que faz de mim independente.
3. Quais qualidades e motivos fizeram o Grupo lhe aceitar? Eu estou sozinho, não precisei ser aceito.

Poderes
1. Que tipo de poderes você possui? Você gosta de ter eles? Possuo Tecno Materialização e Emanação Nuclear.
2. Tem domínio sobre os seus poderes? Conhece algo que atrapalha os seus poderes? Sim tenho domínio, embora a radiação natural de meu corpo afete alguns aparelhos elétricos causando curtos e desconfiguração.
3. Os seus poderes afetaram o seu corpo ou sua mente de alguma forma? De que forma? Sim a Tecnopatia deu uma textura estranha em meus olhos.
4. Qual é a origem dos seus poderes? Nasci com eles, embora a Emanação Nuclear tenha se manifestado de forma agressiva mais tarde.

- x -
PONTUAÇÃO
- x -

PONTUAÇÃO

01 Nível
02 Pontos Atributo
02 Quantidade de Poderes
01 Quantidade de Pericias

DEFEITOS

HONESTIDADE (1 PONTO)
CREDULIDADE (1 PONTO)
EXTREMAMENTE CURIOSO (1 PONTO)
HÁBITOS DETESTÁVEIS (1 PONTO): Ignorar as pessoas quando está falando com alguma maquina.

ADAPTAÇÃO

Pontos de Adaptação: 00 (Alterar realidade não da direito a pontos de adaptação) + 04 (Ponto de Defeito) = 04
Gastos: Alterar Realidade ou Similar (4 pontos)


ATRIBUTOS

01 Potencia
01 Reflexo
02 Intelecto
02 Raciocino

Pontos de Vida "HP": 103

PERICIAS

Engenharia (Robótica)

EQUIPAMENTOS

- GASTE NO MÁXIMO 500 MOEDAS (LISTA AQUI)


PODERES

Grupo de Poderes: Alterar Realidade ou similar.

Poderes:

(FAÇA DOIS)

Nome: [A] Projétil: Esfera Fleu
Natureza: Campo Reservado a Staff
Grupo: Emanação Nuclear
Teste: Campo Reservado a Staff
Dano: Campo Reservado a Staff
Defesa: Campo Reservado a Staff
Duração: Campo Reservado a Staff
Recarga: Escolha entre: Pode ser usado 1 vez por ação.
Descrição: Usando Fleu, uma energia radioativa natural de meu corpo, crio uma esfera condensada, que emite uma radioatividade com alta temperatura, posso atirar em alta velocidade em uma direção, se atingir, o Fleu pode infectar o alvo com radioatividade, posso tambem retirar o Fleu de algo infectado para formar uma esfera.

Nome: [A] Codigo de Costrução: Ruondo Glove
Natureza: Campo Reservado a Staff
Grupo: Tecno Materialização
Teste: Campo Reservado a Staff
Dano: Campo Reservado a Staff
Defesa: Campo Reservado a Staff
Duração: Campo Reservado a Staff
Recarga: Escolha entre: Pode ser usado 1 vez por ação.
Descrição: Me permite concontrar e materializar meu Fleu em minhas mãos, criando um par de luvas, ambas conectadas com minha energia, a mão direita quando utilizada cria um escudo circular, com varios feixes de luz solidificada que suportam impactos fisicos, a mão direita emite um campo ao redor de todo meu corpo com energia de alta vibração, que anula ataques energéticos ou mentais.
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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Julio Uchoa em 22.09.14 21:24

é viva, a ficha da aprovada :naldinho: :balança:

Mas algumas coisinha que vocês tem que tomar cuidado, como acentuação, mas o resto tá legal, menos esse texto, textos grandes deixam as ficham enormes e desgastantes, também as deixam monotonas e entendiantes, mas fora isso a ficha tá chibatinha :naldinho:

Ganha 9 pf's pela ficha.

Aguarde os poderes serem avaliados.
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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Victor von Doom em 25.09.14 10:19

Não sei exatamente o que é Fleu, não sei se veio de algum filme, desenho, anime ou da sua própria historia... O fato que se é descrito no poder deve ser bem explicado sem que tenha que recorrer a outras fontes para entender...

Os dois poderes estão confusos, sendo que o ultimo esta com funções DE MAIS, e isso tudo escolhendo uma recarga tão insignificante "Pode ser usado 1 vez por ação."
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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Andy Scr'per Fluin em 25.09.14 18:44



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INFORMAÇÕES
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O JOGADOR

Nome do Jogador: Henrique Andrade
Idade: 18
Já jogou rpg de mesa? Se sim, quanto tempo?: Não
Qual gênero de jogo você prefere?: Cartas

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Nome do Ator: Josh hutcherson
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O PERSONAGEM

Grupo que pertence: Escolha entre: Independente.

1. Qual é o nome dele? Andy Scr'per Fluin
2. Quantos anos ele tem? 17
3. Quando e onde ele nasceu e cresceu? Planeta Aegba, Praia Fuin. Ano CX49 (01/04/1998)
4. Qual a sua relação com os seus pais? Conte sobre eles. Não tem pais.
5. Como foi sua infância e seus amigos? Nos conte um pouco sobre eles No Passado: Eu vou contar minha história, eu sou nascido de Qren, isso significa que eu sou artificial, uma forma de energia natural que com o tempo se materializou, o lugar onde os Qren surgem é geralmente colocado como seu ultimo nome, eu nasci em Fluin, uma praia longe da capital. Nos tempos antigos, acreditava-se que eram deuses que estavam nascendo entre nós, como deve ter percebido, está é outra dimensão, eu sou de Aegba, um planeta gigante com uma especie dominante os Scheters, muito tempo atrás, os Scheters começaram a criar seres artificiais, tentando forçar o nascimento de Qren's modificados, para que estes servissem aos seus criadores, como mascotes ou escravos, mas a radiação natural do planeta os modificou e estes se tornaram os predadores de nosso mundo, e Aegba nunca mais foi tão pacífico como antes. Este é um planeta onde a tecnologia é extremamente avançada, todo material, até as plantas ou os metais, esta pode ser manipulada pela mente, o Fleu é uma energia radioativa que nos permite a comunicação com os dados tecnológicos, em outras palavras falar com máquinas. Todos os seres nascidos neste planeta tem sua função, todos escolhem seu caminho, descobrem seus pontos fortes e crescem socialmente, mas comigo a sorte não foi tão gentil, eu nasci com alguns defeitos, um Qren com falha natural, eu não podia ver, da mesma forma que não podia andar. Embora toda a tecnologia estivesse em nossas mãos, havia uma das leis que proibia o uso de tecnologia para alteração orgânica, e como todos os defeituosos de nossos planeta eu fui para o Scr'per, que é como uma grande instalação com maquinas quebradas longe da cidade, lá os Scr'pers como são chamados os moradores, devem retirar todas as pequenas peças e circuitos das maquinas e jogar o exterior de metal para ser derretido, ao mesmo tempo que o gerador, absorve nosso Fleu, para manter os geradores públicos da cidade funcionando, parece cruel, mas eu sempre procurei pensar que, de certa forma, meu trabalho acaba tornando a vida dos outros melhor, era o único pensamento que me fazia continuar vivendo.
Foi difícil no começo, eu não conseguia ver, por isso eu tive que decorar todas as peças pelo tato, com o tempo, e instrução de alguns assistentes da cidade, eu aprendi a diferenciar as partes, mesmo não conseguindo ver, as maquinas falavam comigo, elas me mostravam como deveriam ser conectadas, até aprendi como montar novas maquinas usando peças velhas, embora eu nunca tenha visto alguma delas funcionar, eu tinha apenas um senhor que falava comigo, Claus era o nome dele, sempre me ensinando como desmontar, ele foi um ótimo professor, até montou uma pequena cadeira para que eu pudesse trabalhar melhor, mas agora eu tinha 15 anos, eu estava um pouco cansado daquela vida, eu sempre pensava que estava fazendo algo importante para todos, mas apenas dessa vez, não achava que seria tão ruim pensar em mim. Eu falei com as maquinas novamente, dizendo o que eu queria, ela me alertaram, mas no fim me ensinaram tudo o que eu precisava saber, me ensinando varias formas diferentes, programações, e não se passou muito tempo até que comecei um projeto escondido, e aquele foi meu primeiro erro... comecei pegando peças, circuitos, eu de certa forma sabia que não deveria, comecei a programar os dados e ouvi as maquinas se encaixando enquanto minha energia as controlava, não precisava todas nas peças, eu sentia elas se montando e as partes carregando, comecei a armazenar minha energia que sobrava em um capacitor externo, aquele foi meu segundo erro, com quase um ano eu consegui fazer um protótipo, aquela pequena esfera que eu segurava em minha mão era uma esperança, aquela criação iria reescrever meu código genético, com a radiação que armazenei secretamente por quase um ano em outra pequena esfera, ao colidir as duas, elas iriam me modificar, retirar anomalias, reconstruir meus músculos em minhas pernas, e eu finalmente poderia ter uma chance de aproveitar a vida, minhas mãos tremeram ao segurar, eu suava e a respiração pesada, eu não sabia o que esperar quando pudesse ver, eu não tinha ideia de como era, e mesmo com o aviso final da maquina recém construída, eu juntei as duas esferas, e este foi meu erro final, as máquinas, elas concedem aquilo que você quer, mas nem sempre o que você quer é aquilo que precisa, eu realmente conseguia ver, sentia meus dedos dos pés, meu coração bateu tão forte, eu tive um pequeno ataque, mas a minha alegria duraria pouco, eu conseguia sentir, de maneira tão forte a tecnologia por toda a parte, e logo descobri que muita coisa havia mudado, mas eles eram claros, não havia dificuldade nenhuma, era como ver animais flutuando e se conectando apenas com a força de meus pensamentos, criava maquinas instantaneamente, meu Fleu havia sido alterado, a radioatividade do Fleu tem um tom roxo, mas o meu tinha uma cor verde, os boatos se espalharam, eu podia alterar os metais que se distorciam como líquidos tomando a forma que eu precisava, algo que não era possível para ninguém, o Conselho de Aegba me prendeu, eu fui acusado de usar tecnologia para alteração biológica, e meu mundo desabou, eu fui condenado, e deveria ser executado. Em Aegba, a execução se faz por um exílio no espaço aberto, eu seria largado em um planeta deserto, sem nenhum tipo de tecnologia para morrer de fome, e assim foi a que história de minha vida se desenrolou, pois eu fui largado em Daneis.
Agora: Estava frio, acabava de ser deixado em Daneis, tudo o que conseguia pensar era no rosto daqueles homens do conselho, me condenando, me acusando, o desprezo em seus olhos, mas tudo o que eu fiz foi, ao menos uma vez, pesar em mim mesmo, mesmo assim eu não desisti vaguei por aquele planeta, procurando qualquer coisa, depois do terceiro dia, cansado de vagar sem rumo deitei no solo frio, com a poeira entrando nos meus olhos, meus cabelos estavam sujos, e mesmo com toda aquela situação, ainda sorria pois quando abria meus olhos conseguia ver o céu, e continuava agradecendo por não viver mais em um mundo de escuridão, e mesmo naquela situação eu chorava, por que eu podia ver as estrelas brilhando, mesmo que tudo estivesse acabado, eu me senti realizado, movi meus dedos sentindo minhas pernas, embora nenhum deles tenha me aceitado como eu sou agora, eu não pensava mais neles.
-Por favor, me ajudem, só mais uma vez.
Minha vista falhava, e tudo o que eu conseguia pensar era que eu estava voltando a ficar cego, estendi minha mão e a areia no solo começou a se juntar em minhas mãos, havia ferro e outros metais no solo, eles se uniram formando pequenas peças, minha energia tomou a forma de um circuito, e foi preenchido pelas peças formando uma nova máquina, caiu em minhas mãos, aquelas memórias das maquinas falando comigo, de tudo o que eu passei até agora, no fim acabei percebendo quem eram meus verdadeiros amigos, pensei no senhor Claus e sorri esperando que o mesmo estivesse bem, em um tom cinza e azul, segurei aquela pequena caixa, fechei os olhos e apertei o pequeno botão dizendo.
-Me leve para onde eu seja aceito.
A caixa se quebrou depois de apertar o botão, mas pude ver tudo ao meu redor quebrar como um espelho, e acabei parando em um lugar desconhecido, era uma floresta, mas todas as folhas eram verdes, tudo era diferente, mas eu sabia que aquele era um lugar onde ninguem em Aegba conseguiria me achar, era uma outra dimensão onde aquele planeta não existia, depois daquilo minha vista escureceu e meu corpo caiu sem forças.

9. Ele é casado ou foi? Como foi? Não
10. Ele recebeu educação formal? Como foi? Não.
11. O que ele faz para viver? Porque ele faz? Nada.
12. Conte para nós como ele é fisicamente, o que chama mais a atenção em sua aparência. É um garoto loiro, olhos verdes, tem corpo normal, anda meio sem jeito, tem uma textura diferente nos olhos devido a alteração de seu DNA.

Objetivos / Motivação
1. Ele tem algum objetivo na vida? Ser aceito.
2. O que ele vai fazer quando conseguir cumprir seu objetivo? E se ele falhar? Vai procurar um sentido para a vida, se falhar, vai conviver com isso.
3. Como ele vê o mundo? Ele mudaria algo? Se sim, o que ele mudaria? Ele não entende como o mundo funciona, devido ao alto isolamento na Scr'per.
4. Como ele vê a si mesmo? Ele mudaria algo em si? Ele mudaria tudo.
5. Ninguém é perfeito... O que ele mais teme? Ficar cego novamente, ou não poder andar.
Personalidade

1. Por menos que o personagem se importe, é inevitável atrair atenção dos outros... O que as pessoas costumam pensar do seu personagem? Como o personagem descreveria a si mesmo, diante de uma dessas pessoas? Ele tem o coração inocente, muito sorridente e se apega facilmente aos outros, muito carente, e não se magoa facilmente com os outros, e se descreveria como uma pessoa normal, sem nada de especial ou diferente dos outros.
2. Como ele se relaciona com o mundo? E com as pessoas? Ele gosta de pessoas, ele acha que os humanos vão aceita-lo e tem esperanças nisso.
3. Sempre há um determinado tipo de pessoa ou grupo que atrai uma antipatia gratuita de nossa parte, com o personagem, pode não ser diferente... Ele tem atitudes diferenciadas para certos grupos de pessoas? Sim, com pessoas que são muito agressivas ele se distancia e geralmente evita até mesmo olhar.

Gostos e preferências
1. Como ele passa suas horas de lazer? Ele gosta de falar com máquinas, como pode ouvi-las gosta de saber o que elas tem para falar.
2. Que acessórios e coisas ele gosta de vestir? Não tenha vergonha, nos conte em detalhes Meu personagem não liga muito para sua aparência.
3. O que ele gosta mais no trabalho / ocupação? Ele não tem ocupação.
4. O que ele gosta de comer? Nos fale um pouco sobre o gosto culinário de seu personagem... Ele come o que tiver disponível, depois de tudo, ele não escolhe muito e prefere apreciar o que tiver, mesmo que não exagere em nada.
5. Ele coleciona algo ou tem algum passatempo? Selos, cartões postais, LP's, livros, dentes de vítimas... Não.
6. Ele tem algum animal de estimação? São ótimas companhias, acho que lhe faria bem algum... Não.
7. Que tipo de companhia ele prefere? Nos conte também um pouco sobre as intimidades de seu personagem... Ele não se envolve muito, e nunca se envolveu neste tipo de relacionamento.

Ambiente
1. Onde ele mora e como é esse lugar? Nova york.
2. Como é o clima/atmosfera? Bem definidas as estações.
3. Por que ele mora lá? Quais são os problemas comuns lá? Ele não escolheu onde iria chegar quando se transportou, os problemas são criminalidade, falta de emprego e barulho.
4. Como é sua rotina diária? Acordar, procurar um trabalho e tentar se acostumar com a cidade.

Grupo
1. Porque decidiu entrar para o Grupo? É um grupo que me descreve no momento.
2. Como conseguiu entrar para o Grupo? Não precisei entrar para um grupo, isso que faz de mim independente.
3. Quais qualidades e motivos fizeram o Grupo lhe aceitar? Eu estou sozinho, não precisei ser aceito.

Poderes
1. Que tipo de poderes você possui? Você gosta de ter eles? Possuo Tecno Materialização e Emanação Nuclear.
2. Tem domínio sobre os seus poderes? Conhece algo que atrapalha os seus poderes? Sim tenho domínio, embora a radiação natural de meu corpo afete alguns aparelhos elétricos causando curtos e desconfiguração.
3. Os seus poderes afetaram o seu corpo ou sua mente de alguma forma? De que forma? Sim a Tecnopatia deu uma textura estranha em meus olhos.
4. Qual é a origem dos seus poderes? Nasci com eles, embora a Emanação Nuclear tenha se manifestado de forma agressiva mais tarde.

- x -
PONTUAÇÃO
- x -

PONTUAÇÃO

01 Nível
02 Pontos Atributo
02 Quantidade de Poderes
01 Quantidade de Pericias

DEFEITOS

HONESTIDADE (1 PONTO)
CREDULIDADE (1 PONTO)
EXTREMAMENTE CURIOSO (1 PONTO)
HÁBITOS DETESTÁVEIS (1 PONTO): Ignorar as pessoas quando está falando com alguma maquina.

ADAPTAÇÃO

Pontos de Adaptação: 00 (Alterar realidade não da direito a pontos de adaptação) + 04 (Ponto de Defeito) = 04
Gastos: Alterar Realidade ou Similar (4 pontos)


ATRIBUTOS

01 Potencia
01 Reflexo
02 Intelecto
02 Raciocino

Pontos de Vida "HP": 103

PERICIAS

Engenharia (Robótica)

EQUIPAMENTOS

- GASTE NO MÁXIMO 500 MOEDAS (LISTA AQUI)


PODERES

Grupo de Poderes: Alterar Realidade ou similar.

Poderes:

(FAÇA DOIS)

Nome: [A] Projétil: Esfera Fleu
Natureza: Raciocinio [T] / Intelecto
Grupo: Emanação Nuclear
Teste: +1
Dano: 1d10+1
Recarga: Escolha entre: Pode ser usado 1 vez por ação.
Descrição: Materializa esferas de energia radioativa com temperatura elevada, que são controladas mentalmente, ao encostar em algo, infecta o mesmo com a energia causando queimaduras.

Nome: [A] Codigo de Costrução: Ruondo Glove
Natureza: Raciocínio [ Criar] / Reflexo [Bloquear] /  Intelecto [D]
Grupo: Tecno Materialização
Teste: +2, para criar.
Teste: +1, para bloquear.
Defesa: 1d10+1, quando gastar uma ação para bloquear.
Imune: a ataques mentais de intelecto igual ou inferior.
Imune: a ataques energéticos de atributo igual ou inferior ao seu intelecto.
Duração: 4 turnos.
Recarga: Pode ser usado 1 vez a cada quatro turnos.
Descrição: Me permite materializar um par de luvas, ambas conectadas com minha energia, a mão direita quando utilizada cria um escudo circular, com vários feixes de luz solidificada que suportam impactos físicos, a mão direita emite um campo ao redor de todo meu corpo com energia de alta vibração, que diminui os efeitos de ataques mentais ou energéticos, se outra pessoa estiver usando, depois de usada algumas vezes a luva irá se desconstruir.
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Andy Scr'per Fluin

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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

Mensagem por Victor von Doom em 26.09.14 17:38

Poderes editados, bom jogo.
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Victor von Doom
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Re: [FP] Andy Scr'per Fluin

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