Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

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Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Gustavo Katzmann em 28.12.14 16:52




Sob a Suástica Nazista - Capítulo 1.2


Berlim - 23 de Dezembro de 2014 - 14:38

Um grande e belo anfiteatro, no centro de Berlim. Bandeiras nazistas adornando as paredes do local. Tudo isso para servir de palco para a reunião da alta cúpula nazista com os melhores soldados do Reich. No palco, Hitler estava prestes a iniciar um discurso. Atrás dele, em alguns tronos, os líderes dos estados alinhados ao Eixo sentados, possivelmente algum deles teria sua vez de fazer um discurso para os soldados, que estavam todos sentados nas cadeiras. Numa área reservada, à frente do palco, estavam alguns marechais e generais, além de secretários do governo alemão.

As reuniões do Estado Maior costumavam ser bastante tensas, repletas de ameaças e de soldados enlouquecidos, que tentavam assassinar alguns dos grandes líderes - sempre sem sucesso. Espiões costumavam ser capturados e levados para as câmaras de gás ou para o fuzilamento e novos soldados ficavam ansiosos para verem seu grande líder em discurso. Já os mais experientes ficavam atentos para ouvir alguma missão direta designada por Hitler.

O anfiteatro, por um tempo, é mergulhado numa série de sons das conversas paralelas, até que todos se calam para o início do juramento nazista, se levantando das cadeiras e estendendo seus braços.

Informações:
Este capítulo é exclusivo dos Nazistas, sendo que apenas eles poderão postar aqui.

Um post por personagem e uma virada de turno. Inicialmente vocês podem descrever tudo o que aconteceu antes da reunião, mas lembrem-se: O último ato de suas postagens deve ser o juramento à bandeira nazista.

Postem até o dia 31/12

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Fenton em 29.12.14 2:22

Fenton, The Nazi Hound


Mais uma reunião, pode parecer estranho, mas esse dias me empolgavam porque eram os dias de banho e de comida saborosa e farta, eram os dias em que os poderosos queriam os seus cães limpos, os dias em que queriam seus cães obedientes, os dias em que queriam mostrar nossos dentes, mas também servíamos de vitrine para a população. "Olha como eles estão limpos e bem vestidos", "Olha, talvez eles não estejam sofrendo.", "Eles parecem bem saudáveis para mim". Eu ouvia eles falarem, nós ouvíamos.

A farda nazista parecia larga para mim, mas confortável e quente. Tinham tentado melhorar a minha aparência, remover o sangue que sujava meu rosto e esconder as olheiras com um pouco de um pó que me causava irritação e coceira no nariz. Cada "cão" que estava ao meu lado de pé num canto extremo do anfiteatro (A extrema esquerda no caso do Fenton) tinha um motivo para estar lá, todos eles eram pessoas com "dons" e ao mesmo tempo "não puros" e como animais éramos domesticados. Éramos apenas cinco em cada extremo do anfiteatro e antes que você se pergunte o pequeno número vamos entender uma pequena lógica.

Sempre que alguém com "dons" é encontrado ou nos campos de concentração ou abrigados, mas não é "puro" geralmente é colocado em testes, somos furados, rasgados e costurados, mas acima de tudo treinado e submissos. Poucos sobrevivem a isso e aqueles que sobrevivem se tornam fortes, insanos, leais, mortais como os cães do "Pai". Cada cão tinha seu treinador e cada treinador varios cães, eu conhecia os "cães" ao meu lado, a minha esquerda Raquel, a doce judia com garras, antes ela bordava e não comia carne de porco, agora ela te degola com suas unhas afiadas e coleciona olhos na sua "cela", a minha direita, Vitaly, o cigano da Republica Tcheca, como eu treinado com armas, porém no caso dele com algo mais sutil como facas, até onde entendi sobre Vitaly ele tinha pericias magicas que podiam mudar a matéria de suas facas dando a elas efeitos, ele era um garoto legal e o mais próximo de um amigo que tive nos últimos anos... antes de sofrer com lobotomia ao matar dois soldados alemães, agora ele é um espantalho e eu queria poder ajuda-lo, mas o "Pai" não deixa.

Dois machados médios presos nas minhas costas e oito machadinhas presas ao redor de meu cinto, todas negras, todas afiadas, todas letais e elegantes e acima de tudo com o símbolo do "Pai" em suas laminas. Nossa função é simples, observar a plateia, os soldados, os líderes políticos, TODOS estavam sobre os olhos dos cães tanto que não somos necessariamente obrigados a prestar atenção nas palavras do "Pai" apenas para que não necessitamos tirar os olhos das pessoas. Se você estiver naquele anfiteatro certamente vai nos perceber e cedo ou tarde ira pegar um de nós te encarando e se fizer algo de suspeito será ainda mais fácil perceber que pelo menos três de nós ja esta prestes a pular contra você caso o treinador permita.

O Juramento começa e nossa vigília também, como todos os outros nós também levantamos nossos braços e movemos nossas cabeças para o lado para visualizemos o "Pai" e iniciamos nosso juramento, mesmo que na verdade eu apenas movia os lábios fingindo falar algo, Vitaly ao meu lado repete o ato, mas também parece bem mais atento aos soldados nos bancos do que o Juramento em si, Raquel grita o juramento com o fervor de uma amazona.


OBS: Gustavo, espero que goste do que eu falei no meu post, caso ache fora do contexto, apague o post.

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Victor von Doom em 02.01.15 18:02




O acordo com Hitler me dava um lugar privilegiado a aquela reunião, assim como informações que os peões não tinhão. Talvez eu fosse um cavalo, bispo ou até uma torre... Não eram as posições que eu queria mesmo estando atrás dos peões, são peças com movimentos limitados, e para um estrategista uma gama de caminhos era mais adequado.

Hitler começava com um comunicado se referindo a espiões, sempre se existiam traidores e até então nenhum teria tido um avanço ou ele abafava qualquer sucesso para manter os seus "servos" confiantes.

Depois de alguns falatórios ao qual eu não participei, começava o juramento, uma especie de lavagem cerebral... Faça pessoas de mente fraca repetirem todos os dias sua lealdade, que mais cedo ou mais tarde eles vão acreditar no que estão jurando e quando menos esperarem já são fantoches prontos a morrer pelo Hitler... Algo próximo a isso era um grupo de "cães" no lugar, eles sofriam outro tipo de lavagem cerebral, uma mais agressiva, nem pareciam mais humanos ou mutantes.

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Harkness em 04.01.15 19:33

Nothing shocks you like a bullet hole


Havia acordado tarde naquele dia, minha unica obrigação era participar da reunião que aconteceria em poucas horas
Enquanto tomava café da manhã, escutei alguém batendo a porta, e ao abrir vejo Yuri parado a minha porta
- Bom dia, General - falei, abrindo um sorriso e fazendo a saudação habitual, beijando-lhe nos lábios em seguida
Entramos para dentro da casa, e depois de servir um café para ele, toquei no assunto
- Pensei que estivesse ocupado de mais com os assuntos da reunião -
Ele sorriu, bebendo um longo gole de café sem se importar com o tempo que estava demorando para me responder
- Sabe que não conseguiria ir para aquela reunião antes que viesse te ver - ele se levantou e em seguida, ajoelhou-se a minha frente
- General ? '-' -
- Alexandra, estes ultimos anos voce tem se tornado alguém tão importante na minha vida como Hitler, e quero que todos saibam disso - ele tirou uma caixinha vermelha do bolso, e em seguida abriu-a a minha frente, deixando a mostra aquele lindo anel
- Aceita se casar comigo ? -
Aquele pedido havia me pego de surpresa, na verdade, o comandante e eu nunca havíamos falado sobre casamento, mas eu não poderia mentir dizendo que esta não era uma ótima oportunidade de poder crescer dentro do exército e finalmente me tornar  membro do esquadrão SS
- Claro que eu aceito - respondi, deixando que ele colocasse o anel em meu dedo, em seguida, colando nossos corpos e o beijando intensamente
Depois de muitas carícias e de transarmos como nunca, o tempo para a reunião estava cada vez menor
- Tenho que ir, tenho que ser um dos primeiros a chegar na reunião -
Falou, vestindo sua calça
- Eu sei - respondi, cobrindo meu corpo com o lençol
- Alexandra - Ele havia acabado de vestir a camisa, e me encarava nos olhos, como se quisesse ler minha alma
- Você se sentará ao meu lado hoje - comentou, como se aquilo não fosse nada e abrindo um sorriso em seguida
- Mas você se senta ao lado dos generais.... -
Ele riu, de forma um tanto debochada e segurou meu queixo, enquanto aproximava seu rosto do meu
- Você terá tudo aquilo que deseja, a partir de hoje -
Ele sabia do meu desejo de me tornar comandante, e sabia também do meu desejo de me tornar do esquadrão SS
" O que será que ele pretende "
Eu não gostava de usar meus poderes nele, afinal, havia escutado que quando mais se usa o poder em alguém, mas essa pessoa se torna invulnerável, e não poderia deixar isso acontecer
- Tudo bem então - falei, beijando-lhe nos lábios e o vendo sair do quarto, e em seguida, da casa


23 de Dezembro - 1438


Depois de um longo banho e devaneios sobre o que aconteceria agora que eu estava noiva, saí de casa para a reunião
O anfiteatro estava cheio, e logo depois que cheguei, pude ver Yuri conversar com outros generais e em seguida me chamar para perto de si
Andei com calma, saudando com um aceno de cabeça os meus companheiros , quando estes olhavam para mim
Ao chegar próximo a Yuri, fizemos a saudação e antes que pudéssemos falar algo, a reunião estava para começar
Yuri me mostrou o lugar ao seu lado, e me pus a frente, fazendo o juramente juntamente com os outro que estavam no local
Ao final do juramento, sentei-me na cadeira e fiquei a observar o palco, uma coisa eu não poderia negar, aqueles cães de caça eram grotescos

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Katherine Salem em 05.01.15 0:26

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Viver no luxo total rodeada de “servos” era como governar um pequeno pais dentro de casa. O problema é que todo esse luxo me deixou preguiçosa e um pouco fútil. Como sempre eu não me importava com as questões do mundo lá fora, afinal, não me afetavam diretamente. O outro problema é que me tornei fraca e acomodada. Eu quase não me parecia com Doom. Meus dons estavam praticamente enferrujados.

Minha irmã mais velha era a estrela e o orgulho do meu pai, pois ela seguia seus passos, e muito bem pelo que parecia. Só que meu pai não gosta de fracassos e acho que foi isso que o motivou a me arrastar a força pra aquele anfiteatro.  Okay, ele não me arrastou, ele tinha capangas para isso, os Doombot. Apenas com um comando fez uma de suas maquinas idiotas me arrancar a força do quarto e me enfiar no carro. Doom dizia que era hora de crescer e evoluir.

O lugar era barulhento e muito confuso pra mim. Ainda pra uma garota cega que não conhecia nada alem dos jardins do castelo. Estar ali era como entrar em outro mundo, totalmente desconhecido. Ficar ali me deixava nervosa e eu não estava entendendo porcaria nenhuma do discurso.

Não fazia ideia de onde eu estava sentada, mas não era perto de Doom, apenas que me designaram uma mulher para me ensinar como me comportar e agir como seguidora de Hitler. Sei apenas que ela parecia desesperada para me ensinar. Talvez tivesse sido ameaçada, não sei.

Fiz o juramento com a mão estendia, algo que achei brega e sem sentido, e voltei a me sentar. Afinal, que horas iriam servir o jantar?
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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Arthur Ur-Nungal em 05.01.15 19:09



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As reuniões do Estado Maior do governo nazista nunca aconteciam à toa. Julgamentos, execuções, espiões sendo entregues, novos planos de governo, novas medidas extremas a serem tomadas, tudo isso ocorria em apenas uma tarde em que o Reich se reunia com seus homens. Arthur, de certa forma, assistia a todos os acontecimentos, meio alheio e sem expressar suas opiniões, já que, na realidade na qual viviam, se elas fossem contrárias ao pensamento nazista, você pagaria seus dizeres com a sua vida, ou pior. O antigo Rei de Kiruna sabia bem o que acontecia com alguns mutantes, especialmente aqueles que foram capturados logo no início do domínio alemão. Pesquisas com seus genes mutantes envolvendo as piores sensações possíveis. A morte era algo bem-vindo para estes seres.

De qualquer maneira, era pior ainda não comparecer às reuniões. Qualquer motivo era motivo para se matar ou morrer. Por isto, Arthur saiu do seu castelo de gelo em Kiruna, onde vivia quase o tempo todo agora. Chegou antes do início previsto, o que era bom. O anfiteatro era enorme, de modo que não reconheceu nenhuma das pessoas perto de onde estava. Quando o juramento foi feito, ele seguiu os passos conforme o adequado. Era praticamente um boneco fazendo o que era programado para fazer. Não tinha emoção em seu juramento, mas tampouco ele parecia indiferente. Fazia apenas o suficiente para sobreviver, como sempre fizera ao longo de todos os séculos que vivera.

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por James Taylor Evans em 05.01.15 19:42

Louis caminhava lentamente pelos corredores do prédio em direção ao anfiteatro. Somente o som de suas botas se chocando contra o chão de mármore podia ser ouvido, junto com o baixo burburinho que invadia os corredores e que, após uma curva, este descobriu se originar de dentro do lugar onde haveria a reunião, sendo abafado pelas grandes portas de metal totalmente decoradas que bloqueavam o caminho a sua frente.
Ao se aproximar destas, o russo simplesmente pensou em uma ordem e as portas a acataram abrindo-se. Ao adentrar no local, percebeu que somente este e mais alguns outros convidados, em sua maioria "colegas" generais e os "cães" nazistas com seus treinadores. Estava a tanto tempo no exército que nem mais se incomodava com os olhares fixos que muitas vezes recebia dos "animais". Sabia que aquilo fazia parte do trabalho deles e era algo costumeiro para si já, respondendo simplesmente com um olhar igualmente gélido e autoritário, o que fazia que logo quem os olhava, desviasse os olhos. Após isso, como de costume, logo ele estava com os outros generais conversando o mais descontraído que estes poderiam ser e observando tudo ao seu redor.
Nos últimos meses, depois de sua descoberta e aliança com a alta cúpula dos Restauradores, este vinha mudando um pouco sua postura interna perante as reuniões que comparecia. Enquanto por fora demonstrava a mesma força, controle, frieza, poder, sempre se pronunciando nos momentos que era preciso e dando ideias e opiniões para se combater os rebeldes e manter o poder nazista, por dentro observava muito mais atento do que sempre fora o modus operandi dos agentes do governo, políticos e outros generais, memorizando tudo aquilo para futuras ações.
Logo, todo o salão se encheu e o homem começou a notar algumas figuras ilustres, como o famoso Victor von Doom e líderes de alguns dos estados aliados ao Eixo.
Então, começaram a chegar os últimos convidados, e todos começaram a se encaminhar para seus lugares, com Louis se dirigindo a frente do palco e se posicionando em uma das cadeiras da área reservada aos generais, notando uma estranha presença ali ao seu lado, uma mulher, bonita podia-se dizer, próxima de um colega general seu. Não entendeu o motivo de ela estar ali, mas resolveu deixar para perguntar após a reunião, caso houvesse uma chance. Quando todas as conversas terminaram e o juramente nazista começou, o russo ergueu sua mão o pronunciando em meia voz como tantas vezes fizera naqueles anos todos, se sentando em silêncio após este acabar.
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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Gustavo Katzmann em 19.01.15 12:24




Sob a Suástica Nazista - Capítulo 1.2


Após o juramento, todos voltam a se sentar. O silêncio reina dentro do salão. Fenton e os cães nazistas se mantinham de pé, ainda em dúvida sobre o que fazer. Noutras áreas, os generais e soldados se espalhavam pelo salão, em algumas cadeiras separadas.

No palco, Hitler iniciava seu discurso, indicando os próximos planos nazistas.

- Irmãos nazistas, venho lhes dizer hoje que estamos perto de consolidar a raça superior perante o mundo. Nós, irmãos alemães, italianos, japoneses e latino-americanos já conquistamos o mundo, mas isso não basta. Para a raça superior se consagrar, precisamos eliminar esses Restauradores. Já deixo avisado para todos os generais: Convoquem seus exércitos, iremos caçar os rebeldes. Aos cães, Washington os aguarda. - isso foi parte do discurso de Hitler.

Alguns generais já ameaçavam se mobilizar, outros soldados ficavam atentos para saber aonde deveriam agir. No meio do discurso, um animal gigante, encoleirado e todo amarrado, tentando se soltar, é trazido para o palco.

- Estão vendo isso? Isso aqui, essa porcaria, esse ser inferior, é um espião dos Restauradores. Não sabemos como se chama, mas garantimos que sua lealdade estará assegurada - Um soldado nazista coloca uma coleira especial no ser, o fazendo parar de se debater e "aceitar" sua condição - Só que ele ainda pode ser útil para nós. Se alguém aqui foi um espião, saiba que talvez não tenha o mesmo destino dele.

Informações:
Última chance para quem for dos nazistas postar neste capítulo.

Façam as interações necessárias, e tudo mais. Mostrem a reação ao discurso de Hitler, e tudo mais

Sete dias para postagem.

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Katherine Salem em 22.01.15 17:19

The sound of iron shots is stuck in my head


Ao sentar, cruzei os braços e esperei que a coisa toda continuasse mesmo ainda um pouco impaciente.

- Quem são os restaurados?
- Shhh
- Ei você tem que me explicar isso.
- Depois, agora escuta.

Bufei um pouco voltando a cruzar os braços. Em seguida pulei da cadeira. Que raios de barulho era aquele? A mulher me puxou pra sentar novamente.

- Fique quieta.
- Mas o que foi isso?

Antes mesmo que ela pudesse me responder, Hitler tinha o feito. Minha tutora era tarada pelo ditador. Talvez até parasse de respirar para o som de sua respiração não a atrapalhasse em ouvi-lo.
O animal parecia ser muito feroz e grande pelo barulho que fazia. As correntes ajudava a ter uma pequena ideia de sua força. Minha curiosidade ficou bem maior em saber como ele era. Como seria esse "monstro"? Meu fascínio por eles me ajudava a ter novas ideias para novos pesadelos.
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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Arthur Ur-Nungal em 22.01.15 20:49



Es ist wie das spiel mit bauklötzen


Logo após o juramento, Hitler inicia as falas da noite. Seu discurso permanecia ao mesmo, e Arthur só conseguia se perguntar porquê diabos ainda estava ali. Então se lembrava: a sobrevivência de seu povo fiel em Kiruna. Isso e o fato de que conseguia muitos privilégios sendo um major nazista. De qualquer modo, tinha que seguir o protocolo, e parecer o mais fiel possível à Hitler e toda a sua ideologia. O grande líder agora dava ordem aos generais e aos cães. Pelo visto, Arthur teria que retirar suas tropas do norte e ir à caça dos rebeldes ditos Restauradores. E, para exemplificar o que seria feito com estes, trouxe um enorme humano/felino encoleirado para o palco.

Arthur tinha algumas perguntas à fazer, mas já tinha aprendido o suficiente sobre Hitler para saber que deveria deixar que o líder tivesse seu momento. Ele permanecia com o olhar fixo no homem/felino, pensando se os telepatas à serviço dos nazistas não conseguiriam perceber quem eram os traidores. Se assim fosse, Hitler não precisaria estar fazer ameaças. Ou precisaria?

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Fenton em 23.01.15 1:31

Fenton, The Nazi Hound


Engoli seco perante o discurso do pai, eu forçava sentir interesse pelo que ele tinha para falar, mas eu ja sabia de tudo aquilo. Todo aquele falatório tinha como único foco os tolos pomposos sentados em suas cadeiras, as put*s loiras alemãs e seu filhos punheteir*s, aqueles que ouviam de suas mães as histórias de ninar, crianças criadas para nos odiar... eu os odeio mais, eu odeio muito mais.

No discurso do "pai" ele falou e falou e apresentou aquele que seria sua nova aquisição, um novo "cão", mas não seria como nós, quando ele surgiu imenso e poderoso pelos portões sendo arrastado enquanto se debatia eu soube que ele não estaria com nós, ele era especial e foi inevitável sentir.

Raquel parecia estar interessada na criatura e Vitaly nada. Ezequiel também não parecia interessado na criatura, ele não tirou os olhos de um rapaz loiro na arquibancada. Arthur, se não me engano, sorri e comentei em baixo tom.

- Esta com saudade dos boqu*tes, meu amigo! -

- Seu "pai" esta. -

Ele respondeu também quase sussurrando, entre nós apenas Vitaly que nada fazia, teríamos problemas se nos pegassem sussurrando, mas meu "treinador" estava tão admirado com a besta felina que nem se importou, o mesmo para Raquel que poderia falar sobre nós também parecia interessada no grandão que havia chego.

Ezequiel era um jovem escocês e antigo garoto de programa, poderiam deixa-lo passar batido se não tivesse o poder de criar e controlar o fogo, mas não um fogo qualquer, tinha um toque de magia em sua habilidade, tanto que seu fogo não queimava o corpo, mas queimava a alma de suas vitimas. Ele aceitou parcialmente bem a escravização nazista e por isso tem a consciência tão "limpa" se pode dizer assim que alguém ficou totalmente "são" ao que passamos, é atualmente o mais próximo de um amigo, ja que Vitaly se perdeu e não sou próximo de Wiglaf e Joana. Os outros cães nem do meu esquadrão são.

- Cuidado com o que fala do "pai", morreria aqui sem seu humor. -

Vi ele sorrindo disfarçadamente enquanto observava a besta desanimado.





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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por James Taylor Evans em 23.01.15 2:06

Sentado, senti o peso do silêncio tomar conta da sala após o fim do juramento, e observei o Fuhrer subir ao palco e começar seu discurso. Prestando muito atenção e mantendo minha expressão impassível a todo momento, ouvi atentamente cada palavra do que Hitler dizia, anotando tudo mentalmente para poder pensar melhor após a reunião. Gostava de refletir sobre meus próximos passos sozinho, em silêncio.
Sobre o discurso, a mesma coisa de sempre: consolidação do poder nazista, consagração da raça pura, a caçada dos Restauradores. Mas aparentemente, haveria novos planos, pois o líder supremo da Alemanha estava convocando os generais e seus exércitos e os "cães" para ir à Washington. Isso era algo a se pensar, pois para ele estar fazendo aquilo novas informações deveriam ter chego à suas mãos. Informações sobre os Restauradores. Informações que eu deveria conseguir um jeito, com muito cuidado, de conseguir.
De repente, meus pensamentos foram cortados por um rugido que soou por toda a sala. Ao prestar mais atenção percebi que um animal gigante, encoleirado, todo amarrado e tentando se soltar fora trazido ao palco. Hitler continuava a falar, dizendo que aquele ser era um espião dos Restauradores que fora encontrado, mas que sua lealdade permaneceria voltada ao Reich. Ao dizer aquilo, um soldado se aproximou da criatura e prendeu eu seu pescoço uma coleira que automaticamente fez com que o ser parasse de se debater. Por fim,o Fuhrer fez uma ameaça a qualquer espião que estivesse ali na reunião.
Isso poderia me deixar um pouco tenso ou até mesmo desconfiado a algum tempo atrás, quando meu aliei aos restauradores; mas já estava tão acostumado a ouvir ameaças vindas do homem e treinava de forma tão absurda para proteger minha mente de telepatas, que aquelas palavras nem mais faziam efeito comigo. Depois daquilo, permanecia com a expressão fechada e impassível esperando a continuação das palavras de Hitler.
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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Harkness em 23.01.15 2:24

Nothing shocks you like a bullet hole


O juramento havia sido feito, e logo depois, Alexandra se acomodou ao lado de seu noivo e permaneceu lá, olhando para o palco e escutando atentamente o discurso.
Não pretendia ser uma "serva" pela eternidade, seus planos com certeza eram outros.
Olhou para seu pai do outro lado do salão, e viu a presença de sua meia irmã também por lá. Acenando levemente com a cabeça para eles.
Um grande animal era trazido para o meio do palco, e Alexandra parecia gostar de saber que seus inimigos possivelmente eram como eles, apenas bestas prontas para o abatedouro.
- Gostou ? - perguntou seu noivo, vendo a animação nos olhos dela.
- E como não gostar ? Quando partimos ? - perguntou animada, sentindo seu corpo implorar pela a adrenalina que viria.
- Ainda não sei, precisamos aguardar o final da reunião - respondeu ele de forma baixa, para que não atrapalhasse a apresentação de Hitler

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Victor von Doom em 29.01.15 15:55




Ameaças eram feitas, e um novo movimento era feito... Era o momento de reunir as tropas, assim ele dizia. Levantei-me da poltrona e aguardei as ordens de ataque enquanto observei a fera domesticada. Ela seria útil para experiencias, mais o momento de agora não era adequado, por mais que a situação fosse desconfortante agora só poderia esperar.

Os Restauradores eram o seu alvo, ouvi dizer que o homem de ferro estava com eles, sua tecnologia era invejável por muitos, um homem que estava no futuro em uma época medieval, mas eu não o  temia, ele não era o único a estar a anos a frente da compreensão mortal, então também estou e tenho conhecimentos aos quais ele não detém, a magia esta ao meu lado assim como a tecnologia, em um combate de maquinas ele pode até lutar igualmente comigo, mas a magia desequilibraria a balança e o destino dele seria traçado, o meu destino.

Por ali existiam outros, minhas filhas estavam por lá, uma delas provavelmente estava a maquinar, a algum tempo já não falava comigo, estava se aproximando de alguém do conselho, já a minha outra filha, estava apenas aprendendo a andar ainda, quem sabe um dia ela utiliza-se os seus poderes e uma língua afiada igual a irmã. Também existiam nobres por ali, alguns que já houvi falar...

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Gustavo Katzmann em 06.02.15 0:17




Sob a Suástica Nazista - Capítulo 1.2


Hitler terminava seu longo discurso e passava sua vez para o líder da Latvéria, Victor von Doom. Ele se afastava, mandava os soldados levarem o monstro para a área dos cães nazistas - embora eles não estivessem lá - e escuta algo em sua mente.

- Heil Hitler! Mein fuhrer, estou prestes a me livrar do maior obstáculo para a consolidação ariana. E pode mandar os cães para Washington tranquilamente. E lembre-se: O espião capturado é perigoso, seria uma boa mantê-lo sob cárcere. Deixe-o numa jaula, trate-o como um animal, e tenha mais um cão nazista nas fileiras do reich

Nas cadeiras, Alexandra se engraçava com seu pretendente, chamando a atenção de seu pai, que iniciava seu discurso. Louis, ao longe, observava tal ato, talvez pudesse se aproveitar daquilo, além, é claro, de encontrar algum ponto fraco que fosse útil para os Restauradores.

Katherine ficava sentada, sendo repreendida por sua tutora diversas vezes. Era sua primeira vez ali, mas a tutora sabia que ela poderia ser útil para algo. Chegando perto de seu ouvido, a tutora sussurrou algumas coisas para ela:

- Katherine, você vai me ajudar com esse monstro.

Um soldado sentado próximo a Arthur parecia um pouco tenso. Arthur o conhecia, era um soldado de confiança, conhecido apenas como "Estrategista". Ele olhava para Arthur, aparentando confusão.

- Senhor, nós iremos para Washington ou para Nova Amsterdã? Ou tem outro lugar para nós irmos?

Antes mesmo que Arthur pudesse responder, uma voz ecoou em sua mente, uma voz completamente desconhecida por ele: - Albuquerque... Vá para Albuquerque...

Os cães nazistas ainda assistiam àquilo tudo, Fenton enchia o saco de um dos cães, até que o treinador deles se retirou, para ajudar a levar o monstro para algum lugar. Mas antes que os cães pudessem se dispersar, um general se aproximou deles, com um charuto na boca e várias medalhas no peito, trajando um uniforme nazista típico.

- Façam suas malas, vocês vão para Washington. Espero que vocês estejam prontos para lutar. Teremos um grande desafio.

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1 semana pra postar. Dependendo, pode ser o último turno.

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por James Taylor Evans em 06.02.15 23:59

Continuei sentado prestando muita atenção no final do discurso de Hitler e no começo do de Victor von Doom, o famoso líder da Latvéria. Contudo, mantinha minha atenção também voltada ao ambiente ao meu redor com a costumeira expressão séria e fechada, respondendo perguntas de alguns companheiros meus de comando militar, olhando para as atitudes dos cães, para outros líderes que estavam presentes ali, e até mesmo para a mulher que estava ao meu lado, conversando e parecendo ser íntima de um colega general meu, que se sentava ao seu lado.
Tinha certeza que aquela mulher não havia participado das reuniões com os generais, e muito menos havia ouvido falar que houvera alguma promoção daquele jeito para coloca-la naquela posição. Eu não a conhecia e nem entendia o motivo dela estar ali, mas conseguiria alguma forma de saber quem era, cedo ou tarde, perguntando aos próprios generais, que também deveriam ter estranhado tal presença ali e estariam se perguntando o que tal figura fazia naquele lugar que era reservado para nós. Afinal, o comando militar de nosso Reich não poderia ser aberto a qualquer um. Enfim, mantendo o olhar focado em von Doom a todo instante, voltei a prestar atenção nele e em seu discurso.
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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Fenton em 11.02.15 14:18

Fenton, The Nazi Hound


Ficamos todos confusos quando nosso "treinador" simplesmente nos deixou ali e partiu, talvez ele quisesse saber alguma coisa da besta recém chegada, eu não sabia dizer, mas assim que ele se afastou um dos Generais havia se aproximado, o cheiro de charuto veio forte em nossa direção, mas ninguém reagiu aquilo, apenas nos mantivemos encarando-o.

Ele parecia estar bem de saúde enquanto a fumaça do charuto saia de sua boca em nossa direção, o odor era forte e se sobrepunha ao cheiro de colônia barata que haviam jorrado na gente antes de ir para a reunião, mas era um cheiro que nós cães estávamos acostumados, no peito do General havia varias medalhas, tentava me lembrar delas, mas tive dificuldade em reconhecer todas, a única medalha que eu lembrava parte do significado é a púrpura, ferido em combate, mas mesmo assim que não tinha certeza.

Lambi meus lábios secos a procura de deixa-los minimamente úmidos, mas de nada adiantaria sem saliva como eu me encontrava ali e agora e prestei total atenção quando o "superior" começou a falar.

Sim, iriamos ser designados para os Estados Unidos, Raquel parecia interessada na possibilidade de combate enquanto o resto do grupo se entreolhava, cada um pensava em alguma coisa, tirando Vitaly, esse parecia não pensar em nada. Joana que estava no outro oposto parecia estar prestes a falar alguma coisa, mas desistiu, passou a mão então sobre a sua cabeça raspada e mordeu de lábio rachado.

Wiglaf parecia sério e tímido como sempre, possuía praticamente dois metros, mas temia era extremamente calmo, Ezequiel sorriu quando ouviu aquilo e se colocou numa posição meio feminina, suas pernas muito próximas umas das outras e jogou uma mão para a cintura, ele parecia estar ainda mais magro que a ultima vez que tínhamos usados aquelas roupas especiais para os discursos do "pai", senti temor pelos meus companheiros quando então voltei a olhar para o General, eu não sabia se ele estava brincando ou apenas era desinformado mesmo, não tínhamos posses de verdade, dormíamos em quartos um pouco melhores que os campos de concentração em calabouços abaixo de bases, castelos e mansões nazistas, roupas e comida eram dadas por eles e o máximo que possuíamos era escondido, uma joia de família escondida aqui ou uma caneta que teria sido herdada do avô em tempos comuns, mas nenhum de nós tinha posse.

Assim que percebemos que ele não tinha mais nada para falar baixamos nossas cabeças e pedimos permissão para sair e ir na direção do calabouço (casa) da região onde estávamos "residindo".

Spoiler:


OBS: Tive que me virar sem entender bem a situação, sendo eles os "cães" deveriam ser escoltados até seus dormitórios então vamos deduzir que foram acompanhados por soldados.

(Lista dos Cães Citados em Relação a Ordem da Esquerda para a Direita)

Membros do Esquadrão VII

- Raquel: Judia, Francesa. Possui a habilidade de criar garras imensas e afiadas com as unhas, faz o mesmo processo com os caninos, apesar disso não possui comportamento ou mimetismo animal. Violenta. Cabelos castanhos amarrados por uma trança, branca, vinte e dois anos.

- Fenton. Inglês, aparenta ter dezessete anos e o resto vocês ja sabem mais ou menos.

- Vitaly: Republica Tcheca, Cigano, Lobotomizado. Pode mudar a matéria de certos materiais ou parte de seu material, seu poder pode possuir um atraso. (Ex: Lançar uma faca na direção do alvo e quando ela chegar perto do alvo ela se torna gasolina, depois lançar uma faca em chamas), sua habilidade se limita a pequenas coisas como facas, canetas e moedas, com esforço pode alterar matéria de coisas de até um metro de cumprimento. Cabelo preto e longo preso num rabo de cavalo e mantido com uma bandana vermelha, mesmo lobotomizado ele prende a bandana na cabeça todos os dias de manhã. Vinte e seis anos.

- Ezequiel: Prostituto, Homossexual, Escócia. Ezequiel consegue controlar fogo numa forma magica sendo capaz de passar barreiras físicas, o fogo incendeia raramente em situações físicas, mas causa um tipo de queimação interna excruciante capaz de levar a loucura e morte. Psicologicamente Ezequiel ainda é bem equilibrado abusando de ironia e se mostrou um combatente sagaz sendo capturado tempos depois de matar muitos soldados. Pele terrivelmente branca, cabelos médios lisos e castanhos e muito magro possui traços andrógenos que conseguiu manter mesmo depois das torturas. Dezenove anos.

- Wiglaf: Russo, Antigo Membro de Resistencia. O "mais velho" do grupo possui trinta e um anos e dois metros de altura, extremamente forte facilmente ligado ao estereótipo russo possui não apenas superforça, mas uma pele praticamente indestrutível. Tímido e meio "Bobo", apenas costuma entrar em ação com ordens consecutivas ou caso a equipe entra em perigo, odeia matar, mas o faz para salvar o grupo.

- Joana: Italiana. Foi pega fugindo para a Inglaterra para Portugal para se aliar a resistência e a partir dai viajar para os Estados Unidos, a mais recente do grupo iria ser deportada de volta para Itália, mas então foi descoberto que possuía a habilidade de manipular a pressão atmosférica. Careca de pele clara aparenta ter por volta dos vinte e cinco anos para trinta.

Todos falam alemão e parte da sua língua natal. No caso apenas Fenton fala Inglês.






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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

Mensagem por Katherine Salem em 12.02.15 5:27

The sound of iron shots is stuck in my head


Eu ainda sentia muito tédio com aquele homem de sotaque horrível falando, ele devia melhorar o inglês dele antes de querer liderar alguma coisa, imaginei. A todo momento eu levava cutucadas de minha tutora pra que eu parasse de me mexer. Pelo eco que as caixas de som provocava, pressupus que o lugar era grande e que estava lotado. Apenas senti o tédio ir embora quando ouvi a voz de meu pai ecoar por todo lugar. Eu o amava com todas minhas forças, mas não sabia como demonstrar ou como dizer, não eramos uma família muito comum. Eu também amava minha irmã, mesmo nunca nos dando muito bem. Talvez nossas conquistas significasse que "Eu me importo com você". Será que por eu ser um peso morto e não ter conquistado nada significasse que eu não os amava?
Eu não entendia muito do mundo e o achava muito complexo e estar ali me revelava que as coisas eram ainda mais complicadas. Ao menos comecei a perceber que aquilo tudo era importante para Victor e ele queria que eu estivesse ali.

- Ei...
- Shhh!
- Shhh você! A Alexandra também está aqui?
- Sim e está comportando melhor que você.

É... realmente era importante. Acabei por sentar com uma postura melhor, se ao menos eu tenta-se me encaixar em tudo aquilo, querer participar e entender, as coisas ficassem mais claras e eu poderia fazer algo certo e quem sabe dar um pouco de orgulho a minha família. Ao decorrer do discurso de Victor, a mulher encostou seu ombro no meu e sussurrou:

- Katherine, você vai me ajudar com esse monstro.
- O que? Por que eu faria isso? Você é desagradável.
- Porque seu pai pediu, vai querer questiona-lo? - Falou com raiva.
- Não.
- Ótimo.
- O que que é pra fazer?
- Tudo a seu tempo.
- Esse monstro... é horripilante mesmo?
- Sim e sobre o que falei, não deve ser mencionado a ninguém. Isso são ordens.
- Já entendi. ¬¬

Respondi um pouco com tom de deboche, mas em seguida havia um sorriso em meu rosto. Pelo espanto da plateia o monstro deveria causar muito medo nas pessoas, ter uma belezinha dessas em mãos seria uma dadiva e saber que meu pai contava comigo pra fazer algo me deixava animada. Só não sabia se isso realmente era verdade, afinal, ela/tutora parecia estar jogando no nosso time e por isso confiei. Ainda sou ingenua em algumas questões, tenho apenas 14 anos, então dá um desconto né?

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Re: Capítulo 1.2 - Reunião Nazista

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