Teste para os Carrascos

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Teste para os Carrascos

Mensagem por Harkness em 07.06.14 1:42



Bem vindo ao Inferno


Existe uma sala no subsolo da mansão dos Carrascos que só é usada para avaliação dos recrutas.
Quando está sem uso, essa sala permanece totalmente lacrada, só tendo acesso a Líder e o Vice Líder do Grupo.
Em 2014 o Lacre dessa sala novamente foi aberto, dando início a um novo teste para membros.
Alexandra adentrou a sala carregando algumas armas, cordas, pregos, madeira... Parecia que ela estava indo construir alguma coisa.
Em seguida, algumas pessoas amarradas eram colocadas dentro da sala, todas nuas e com um capuz preto em suas cabeças.
- Sejam Bem vindos ao Inferno - fala ela para os recrutas.
- Hoje vocês começam o teste de vocês, peço que prestem atenção naquilo que eu vou explicar. - Continuou, enquanto ia até um local onde estava coberto por um pano e retirava o mesmo de lá.

- Como podem ver, esta sala se assemelha muito a uma sala de tortura. Aqui vocês encontrarão tudo que é necessário para uma tortura digna. E aqui estão aqueles que vocês devem torturar ou simplesmente matar. - Alexandra apontou para uma gaiola, onde várias pessoas amarradas e encapuzadas estavam dentro. Adultos, crianças, idosos entre eles mulheres e homens.

- Nesta gaiola, estão pessoas que fizeram coisas odiosas, e outros que nunca feriram uma mosca se quer, Alguns possuem poderes mutantes que estão bloqueados pela coleira que estão usando, mas esta coleira irá se desligar a partir do momento em que eu sair desta sala. - Alexandra andou em direção a uma das mesas que se encontravam espalhadas pela sala, e pegou lá um envelope.
- Aqui existem as informações necessárias para uma boa escolha. Tenham em mente os fundamentos dos Carrascos. - Enquanto Alexandra saía da Sala ela começava a recitar o lema dos Carrascos.

- " Nós somos as feras que espreitam as sombras, os desbravadores de um caminho de sangue, acompanhados pelo rastro de corpos apodrecidos. Niilistas destrutivos, guerreiros ferozes que se vangloriam na destruição sem razão ou sentido. Somos a personificação do que há de mais escuro e maculado na natureza humana. Abriram-se os portões do inferno, e nós somos suas crias." -

Alexandra sai da sala e fecha a porta, as luzes se apagam e algumas tochas se acendem sem que ninguém interfira.
As coleiras param de funcionar, e logo uma risada ecoa pelo local.

Documento:


Nome: -
Idade: 30 Anos
Sexo: Masculino
Mutante: SIM (Manipulação de Areia)
Criminalidade: Acusado de 3 estupros e 2 assassinatos.

Nome: -
Idade: 07 Anos
Sexo: Feminino
Mutante: Não
Criminalidade: Nenhuma
OBS: Seu Padrasto está pagando uma quantia de R$1000,00 para quem mata-la.

Nome: -
Idade: 77 Anos
Sexo Feminino
Mutante: Não
Criminalidade: 3 Roubos a banco, 20 Assassinatos (10 Mutantes), Torturas, Falsificação e Lavagem de dinheiro.

Nome: -
Idade: 12 Anos
Sexo: Masculino
Mutante: Não
Criminalidade: Pequenos furtos.

Nome: -
Idade: 25 Anos
Sexo: Feminino
Mutante: SIM (Fitocinese)
Criminalidade: Nenhuma

Nome: -
Idade: 80 Anos
Sexo: Masculino
Mutante: SIM (Desidratação)
Criminalidade: Procurado pela S.H.I.E.L.D


Informações:


1º Narração One-Post com no mínimo 35 Linhas.
2º Narre TUDO.. desde o momento que você chegou na Mansão, foi levado até a sala, descobriu qual era o seu teste, seus sentimentos no momento que fazia a escolha e o que aconteceu depois que Alexandra deixou o local.
3º A opção das armas estão em aberto... Procure ser o mais sensato na escolha do que irá usar.
4º Boa Sorte.



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Harkness

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Re: Teste para os Carrascos

Mensagem por Steve McAvoy em 09.06.14 11:59

Do outro lado ...

Estava em meu pequeno apartamento, fazendo nada como de costumo apenas observando quem passava nas ruas pela janela de minha sala, porem via um fato interessante logo a frente á um posto de gasolina tinha dois homens suspeitos e eu gostava disso, pegava minha jaqueta e ia de encontro a eles descendo a escada de emergência para agilizar o processo.

- Agora já estava um pouco atrás deles escondido em meio a um beco escutando oque diziam, e um deles pronunciou ▬É ali, vamos entrar rápido e sair rápido▬ e o outro apenas confirmava com a cabeça, soltava uma leve risada eu queria queimar esses caras mas esperei eles começarem sua ação. Eles renderam a caixa e logo roubaram todo o dinheiro que ali tinha, o plano deles saiu como esperado porem eu entrava na frente de ambos com um sorriso no rosto, olhei para cada um deles e disse; ▬Vocês preferem com ou sem poderes?▬, logo o homem que havia planejado tudo avançou contra mim, por sorte sei kung fu então foi fácil rende-ló com sua própria arma, o outro não quis nem tentar saiu correndo enquanto eu socava o amigo, foi um roubo fácil peguei o dinheiro e saí fora.

- Enquanto andava pela rua escutei um cara que parecia mutante pela cor de sua pele falar em uma organização, de costume eu não me interessaria por algo tão banal porem oque me chamou atenção foi a forma como ele chamou tal organização "Carracos", esperei ele dizer aonde ficava essa tal organização e parti com o dinheiro do ultimo roubo. Quando cheguei a frente do local, vi apenas uma mansão era bem bonita por favor, porem tinha uns caras grandões do lado de fora isso poderia ser um problema, tirando o fato de eu ser acertado na nuca por um deles.

- Estava tudo bem, eu não conseguia enxergar nada porem escutava uma voz que aos poucos foi ficando cada vez mais clara, também notei que sentia um frio intenso e estava sem minhas roupas e logo pensei "Mas que diabos", logo a mulher falava algo como; 'Hoje vocês começam o teste de vocês, peço que prestem atenção naquilo que eu vou explicar.
Não demorou muito e ela tirou o pano que cobria meus olhos, a sala era um ambiente fechado a mulher era chamativa, eu poderia queimar aquelas cordas que me amarravam mas como um bom observador resolvi ficar  ali quieto no meu canto, também reparei que tinha poucos ali e o carinha que me revelou este lugar, não conseguiu talvez chegar até ali por motivos de incapacitação " ele era muito fraco" pensei.

- Escutar um bom rock, combinaria com a situação em que eu me encontravam, depois que a mulher me desamarrou eu simplesmente soltei um ruído não sei se foi de alivio ou tensão, ela explicava mais coisas sobre mutantes, colheiras e mulheres e homens, quando me deu uma lista com certos dados de inicio não entendi nada mas quando li cada registro que tinha ali ficava com nojo de um especial, uma mulher que maltratava mutantes e chegou a matar 10 de nós, então começaria por ela e como a luminosidade estava baixa tive de tomar cuidado logo meu poder de levitação se ativa e clareando um pouco mais, todos os corpos se encontravam ali, só que ainda estavam vivos e este era um problema para mim certo ?

- Fui na direção do que parecia ser uma mulher mais velha, a primeira vitima de verdade que eu teria, a peguei pelo braço e a arremessei em direção a uma mesa, quando suas costas se chocaram contra o metal eu dei uma risada, alguns começaram a se mexer dentro da jaula porem nada faziam, meu brilho se intensificava a cor dos meus olhos com sua alteração para uma cor mais amarela representava que eu não estava, digamos ... Bem, peguei o primeiro machado sem hesitar comecei a cortar a carne da mulher  com movimentos repetitivos ela gritava o mais alto que podia mas eu não podia tolerar o fato dela ter matado dez como eu apenas por ser uma pessoa comum, talvez fosse esse o problema pessoas comuns. ▬Essa é a diferença entre um assassino mutante, e um assassino comum, nós mutantes matamos por vingança e vocês apenas porque querem não é mesmo ? ▬ O sangue dela escorria por todo seu corpo então para finalizar pegava duas adagas e fincava em seus pulsos prendendo-a junto a mesa de metal.

- Quando se trata de um assassino de mutantes minha personalidade se muda totalmente, eu fico fora de controle e coisas assim acontece, a mulher ainda estava lá agonizando e morrendo lentamente, meu poder de levitação foi desativado e eu já estava quase equilibrado se não fosse o sangue em minha face eu juro que ficaria mais calmo, avancei contra a jaula enquanto ia lendo os detalhes dos  restantes e quando li sobre o estuprador não pensei duas vezes enquanto apontava minha adaga para ele, pode ser mutante mas estuprar para se divertir não é lá muito legal e é por causa de mutantes assim que os humanos ficam impuros, existem dois lados da moeda e eu quero ser seu equilíbrio, enquanto o mutante caminhava não parecia querer revidar peguei uma corda e amarrei sua mão, enquanto dizia : ▬Diz ae, é bom estuprar? Pois é isso que vai acontecer com você▬, aproveitava que já  estava nu e apenas abaixei a causa do homem, enquanto ia penetrando nele podia ver o sangue escorrendo era nojento mas ele parecia estar sentindo bastante dor, logo peguei a adaga e cortei seu pescoço, menos um, e quando olhei para o lado os olhos da mulher estavam brancos, bom com isso faltavam quatro.

- Achei patético o fato de terem pessoas inocentes ali, ainda mais sendo mutantes logo pedi para mulher que não se meta no caminho de nenhum mutante e a botei para dormir deixando-a ao lado da cela, se os carrascos não me aceita-se por essa atitude eu não me importava só não gosto de ter que matar sem motivos. O garoto de doze anos que ali estava também foi liberado mas logo deixei uma marca 'M' em sua perna direita só para ele se lembrar que eu sou muito superior a ele nos roubos, e então faltava a menina que o padrasto, bom eu gosto de dinheiro e isto já é motivo para mim, mas a garota não sabia que teria um problema tão grande desses então quando resolvi pega-lá para terminar o serviço parece que pude sentir sua aflição em meu corpo mas foi rápido e ela parecia estar pronta para isso, como não sou melancólico terminei logo o serviço cortando sua cabeça.

- Com isso restava apenas um, um homem mutante procurado pela S.H.I.E.L.D? Então ele devia ser perigoso, tomei todo cuidado possível considerando a baixa luminosidade, quando fui pegar em seu ombro ele encostou em meu braço e aquilo começou a arder em um breve momento em minha mão saiu uma rajada de fogo e com um grito que poderia ser ouvido até mesmo fora daquela apertada sala eu incinerava o homem, quando fui ver meu braço ele pareceu mais magro que o normal, talvez o poder dele tivesse um processo lento mas, desidratação hein?

Fui bater na porta para onde a mulher foi, então disse em alto tom .

 ▬Está feito.▬ 


•Habilidades utilizadas•



Nome: [A] Lança Fogo -
Natureza: Reflexo [T] / Intelecto [D]
Tipo: Fogo
Grupo: Pirocinese
Bônus de Acerto: +1
Dano/Defesa: 1d10+1
Recarga: Uma vez por ação.
Descrição: Lança uma rajada de fogo em terminado objeto/inimigo/local com um poder destrutivo grande.  

Nome: [P] Levitação Química
Natureza: -
Tipo: -
Grupo: Pirocinese
Velocidade: 20m/s x Intelecto. Pode dobrar a velocidade se gastar uma ação.
Descrição: Queimando o oxigênio ao redor e gerando uma combustão steve pode se manter no ar por um determinado tempo.
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Re: Teste para os Carrascos

Mensagem por Harkness em 09.06.14 19:22



Teste Reprovado


Steve o seu teste foi bom, você conseguiu descrever bem as suas ações mas fugiu um pouco do contexto..
A intenção do teste era ver como você se sairia numa tortura, e bem, você optou por uma "chacina".
Além disso, a forma como escolheu sua primeira vitima e a segunda, além de suas falas e pensamentos deixou bastante claro a sua posição com relação a humanidade.
Acredita que se encaixaria melhor na Irmandade dos Mutantes, pois são eles que estão contra os homo sapiens.

Leia mais sobre os grupos Aqui






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Re: Teste para os Carrascos

Mensagem por Jack Frost em 11.06.14 18:35





Iceborn








El Sonido de Las Cadenas y El Invierno.



Há duas semanas uma correspondência chegou até mim, algo sombrio escrito com uma letra única que imitava quase perfeitamente uma escrita a mão só que com letras brancas e grossas numa folha negra, um convite inesperado, algo relacionado à possibilidade de entrada numa Organização de Assassinos, bem foi basicamente isso que entendi já que meu Inglês não é dos melhores, fiquei curioso sobre a possibilidade de eles saberem sobre meu poder e a tal S.H.I.E.L.D não possuir esse conhecimento, talvez tenham descoberto sobre meus ataques quase vampirescos ou das vezes que sou obrigado a me defender de Ativistas AntiMutantes que realmente desconfiavam que eu era um Super de Origem Natural, besteira, o que me importava era a carta - ¿Qué tienen en su lugar? – Repetia para mim mesmo enquanto observava os detalhes da correspondência, entretido anotei o local informado e o procurei na internet.

Agora olhando para a enorme Mansão pessoalmente me questionava sobre como eu nunca havia ligado para ela, “Esa mierda es enorme” pensei meio atordoado, me aproximei do portão que não percebi guardas, mas que deveriam estar dentro da cabine de vidro negro do lado de dentro, uma câmera se moveu para mim como se questionasse o motivo de minha visita e quase involuntariamente mostrei o envelope e a correspondência presas uma a outra com um grampo e depois de alguns segundos um estalido anunciava a abertura do portão que me mantinha a espera, bem, na verdade eu quase sai correndo quando ouvi o barulho, aquele lugar parecia perfeito para ser enfiado encapuzado no primeiro carro velho que tivesse e depois ser vendido a primeira base científica governamental ou não governamental que quisesse me abrir e tentar entender como ganhei meus poderes, mas então respirei fundo e comentei - Cálmate, es sólo un trabajo, bueno, es un trabajo de matar a la gente, pero no debe ser tan malo. – passo por passo adentrei na Mansão.

A beleza era intrigante e ao mesmo tempo assustadora do local, parecia ostentar um ar sinistro e isso só pelo que pude notar sendo escoltado de cabeça baixa por dois brutamontes que certamente deviam ter algum poder, não é possível que humanos normais tivessem sido contratados para manter contidos mutantes e outros tipos de “super”, enfim fui levado para uma sala escura com poucas luzes acesas, havia outras pessoas no local, mas as ignorei juntamente das que chegaram depois de mim, eles seriam importantes se eu fosse aceito no que quer que aquilo fosse, mas não eram a minha preocupação agora.

Não tardou para que uma moça entrasse na sala, carregava materiais variados como armas, cordas e praticamente tudo que poderia ser arrancado de um filme de Terror e Ação e um pouco depois um grupo de pessoas nuas encapuzadas foram largadas numa gaiola, algumas cochichando e alguma delas chorando, naturalmente comecei a pensar nos pontos de fuga do lugar só que me decepcionei com as possibilidades, eu não sabia o que ia acontecer ali até que a moça começou a falar sobre o teste e sobre o que tínhamos que fazer como torturar e matar as pessoas na gaiola, interessante e cruel, além de que talvez aquilo fosse um Reality Show pago por um ricaço sádico e desocupado, enfim a rapariga prosseguiu com suas falas dizendo sobre o fato de alguns dos desnudos a serem sacrificados pelo bem maior de alguém cometeram crimes ou que eram mutantes e outros não eram ou não cometeram nada então basicamente tinham qualquer tipo de gente ali, ela prosseguiu deixando uma papelada com um informativo sobre cada pessoa na jaula e ao sair às luzes apagaram sendo substituídas por tochas o que me surpreendeu um pouco, mas ela não tinha saído sem antes citar o atormentador lema dos Carrascos.

Bem, eu estava preso ali e a morena de olhar ferino havia começado um jogo, um jogo de condições simplórias, mas que simplesmente não jogar era impossível, então decidi mostrar que posso ser um bom jogador, fui o primeiro a andar até a papelada que explicava cada um dos desnudos da jaula e resolvi escolher qual seria o meu brinquedinho.

- Um homem de 30 anos estuprador é um alvo perfeito para qualquer um, qualquer pessoa poderia retira-lo dali e cortar ele em pedaços ou simplesmente mata-lo, decidir derrota-lo não demonstra a ferocidade e crueldade que os Carrascos querem e o fato de ser mutante apenas serviria para iniciar um combate desnecessário no local.

- A menina de 7 anos não chamou minha atenção, não sou um monstro egoísta desesperado por dinheiro, certamente não desse jeito e mata-la demonstraria um nível desnecessário de ganância, do tipo perigoso daquelas pessoas que não são confiáveis e que estão loucas para ter poder e dinheiro a qualquer custo e essas pessoas são experientes em se rebelar e em trair.

- Uma senhora de 77 anos com um histórico impecável de atrocidades tão cruéis que poderiam fazer certos vilões ficarem no chinelo, mas o que ela fez que outros membros daquele grupo de Carrascos já não possa ter feito? Se ela matou mutantes é que por algum motivo ela conseguiu e se conseguiu merece respeito, não que eu seja um antimutante, mas não é todo dia que você encontra uma pessoa com tal histórico, preferiria conversar com ela a ter que mata-la além das acusações de tortura e outros, ela não merece ser morta, merece virar uma professora.

- Um garoto de 12 anos, pequeno ladrão e que sequer imagino o que tenha ocorrido com ele para ter feito isso ou como é sua vida, não existe motivo para mata-lo, não existe lógica nem sequer o mínimo de objetivo, ele é a escolha perfeita.

Passei os olhos correndo pelas informações das outras vitimas, uma jovem moça e um velho, ambos mutantes e que não me interessavam então encarei a jaula percebendo o corpo franzino do pequeno menino que havia escolhido, ele era moreno talvez latino e bem magro tanto ele como a menina poderiam ser mutantes sem que tenham ativados seus poderes ainda, seu corpo tremia de medo, suas costelas pareciam dançar a cada respirada ofegante e seu pequeno “Objeto” pendurado entre as suas pernas parecia se esconder atrás dos ainda insignificantes testículos, tive pena dele, mas ali naquele momento aquilo era apenas um jogo, se os Estados Unidos lançar uma bomba no Afeganistão ele ira matar crianças, se um drone tiver como objetivo um ponto ele certamente ira matar inocentes e a minha diferença dos Estados Unidos é que estou ali, cara a cara com o alvo então respiro lentamente, meu batimento quase cessa como de costume desde que morri no Chile, largo as folhas na mesa e também deixo ali a minha blusa de moletom e abro a porta da jaula, tento ser o mais preciso e rápido que consigo para puxar o garoto da gaiola sem chamar a atenção dos outros e com sucesso trago o menino para o lado de fora sem que os outros encapuzados percebam meu movimento, empurro o pequeño na mesa que se estende próxima a jaula.

- Oi pequeño, não se assombre comigo, serei cuidadoso com todos los detalhes.

- Me deixe... me deixe sair.

- Nãnãnãninanão, isso ser um gran juego, no puedes simplesmente escapar daqui.

Tiro o capuz do garoto e aprecio seu rosto jovem, olhos negros e pele amorenada certamente deve ser Latino com a juventude jorrando da sua face, havia marcas de cicatrizes pequenas em seu tórax magro que minava suor e seus olhos encaravam os meus com desespero e piedade.

- Não se atormente comigo, la muerte no es el final, lo sé.

Então pego uma das cordas da mesa onde a moçoila largou os objetos e uso ela junto com o pano que removi da cabeça do garoto para amarrar a sua boca, pego também um punhado de agulhas, uma marreta pequena, correntes e um bisturi então vou até os pés do pequenino, mas assim que encosto minha mão gélida no pé do possível mexicano ele começa a se debater como um peixe asfixiando.

- Para. – Ordeno irritado.

- Para! – Aumento o tom.

– PARA! – Repito gritando enquanto acerto com a marreta na região estomacal do garoto.

– Entenda, es el fin , não adianta lutar, acabou, aceite. – Falo enquanto me volto novamente para os pés, posiciono as agulhas entre a unha e a carne e com algumas marretadas encaixo agulha por agulha até a metade na carne do menino que começa a chorar e soluçar compulsivamente. Deixando enfim as agulhas encaixadas na carne, saco o bisturi e faço um corte de meia lua no pé do moçoilo logo abaixo dos dedos e centímetro por centímetro eu removo a pele dele da carne, o sangue flui incansavelmente da ferida aberta enquanto o menino sofre com a dor e eu sinto apenas pena, pena por infelizmente ele ter sido levado ali e estar sofrendo em minhas mãos, sim, eu tenho pena dele, mas adoro fazer isso, todas as vezes que ele dobrava os dedos como forma de protesto pela dor que sentia ao ter sua pele arrancada as agulhas adentravam ainda mais em sua carne e só as removi quando a pele já tinha sido arrancada, me voltei então para as mãos e as prendi uma a outra com a corrente deixando suas palmas para cima, primeiro com a marreta quebro o dedo mindinho da mão esquerda dele e começo a cantarolar uma música “Cling clang, go the chains, Someone’s out to find you, Cling clang, oh the chains, The warden’s right behind you...” o que me da uma ideia, amarro duas das correntes na passadeira da minha calça e as deixo chegar até o chão, a cada passo elas chacoalhavam fazendo um sonzinho macabro, sorri malicioso para o nada e tiro o pano da boca do jovem.

Osso por osso, pancada por pancada vou moendo cada estrutura com cálcio das mãos do pobre infeliz que berra desesperado e eu observo o terror dos outros na gaiola, pânico, eles tremiam a cada passo e a cada grito com a voz das correntes como uma música macabra de fundo, depois de moer os ossos das mãos do jovem pego o alicate e começo a puxar e torcer suas unhas até remove-las, *TRAC, uma por uma.

Uma colher e um isqueiro era uma combinação criativa, única certamente, fervo o metal dela até ficar com aquele vermelhão característico, não gosto de fogo, mas respeito seu poder, então enfio a colher dentro da boca do escolhido, o grito se torna abafado pela dor e as lágrimas e a saliva começam a invadir a boca aberta desesperada quase se afogando com elas então removo a colher, ele tosse e chora com sua pele num tom vermelho desesperado se tanta dor e de tanto chorar, as lágrimas secavam em sua face e eram substituídas por novas enquanto ouvia as pessoas chorando e lamentando na gaiola.

As correntes balançavam e faziam barulho frenéticas enquanto eu caminhava de ponto a outro tendo ideias, havia certamente entrado num frenesi, agarrei o cabelo do garoto perto da raiz e comecei a puxar cada vez mais até arrancar os fios e o sangue, me virei então e reacendi a chama na colher e quando o seu vermelhidão voltou puxei a pálpebra do olho direito, encaixei a colher entre o espaço da órbita e da carne e comecei a puxa-la para fora enquanto o calor derretia a carne liberando um odor típico que se misturava ao suor e pelos dos cílios queimado, depois de remover o primeiro olho me senti como se tivesse ganhando um prêmio de ciências e avancei para o outro, repeti o processo com a companhia do som das correntes e dos gritos abafados do garoto com a língua agora inchada, depois de remover os dois olhos os coloquei de lado e os esmaguei com a marreta, depois de transforma-las num molho esbranquiçado mucoso o despejei na boca no menino que se engasgou, no inicio ele começou a tossir, depois engoliu e por fim vomitou em si mesmo, agora o local fedia terrivelmente como uma mistura horrenda de tudo que a de ruim então decidi que era hora de parar, tudo tinha um limite e essa era a minha hora, eu podia deixar ele vivo, mas não sei o que ele faria da vida dele, se mataria? Procuraria vingança? Se eu mesmo não poderia ficar com minha obra-prima então não é justo que alguém fique com ela, eu queria mantê-lo por perto, mas já que não posso.

Com um punhal contei apenas um dedo para a diagonal a esquerda do mamilo esquerdo em direção para o meio do tórax do pobre escolhido onde eu apoiei a lamina gélida bem em cima do coração, a lamina era fria, mas não mais que minha mão e que certamente deveriam ter sido mais uma forma de tortura ao ficar encostando no garoto então aproximei minha boca do ouvido do moreninho.

- Buenas noches, duerme con los ángeles pequeño guerrero. -

E atravessei seu peito, os batimentos pararam, o coração cessou e o ultimo suspiro foi dado, limpei minhas mãos na minha camiseta, a tirei e joguei em cima do garoto então me voltei para pegar minha blusa que permanecia na mesa com a papelada e a vesti para proteger meu tórax, odiava ser observado sem camiseta por estranhos, avancei até o canto extremo da sala no ponto mais escuro onde um louco enraivecido com poderes talvez não me notasse e não me envolvesse em combate e então fiquei olhando, esperando para ver o que aconteceria enquanto brincava com as correntes.

Spoiler:
Desculpa qualquer erro, escrevi as pressas estou com sono e estou enferrujado com a escrita ainda, espero que tenha gostado da leitura e sim, a musiquinha vai continuar no template.




Thank's for @Lovatic, CG

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Re: Teste para os Carrascos

Mensagem por Harkness em 11.06.14 23:58



Teste Aprovado


Seja bem vindo aos Carrascos, Benjamim wedge !!






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Re: Teste para os Carrascos

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