A Gatuna das Sombras.

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A Gatuna das Sombras.

Mensagem por Helena Diamond em 25.05.14 22:02

Prológo

Sabe aqueles dias que voltamos para casa exaustos depois de ter passado o dia todo pra lá e pra cá resolvendo problemas? Pois é, eu estava nessa situação. Sem contar que estava gripado e quando dei um espirro sem querer acebei topando meu dedão do pé esquerdo numa pedra pontiaguda... Gritei todos os palavrões que eu conhecia de uma só vez só! Assustando um casal de idosos que passava por perto. Eles reclamaram por eu estar poluindo o ar com minhas palavras obscenas e eu apenas fingi que não tinha ouvido nada e continuei mancando pelo o meu caminho.

Minha sorte foi que parou do meu lado uma alma bondosa (na verdade um amigo do trabalho) me oferecendo carona. Não era de se esperar que alguém que dava em cima de mim faria esse favor para mim, mesmo eu deixando bem claro que não queria nada com ele. Porém, negar uma carona na situação que eu estava... Estava muito longe de casa. Aceitei e subi na moto. O caminho foi um pouco desconfortável, meu dedão ardia. Quando eu finalmente cheguei em casa e agradeci a carona. Esperei ele ir e dei meia volta em direção à porta. Pisei o batente com pé esquerdo.

A minha surpresa foi quando eu percebi que a porta havia sido arrombada. Abri vagarosamente e entrei sem fazer muito barulho. A luz da sala estava piscando e a tv da sala estava ligada tocando a música Imaginary de Evanscence em alto e bom som. Tinha alguém dentro da minha casa. Nesse instante eu senti uma calor luminoso vindo em direção as minhas costas e fui atingido por uma esfera flamejante sendo jogado na minha estante adiante. Pude ver a cara da invasora.

Vai ser mais fácil do que eu pensei. Sinistro vai me agradecer, além da unha eu vou é arrancar o seu dedo com tudo.Ameaçou balançando o alicate com a mão direita.


Continue...

Objetivos:

A missão é One Post. Você pode começar e terminar a missão desde que seus detalhes não fujam da minha narração. Seu objetivo é manter o clima de suspense e tentar em vão a fuga do local, pode até lutar se quiser. Tente sobreviver. A Gatuna das Sombras vai conseguir arrancar a sua unha do dedo mindinho com um alicate e em seguida te deixará inconsciente. Narre os mínimos detalhes, lembre-se que tudo em seu post será avaliado. Boa Sorte!

Outras Informações:

- Será disponibilizada duas vagas.
- Cada um pode narrar da sua forma.
- Não copie o que o outro fez.
- Está de noite e não de dia.
- Cuidado com os erros ortográficos, muleke!
- Faça seu One Post aqui mesmo.

Quem é seu inimigo? Eu!

Como me apresentarei? Do jeito que você quiser. Nunca revelarei minha identidade.
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Re: A Gatuna das Sombras.

Mensagem por Kylle R. Hanner em 29.05.14 17:09






GOOD NIGHT,

KYLLE

Andar a noite no centro de Nova Iorque sozinho pode não ser uma das melhores ideias quando se tem o gene X. Certo, somos dotados e capazes de nos defender perfeitamente, mas mesmo assim, somos alvos tão fáceis quanto. O nosso índice de criminalidade é bem alto, principalmente nesta hora da noite. Não que o ladrão que me roubar vá conseguir muita coisa - até porque, se fosse conseguir, eu estaria em um táxi confortável e não a pé debaixo de chuva.

Há algumas horas eu estava no Central Park socializando com pessoas não muito estranhas, mas não ao ponto de possuírem chifres, caudas e peles escamosas. Estou indo para a loja na qual creio que ainda trabalho. Ter saído hoje de manhã sem nenhuma explicação plausível provavelmente é um dos melhores motivos no qual terão o direito de me demitir. Lembro-me da vez em que fui despedido por culpa de meus "dons", mas é uma história que não vejo necessidade de entrar em detalhes.

A chuva não está dando tréguas na noite de hoje. Já posso sentir meus membros pesando e meu nariz umedecendo. Sinais óbvios de um resfriado. Se eu pelo menos tivesse um guarda-chuvas... Não bastasse um casal de idosos que cruzara meu caminho exibindo esse tão sonhado luxo neste momento. Pensar que eu poderia estar dentro de casa, aconchegado e aquecido, só faz minha vontade de espirrar aument... Aah... Aah... ATCHOW!! Espirrei, e acabei me desequilibrando devido a surpresa do espirro. Quase caí no meio da estrada, e provavelmente eu estaria debaixo daquele táxi que acabou de passar. Quando retornei à calçada, acabei batendo meu pé esquerdo com toda a força que eu possuía no meio-fio. Pudera fosse culpa apenas de minha pamonhice, tenho todo o direito de por a culpa nas pedras mal colocadas nas calçadas. Xinguei e praguejei tudo o que eu tinha direito, o que fez com que eu assustasse aquele casal de velhinhos. "O que vocês estão olhando?", gritei com eles. Certo, isso não foi nem um pouco gentil, mas todos temos o direito de xingar. Não temos? Claro que temos, caramba!

Depois de completamente lavado pela chuva, finalmente cheguei a loja. Ela estava prestes a fechar, mas eu ainda precisava pegar algumas coisas nas quais eu havia deixado aqui antes de ser oficialmente demitido. A porta ainda estava aberta, o que é bom, pois não precisarei pagar o concerto de uma fechadura que eu provavelmente arrombaria.

Quando entro, percebo que atrás do balcão há uma pessoa, mas não é meu chefe. É Oliver, o garoto da minha idade que trabalha nos fins de semana. Provavelmente, meu chefe o chamou para me substituir hoje. Fico um tanto hesitante quanto a companhia dele, indo logo pegar aquilo que eu queria nos fundos da loja. Oliver me cumprimenta com toda a educação e felicidade, e eu apenas retribuo um "E aí?". Não que Oliver seja um garoto chato ou desagradável, muito pelo contrário. Acontece que, as intensões de Oliver quanto ao nosso contato vai muito mais além de colegas de trabalho ou simples amigos. Não que eu possua preconceito ou coisa do tipo, mas é estranho saber que um cara se sente assim sobre mim.

- Eu já estou fechando. - disse Oliver. - Se quiser uma carona... - Bem... Por que não? Não moro muito perto, e bem, ainda sim estou sem guarda-chuva. Ajeito minha mochila com as coisas que sempre levo - me arrependendo de ter esquecido de por um guarda-chuva, como minha mãe sempre me alertava - e vou para os fundos da loja. Por coincidência, Oliver tem um capacete extra para sua moto, o que é um pouco suspeito, mas não quero entrar neste assunto.

Subi na moto um pouco mancando, devido a ter batido meu pé uns poucos minutos atrás. Oliver pergunta se é algo que devemos nos preocupar, mas digo para ele ignorar. Ele liga a moto e vai velozmente, como se estivesse me obrigando a segurar-me em seu tronco. "Não, obrigado", pensei. "Consigo me segurar sem que eu tenha que pegar em qualquer parte do seu corpo, amigão".

Quando finalmente chegamos, ele não parecia mais tão feliz. Agradeço-o e cumprimento-o normalmente, deixando bem claro que somos dois garotos héteros que trabalham juntos e possuem uma boa amizade saudável. Quando assegurei-me de que ele realmente havia ido embora, virei-me e fui em direção a porta de minha casa. Eu me preocupo um pouco com Oliver, apesar dele ser um humano inútil qualquer. Não que ele seja feio, mal vestido ou qualquer coisa do tipo que o faça ter um relacionamento. Acontece que, ele está vindo atrás do garoto errado.

Percebi que havia algo errado assim que aproximei-me da porta. Ela estava escancaradamente aberta, e eu pude ouvir uma música tocando bem alta, vindo de dentro de minha casa. Certamente, não é o estilo de música que meus pais ouviriam. Sabia que deveria estar preparado assim que entrasse em minha casa, então, nada como enxergar tudo além do que os meus olhos humanos podem ver. Vaero Aurae, proclamei, baixo o suficiente para que qualquer um que fosse não pudesse me notar.

Assim, minha visão tornou-se mais clara, mostrando o lado espiritual e arcano que o interior de minha casa podia revelar. A luz do corredor estava apagada, mas a da sala estava quase perdendo seu foco. A TV estava ligada no último volume, tocando uma música chamada Imaginary de uma banda chamada Evanescence. Com certeza, um casal de cinquenta anos não ouviria esse estilo de música.

Conforme ia passeando a passos curtos e silenciosos pela minha casa, era notável a presença de influência mágica, que se manifestava através de rastros luminosos azuis, que preenchiam quase todos os espaços. Certamente, vai ser difícil identificar a diferença entre as magias que fiz aqui em casa e as magias que outros fizeram aqui em casa. Não posso afirmar que exista outro mago aqui dentro, mas certamente alguém com "dons" que não são humanos.

Olhei-me no espelho na parede do corredor, e minha aura revelava claramente que eu estava nervoso. Dou graças aos céus por isso não estar tão perceptível fisicamente. Meus olhos estão brilhando em um azul intenso, pura representação da manifestação de meus poderes. Olhando-me um pouco mais no espelho, percebi que atrás de mim havia um rastro de uma espécie de chamas brancas que emanavam uma luz clara e intensa. O rastro vinha da porta e percorria pela casa, revelando, somente no espelho, marcas de queimaduras nas paredes.

- Espera um pouco! - falei, alto e sem medo de ser atacado desta vez. - Eu ainda não aprendi magias de mimetização elementar. - Tarde demais. Quando vi atrás de mim, alguém vestindo uma espécie de capa branca lançou um tipo de esfera flamejante. Abaixei-me e tentei fugir, mas a esfera impregnou o espelho e o poder foi refletido contra mim, atingindo-me em cheio. Fui lançado em direção a estante da sala, o que fez metade dos livros e objetos que tinha nela caírem no chão, e maioria quebrarem. Quando olhei para trás, pude ver melhor quem estava enfrentando.

- Vai ser mais fácil do que pensei. - disse a pessoa com uma voz feminina, porém, nada delicada. Muito imponente, para ser sincero. Não consigo ver seu rosto muito bem, mas ela está utilizando um tipo de capa branca que não combina em nada com a aparência maléfica da mulher. - Sinistro vai me agradecer, além da unha eu vou é arrancar o seu dedo com tudo. - Ela ameaçou, e só então percebi que ela estava brincando com um alicate na mão direita.

- Ah, que ótimo - disse, tentando me levantar, um tanto em vão. Senti outra esfera flamejante me atingido, que me empurrou para o canto da sala, destruindo uma poltrona. Que grande vacilo, meu pai gostava daquela poltrona. - Levantei-me, um pouco com dificuldade por conta de meu pé machucado, mas consegui correr a uma velocidade mediana. Quando olhei para ela de novo, ela estava com um tipo de bazuca na mão e, por mais incrível que isso pareça, ela estava atirando estacas de gelo em mim. Certo, isso sim é um grande vacilo.

Atravessei a sala, com muita dificuldade para me esquivar dos tiros gélidos da arma-de-gelo-que-aparece-do-nada da minha mais nova inimiga, mas consegui chegar até o interruptor e desligar a luz da sala que não parava de piscar. "Isso", pensei, "é disso que eu preciso, escuridão". Assim que a casa ficou completamente apagada - com exceção da TV - pude sentir cada centímetro dela que estava mergulhada na escuridão. Estendi minhas mãos e lancei várias rajadas de sombras na direção dela. Algumas a atingiram, mas não pareciam surtir um efeito realmente significativo nela. Ok, isso é preocupante.

Ela estava me encurralando com uma simples arma de gelo, e isso era muito, muito ruim. Só via um tipo de solução para isso. Falei, alto e claro Protaegun Mys'tichalo Nyxae, e meus olhos brilharam, expressando a presença de meus poderes místicos. Estendi minhas mãos para frente e fechei-me dentro de uma espécie de redoma mágica que surgiu a partir de minhas mãos. Só que, para minha surpresa, as estacas de gelo continuavam me atingindo. Como se elas fossem completamente intangíveis as minhas barreiras mágicas, ou como se elas sequer existissem. Só existe uma explicação óbvia para isso.

- É uma bazuca psíquica! - Excelente, era tudo o que eu precisava. Meus poderes são completamente inúteis sob a presença de poderes psíquicos. - Mas que grande bosta. - Praguejei mais ainda, enquanto recebia mais estacas de gelo no corpo. A maioria quebrava, mas a última a me atingir havia feito um buraco pequeno em minha barriga. Não bastasse meu pé...

- Desista - ela dizia. - É inútil lutar contra mim. Eu vou conseguir o que quero, nem que isso custe seu dedo inteiro. - O que ela dizia não parecia fazer muito sentido, mas eu sei que ela não veio aqui para brincadeiras. Antes que ela pudesse atirar mais uma estaca, atirei-me em sua direção e simplesmente atravessei-a. Outro truque que tenho na manga. Nada pode me tocar, contando que eu esteja debaixo de qualquer sombra.

- Aí dona. - Gritei para ela, em desafio - Que tal tentar pegar aquilo que não se pode tocar? - Ela pareceu ficar mais furiosa ainda, e desta vez, lançou outra esfera flamejante em minha direção. Me jogo nas sombras do corredor, e vou parar dentro de meu quarto. Ouço a parede estremecer com algum ataque dela, e antes que pudesse me ver, saltei em direção ao teto, atravessando-o e chegando ao andar superior.

- Eu sei que você está aí, Kylle. - Dizia ela abaixo de mim. Senti o chão se aquecendo sob meus pés, e isso era muito ruim. Se eu ficasse exposto ao seu fogo, estaria diante de luz, e com luz, ela pode me tocar com livre e espontânea vontade. A madeira começou a dilatar sob meus pés, até que finalmente se partiu e caí em meio aos escombros do teto. Ela estava de pé diante de mim, e provavelmente está sorrindo diante da minha desgraça. Tento "puxar" as sombras dos cantos das paredes até que cheguem a minha mão, e a partir dali, formo um tipo de dragão feito de sombras. Não é grande o suficiente para surpreendê-la, mas espero que a distraia para que eu possa fugir. Infelizmente, ela descobre minha fraqueza e apenas balançando a mão nas sombras, faz o meu pequeno dragão sumir, como se fosse a fumaça banal de um cigarro.

Me levantei com dificuldade, mas consegui correr para fora do cômodo. Inútil. Uma espécie de armadilha de urso simplesmente surgiu em meu pé, e me derrubou no chão. A dor promovida pela pressão da armadilha é sem igual, e a sensação é de que meu pé será arrancado fora. Ela gargalha, e sei que é agora que ela irá arrancar minha unha, seja lá o que for a sua finalidade com ela.

Sinto meu pé arder - justo o que estava machucado - mas ainda sim, era apenas o começo da tortura. Senti minha carne sendo puxada, e o frescor ardente que percorria o meu dedo menor do pé esquerdo. Pra que raios ela quer minha unha? Quando ela finalmente parou - o que não trouxe nenhum alívio - ela riu com sua vitória. A armadilha de urso sumiu de meu pé, e então ela me chutou, virando-me para cima. Quando olhei para ela, vi que ainda assim não conseguia ver seu rosto. Sua capa tinha um capuz que cobria sua cabeça e ocultava sua identidade. Isso era tudo o que eu menos desejava. Mas, mesmo que eu soubesse quem era ela para poder denunciar, como vou explicar as autoridades sobre isso? "Uma maníaca mutante me atacou dentro de casa. O que eu fiz para me proteger? Revidei com meus poderes mutantes maníacos também!". Genial Kylle, genial.

Antes que eu pudesse me tornar consciente de qualquer outra coisa dali em diante, ela dá um chute forte em meu rosto, e eu apenas adormeço.

Quando acordo, meus pais estão ao meu redor, junto com vários policiais que estão fazendo a perícia pela casa. Eles não conseguem explicar sozinhos como parte da casa está destruída, mas eu sei. E sei mais ainda que, se eu contar, estarei em sérios problemas. Meu pé dói e está dilatando debaixo dos curativos que me fizeram.

- Saímos para fazer umas compras, deixamos um bilhete, e quando chegamos estava tudo assim, e você aí. - Disse minha mãe, muito preocupada.

Aquela mulher era esperta. De algum jeito, os poderes dela estavam muito bem encobertos. Só fui capaz de ver a passagem dos mesmos com meus poderes místicos, e ainda assim precisei olhar através de um reflexo. Um bloqueio áureo realmente muito poderoso.

Depois de me interrogarem - e eu negar qualquer tipo de influência mutante - a polícia afirma que a "tentativa de assassinato" deve ter a ver com a onda de ataques terroristas que o nosso bairro vem sofrendo ultimamente. A única coisa que os surpreende é ela não ter levado nada. Estamos encarando isso tudo como um simples assalto que deu errado.

De qualquer modo, é uma noite na qual eu não quero me lembrar. Ou, uma noite que eu vou tomar como exemplo. Tenho um novo objetivo em minha vida: saber quem era ela, e o que ela queria. Não bastasse não saber quem são meus pais biológicos...

Mas isso é o de menos. O que conta, é que, se essa sujeita voltar para Nova Iorque arrancar mais unhas, eu vou impedi-la, mas estarei preparado. Por mais idiota que pareça essa frase, estarei preparado. A "Mulher Bazuca-De-Gelo-Que-Aparece-Do-Nada", como prefiro chamá-la, não se encontrou comigo pela última vez. Aah, certamente não. Eu e ela ainda nos veremos algum dia desses, mas neste dia ela não lutará com Kylle Ronnald Hanner. Ela irá enfrentar o Lobo Místico.

tagged: NADA A DECLARAR ✖ listening: IMAGINARY by EVANESCENCE ✖ tks, clumsy!



Poderes Utilizados:
Nome: - Umbracinese
Natureza: Raciocinio [T] / Intelecto [D]
Tipo: -
Grupo: - Sombras
Bônus de Acerto: +2
Defesa: +2
Recarga: Pode ser usado uma vez a cada dois turnos.
Descrição: - Capacidade de criar e manipular as sombras e a escuridão. Em alguns momentos é capaz de criar formas não-sólidas, que logo dissolvem-se.

Nome: [A]- Intangibilidade Sombria
Natureza: Raciocínio [T]
Tipo: -
Grupo: - Sombras
Bônus de Acerto: -1 (Caso usado para se defender o teste serve para ver se fez a tempo)
Dano/Defesa: -
Recarga: Dura 1 turno, sendo incapaz de atacar também.
Recarga: Pode ser usado uma vez a cada três turnos.
Descrição: - Em todo lugar onde haja ocorrência de sombras (até mesmo sombras normais causadas, por exemplo, por um beco escuro ou a sombra de uma pessoa) ou de qualquer energia escura, utilizando a mesma lógica de que quando passamos por uma sombra não podemos tocá-la, o personagem tem a capacidade de tornar-se intangível. A única necessidade é estar com qualquer parte do corpo coberto com um mínimo de sombra possível.

Nome: - Campo Místico Defensivo
Natureza: Raciocínio [T]/ Intelecto [D]
Tipo: -
Grupo: - Magia Ancestral
Bônus de Acerto: +2
Defesa: 1d10 +1 vs Físicos ou 1d10 +3 vs Mágicos
Recarga: Pode ser usado uma vez a cada dois turnos.
Descrição: - O usuário de magia tem esta habilidade para se defender dos ataques de seu inimigo. Com esta habilidade, o personagem pode criar uma espécie de campo de força a sua frente ou ao seu redor, lhe protegendo de ataques tanto físicos como mágicos, sendo completamente vulnerável a ataques psíquicos, mas esta habilidade serve principalmente para ataques místicos. Para ativar esta habilidade, ele deve estender as mãos e dizer as palavras Protaegun Mys'tichalo Nyxae. Ao usar este poder, os olhos do místico ficam em um tom azul fluorescente, passando uma aparência mágica e sobrenatural.

Nome: [A] Visão Sobrenatural
Natureza: Raciocínio [T]
Tipo: -
Grupo: - Magia Ancestral
Bônus de Acerto: +4
Dano 1d10 +1 (Dano em intelecto; Para ver o estado emocional)
Recarga: Pode ser usado uma vez a cada quatro turnos.
Descrição: - A visão sobrenatural dá ao personagem a capacidade de ver através do mundo espiritual. Com isso, pode ver onde há ocorrência de espíritos e onde há influências arcanas. É possível também enxergar a aura das pessoas que desejar, enxergando assim seu estado emocional. Para utilizar desta habilidade, o personagem deve dizer as palavras Vaero Aurae Este poder torna os olhos do personagem em um azul fluorescente, passando assim uma aparência mágica e sobrenatural.

Consultei a ficha de Helena Diamond para saber melhor quem estive enfrentando. Espero ter descrito a utilização de seus poderes corretamente.
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Re: A Gatuna das Sombras.

Mensagem por Krieg K. Hook em 30.06.14 11:10

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Re: A Gatuna das Sombras.

Mensagem por Helena Diamond em 04.07.14 11:10

Kylle R. Hanner, você foi formidável em sua missão. Um dos melhores jogadores de Rpg que eu vi. Corajoso pelo fato de aceitar a missão e relatar tão bem os fatos.

Você só esqueceu de uma coisa, não existe virgula antes de verbos.

Fora isso, está tudo peerfeito! Meus parabêns! Receba agora: 20 pf's e 100 moedas. Aproveite e compre algumas granadas. kkkkk


Eu queria te dar mais, porém as regras não me deram alternativas.

 :isa2:
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Helena Diamond
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Re: A Gatuna das Sombras.

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