Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

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Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Victor von Doom em 27.04.14 0:28

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Ruas de Nova Iorque

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Três sentinelas invadiram o Instituto S, provocando o caos para os alunos por serem maquinas mortais especialmente para mutantes. Alguns mutantes se entregaram para não morrerem, outros tentaram fugir e os mais impulsivos atacaram as sentinelas, resultando na morte deles. Enquanto a batalha acontecia, um dos alunos fugia do Instituto S, em uma moto preta XVS950A da Yamaha, e em sua garupa saltava Vyolet, apesar de surpreso John não parava para conversar, acelerava e saia o mais rápido que podia para longe do Instituto.

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(John possui poderes ligados a reflexos)

Já um pouco distante do Instituto, John falava gritando para ela poder escutar - Vyolet não é?! As coisas não saíram muito bem, se quiser descer me avisa, quero tentar chegar no cais, o meu tio tem um barco lá, acho que não vão nos procurar lá. - John dificilmente reduzia a velocidade da moto, por algumas vezes vocês passavam quase raspando em outros carros. A medida que iam avançando, começavam a notar destruição em outras partes da cidade, parecia que as tropas de Doom estavam atacando outros mutantes espalhados pela cidade ou até mesmo as autoridades.

O caos se espalhava pela cidade, carros batidos, pessoas correndo pelas ruas, sinais de fumaça...



Regras,




- para os que estão entrando agora na trama, descrevam antes de tudo a reação da noticia do primeiro post, depois a deste post aqui.

- NÃO HÁ ORDEM DE POSTAGEM

- A PARTIR DE AGORA, ESTA VALENDO AS REGRAS DE COMBATE. Nada de afirmar que acertaram alguém e sempre que usarem um poder postem o poder.

- Os npcs e cenário serão controlado pelo narrador, no máximo façam algumas falas deles e coisas sutis.

- Pulseira, uma vez colocada não se pode afirmar que conseguiu a retirar, se quiser tentar deverá esperar a postagem do narrador para ver se conseguiu.

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Vyolet Jhoenne em 27.04.14 15:56

Caos Total
Sangue.  Algo que todos têm dentro de seu coro e algo que começava a escorrer do ombro da mutante Vyolet. Um pequeno corte havia surgido no local durante uma das primeiras noites em que o sono atingira a mente da jovem e a levara para o reino de Morpheus. Os sonhos davam um novo mundo para a garota, um mundo onde as sombras predominavam e todos, exatamente todos viviam de forma amigável, sem caos, doenças ou coisas dos gêneros. Tudo se tornava pacifico, porém mais negro que o comum. Algo despertou a menina do sono, seus olhos mantiveram-se fechados por alguns segundos a mais, sua boca abria e fechava lentamente conforme os bocejos surgiam. De alguma forma o lábio inferior da moça tocou o pequeno corte no braço, o gosto do sangue chegou à língua da menina, seus olhos se abriram de forma assustada, algo anormal havia acontecido. Como ela havia se cortado sem perceber? Talvez os professores da academia precisassem de uma amostra de sangue para o banco de dados do instituto. Vyo se levantou e seu olhar fora exatamente para a janela, o céu começava a ganhar a cor laranja que o amanhecer trazia. Uma das mãos elevou-se ao olho esquerdo e esfregou este por alguns breves segundos enquanto mais um dos bocejos surgia. O corpo da garota parecia mole, o sono ainda estava deixando o corpo e isto dava certa moleza à moça. Seus olhos piscavam enquanto sua boca abria vez ou outra tentando assimilar algumas coisas e pensar no que fazer em seguida. As pernas que estavam cruzadas se descruzaram e lentamente foram levadas ao chão, o gelado deste subiu pelos pés até encontrar-se com a coluna da loira e deixar que os pelos dela se ouriçassem. A mão direita passou pelo cabelo e em seguida a esquerda começou a prendê-lo em um coque. A jovem levantou-se da cama, seus passos eram obviamente arrastados, seu corpo neste momento parecia pesar toneladas. Os braços se mantinham ao lado do corpo, caídos como se estivessem com pesos presos às mãos, a mente da menina estava presa novamente ao rosto que surgira em seus sonhos. Uma porta branca fora aberta revelando um banheiro branco. A jovem o observou por alguns instantes, voltou à postura normal enquanto seus passos a levavam para dentro do mesmo. Os pés pararam alguns centímetros a frente da pia, o rosto da garota estava refletido no espelho, assim como o corte no ombro também era visível. O pé esquerdo se elevou brevemente e chocou-se contra a lateral da porta, com certa força ela fora empurrada, sendo assim fechado. Os olhos da moça acompanharam o fechamento da porta através do reflexo no espelho, logo o olhar dela se dirigiu ao box, de forma calma ela se encaminhou até este, o qual abriu e ligou o chuveiro deixando que a agua caísse. Afastou-se no máximo dois passos do chuveiro, as mãos foram para a barra da blusa do pijama, esta fora puxada para cima e retirada, o fino tecido fora jogado contra pia, o mesmo foi feito com o fino short que completava o pijama branco. A mão direita da garota estendeu-se até tocar algumas gotas da agua e sentir que esta estava quente. O corpo da jovem lentamente fora adentrando o box e sendo tocado pelas quentes gotas de agua.

06hrs


A menina ainda se mantinha embaixo da agua do chuveiro, sentada no chão abraçando as pernas. A agua do mesmo escorria por todo o corpo nu, o cabelo loiro caia de forma suave pelas costas, o rosto se mantinha escondido entre as pernas e o que se ouvia era apenas o som da agua caindo sobre o corpo e chocando-se com o chão. O rosto se levantou, o corpo começou a se levantar do chão, logo em seguida o chuveiro estava sendo desligado a Vyolet estava se envolvendo em um roupão branco. Passando pelo espelho ela voltou a prender o cabelo em um coque alto, ao abrir a porta do banheiro uma leve brisa gelada passou pelo seu corpo e um pequeno sorriso esperançoso lhe surgiu em seus lábios. Seus olhos que estavam fechados se abriram, estes brilhavam e procuraram pelo quarto algo que o coração da garota desejava. Nada fora encontrado, o sorriso sumiu dos lábios e os olhos pararam de brilhar. A cabeça da jovem se abaixou e seus olhos se fecharam brevemente, voltaram a se abrir no momento em que ela começou a caminhar para a cama, se sentou nesta pegando seu caderno de desenhos, um lápis e por final o controle da televisão. Esta fora ligada e o controle fora jogado sobre as cobertas. O caderno fora aberto em uma das paginas que possuía um desenho inacabado, o rosto daquele homem que jamais se releva por completo. Vyo o observou por alguns segundos, virou algumas folhas e começou a desenhar.

7:10


A mutante se manteve desenhando até que algo na tela da teve chamou-lhe a atenção. - Esta mensagem tem como alvo, mutantes e outros seres dotados de algum tipo de poder. Sei onde vocês vivem, onde se escondem, conheço os seus familiares, em resumo sei muito sobre vocês. Vocês são os únicos que possuem alguma capacidade superior aos demais mortais, os únicos que poderiam pensar em oferecer alguma resistência a mim. Porém será inútil lutarem contra mim, sendo perdas desnecessárias... Agora vou direto ao ponto, irei governar este mundo e torna-lo um lugar melhor, irei colocar em cada um de vocês isto. O homem que aparecia na tela da televisão era bem conhecido por todos os mutantes, a jovem menina deixou o caderno e o lápis de lado já se aproximando da beirada da cama para ouvir tudo atentamente. Nas mãos do homem uma pulseira prateada surgia. - Ela garantirá que nenhum de vocês usem os seus poderes para ir contra a minha vontade, podendo usar apenas para outros fins. Os que se opuserem contra isto serão severamente punidos. Aos descrentes, saibam que possuo amostras de cada um de vocês, para garantir que ela vá funcionar com todos, estas foram colhidas ontem. As minhas tropas estarão se dirigindo aos seus locais para levar os que pretendem se render e eliminar os opositores. Vocês possuem 1 hora, a partir de agora. O olhar da garota dirigiu-se para o machucado em seu braço, ela engoliu em seco, aquilo era real, a academia não faria nenhum tipo de pegadinha como aquela com seus alunos. Os olhos da jovem encheram-se de lagrimas, Dr. Doom estava realmente disposto a dominar o mundo e mataria qualquer um que entrasse em seu caminho, a mente da menina voou para longe, para a lembrança de alguém que ela amava assim como amava sua família. A mão direita fora para cada um dos olhos e retirou as lagrimas, a menina se levantou e correu em direção a porta, a abriu e avistou algumas mutantes a mais correndo no corredor. Era realmente verdade e tropas estavam vindo para o instituto. A porta fora fechada com força e brutalidade, Vyo se virou em direção ao seu armário, abriu este e procurou por algumas peças de roupa. Puxou uma calça preta e a vestiu, em seguida puxou um cropped rosa e uma jaqueta. Os vestiu rapidamente, voltou-se para a cama puxando debaixo desta um par de all star estampados.
Calçou os sapatos de forma rápida, um estrondo ecoou por todo o instituto S. Doom’s estavam por todos os lados, estavam destruindo a mansão. A menina correu para a janela a tempo de ver alguns alunos se juntando a professores à frente do instituto. Aquilo estava se tornando um grande caos. A jovem voltou-se para o armário de onde retirou sua katana, a passou pelo pescoço fazendo a mesma cruzar o corpo ficando nas costas. No pescoço da jovem apenas se via um colar prateado com um pingente de cruz, nos braços se via algumas pulseiras negras entrelaçadas. Os passos da menina se tornaram rápidos, após abrir a porta ela se deparou com todos correndo para o lado de fora do instituto. Ela não fez diferente, seguiu para o lado de fora, mas alguém chamou a atenção da garota, um rapaz seguia para o lado oposto, para a garagem. Ele iria fugir e ela iria junto com ele, por bem ou por mal ele teria que leva-la junto. Os passos de Vyolet eram suaves e mal fazia barulhos, algo muito diferente do lado de fora. Sons de coisas quebrando e mutantes lutando ecoava por todos os lados. Um fecho de luz fora avistado e a garota viu além da porta da garagem quebrada e o rapaz que seguia. Tres sentinelas começavam a surgir no céu, aquilo iria se tornar um campo de morte em poucos minutos. Um leve impulso desequilibrou brevemente a garota, algo estava grudado em seu pulso, por um segundo ela imaginou ser algum dos Doom’s a segurando, mas era algo muito pior, era a pulseira que a pouco Victor mostrara na televisão. A jovem bufou, aquilo estava se tornando extremamente ridículo. O som do motor da moto sendo ligado lhe chamou atenção, seu olhar se dirigiu até onde o rapaz se encontrava. Vyo começou a dar longos passos em direção à moto, poucos segundos antes dele partir ela saltou em uma tentativa de se sentar na garupa. Por sorte sua ideia dera certo, ela estava sentada na moto quando esta deu partida. O rapaz que pilotava a moto olhou a jovem, mas nada falou, apenas dirigiu para um lugar bem longe do instituto.
As ruas estavam basicamente no mesmo estado que a mansão, o caos predominava cada canto destas.  Os robôs de Von Doom estavam espalhados por cada comercio, casa e apartamento que possuíam pessoas. O olhar da loira estava atento a cada detalhe, nada poderia passar batido em um momento como aquele. Nenhum detalhe deveria ser esquecido ou nada daquilo iria valer apena. Os braços de Vyolet estavam envoltos na cintura do piloto, este raramente diminuía a velocidade da moto, ele obviamente possuía um destino final, vez ou outra o calor dos carros pelos quais Vyo e o rapaz passavam no meio atingia a perna da mutante e a deixava brevemente incomodada. Aquela não era a melhor situação do mundo, o coração da garota estava apertado e sua mente se prendia em apenas uma pessoa e no estado que ela estaria naquele momento. Um grito puxou a jovem para a realidade. - Vyolet não é?! Surpreendentemente o rapaz conhecia o nome da jovem, ela em resposta a pergunta dele apenas assentiu mantendo seu olhar fixo no espelho da moto. - As coisas não saíram muito bem, se quiser descer me avisa, quero tentar chegar no cais, o meu tio tem um barco lá, acho que não vão nos procurar lá. Que as coisas não estavam muito bem a menina já sabia, qualquer um sabia que as coisas estavam fora do controle, ao menos fora do controle de todos, exceto de Victor. Descer da moto era sim uma opção, mas não das melhores, talvez a jovem fosse ter mais possibilidades de sobreviver ficando com o rapaz e ir para o cais. De lá ela iria arrumar um jeito de ir atrás de quem precisava ver. -  Se não for nenhum incomodo desejaria ir com você até o cais. Talvez lá seja realmente mais seguro... Vyo estava tendo que gritar, a velocidade que a moto estava indo causava forte vento e isto interferia na voz da menina, seus olhos se mantiveram atentos nos locais por onde passavam e em cada detalhe do caos que aquela tentativa de dominar o mundo estava causando.

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Victor von Doom em 29.04.14 1:00

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Ruas de Nova Iorque

Vyolet aceitava ir com John até o cais, ele então acelerava mais ainda para tentar chegar lá, quanto mais demoravam no caminho, mais problemas viam. John falava gritando novamente - Vou acelerar mais, se segure bem. Vamos encontrar o meu tio no cais, o nome dele é Roni... Duvido que consigam pegar ele. - John continuava correndo, forçando ao máximo a moto. Por onde vocês passavam viam gritarias, mas em uma das ruas viam uma quietude, vários civis parados contra a parede como se estivessem rendidos, logo dava para ver o Doom apontando arma para eles, devia ser um dos robôs com a semelhança dele que viram no inicio do ataque ao Instituto S.


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Resultado: 1d10 = 1


Enquanto John acelerava atravessando uma avenina, um carro vinha em alta velocidade para pegar a lateral da moto, o que de certo resultaria na morte dos dois ou na melhor das hipóteses a amputação das pernas dos dois. Entretanto existia uma pequena esperança, John era dotado de grandes reflexos, poderia tentar minimizar os efeitos da batida, mas era improvável que sairia inteiro desta.

John (Condução)
1d10 + 4 = 10+4 + 1d6 (critico) = 18

Dano da batida
4d10 = 21
(toram 3 cada)

John dava o melhor de si em segundos, fazia uma pequena curva na moto em direção ao carro, fazendo a moto voar literalmente por cima do carro, lançando os dois para o alto também em direção a um prédio.

Dano da queda
3d10 = 13
(tomaram 13 cada)

Vyolet batia na parede e caia no chão em seguida e John batia em uma janela atravessando ela, ficando dentro do primeiro andar do prédio. A pancada e queda deixavam Vyolet bastante tonta, mas aos poucos ia retomando a consciência, ela se via na calçada escutando barulho de sirenes e gritos para todo lado, vendo carros correndo, pessoas a pé correndo também para todos lados.

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Vyolet Jhoenne em 30.04.14 21:07

Caos Total
- Merda! É assim que a garota tentava expressar tamanha a dor que invadia seu corpo a cada segundo novo. Seus olhos estavam marejados, suas mãos ambas tocando as costas e as costelas. A dor era inexplicável, palavra nenhuma poderia expressar o que estava domando aquelas belas curvas no exato momento. A cabeça da jovem parecia querer explodir, seus olhos mal ficavam aberto e tudo o que ela conseguia ver era embaçado. A única coisa que continuava funcionando de forma correta era sua audição que era invadida por gritos de dor, de desespero e de medo. Outro som surgiu, o som de uma janela sendo quebrada. O olhar da mutante se elevou e cacos de vidros caiam em sua direção, com extrema dificuldade ela rolou para o lado evitando levar fortes cortes. Ao rolas suas costas tornaram a doer, um breve grito de dor fora expelido pela mesma, seus olhos mesmo embaçados procuravam pela moto e pelo motorista da mesma.


MOMENTOS ANTES DO ACIDENTE...

Os gritos continuavam a ecoar e o caos ainda estava espalhado por todos os lados, os barulhos de casas sendo assaltadas e arrombadas por Doom’s deixava a garota mais e mais atordoada. Seus olhos estavam marejados por ver toda aquela situação. A escuridão tomava conta de boa parte das ruas, carros e mais carros entravam e saiam às pressas de cada nova rua avistada. Os prédios todos altos estavam com as janelas completamente quebradas. A paisagem daquele local não era nada bonita. Vez ou outra Vyolet levava a mão ao ombro para verificar se sua katana ainda estava ali, e que esta não corria risco nenhum de ser perdida. A moto acelerava cada vez mais. O rapaz que conduzia o veiculo estava com pressa e isso era algo fácil de compreender. Na situação que se encontravam não havia tempo para pensar ou respeitar as leis de transito. Estava claro que logo começaria a ser cada um por si e que o caos dominaria por completo o mundo. - Vou acelerar mais, se segure bem. Vamos encontrar o meu tio no cais, o nome dele é Roni... Duvido que consigam pegar ele. O nome do tio do rapaz era simples e não era conhecido da jovem e muito menos a remetia a qualquer coisa, Vyo em resposta ao grito do garoto apenas assentiu afirmando que havia entendido. O tal Roni deveria ser um mutante muito forte, a mutante reconhecia o poder de Doom e admirava como o mesmo controlava estes. Uma pequena dor atingiu o coração da jovem como se algo estivesse acontecendo com quem ela precisava ver. A mesma apenas respirou fundo e o que viu não estava a agradando nem um pouco. A moto estava no meio de um cruzamento entre avenidas e um carro vinha em alta velocidade, estava a poucos metros da moto e aquilo iria resultar em um acidente terrível e certamente fatal. Jhon de certa forma fez uma curva com a moto e esta pareceu voar por cima do carro. A loira fora lançada para o ar e tudo ficou negro.


AGORA...

Alguns minutos se passaram enquanto a menina permanecia em sua busca falha. Com algum esforço ela conseguiu se levantar, suas mãos apoiavam-se no carro que estava a sua frente, suas pernas tremiam e pareciam não aguentar nem mesmo com o peso do corpo que antes elas aguentavam tão bem. A mão esquerda da jovem fora levada ao olho, este fora esfregado por alguns segundos enquanto começavam a desembaçar, o que era ótimo naquele momento. Vyolet não havia encontrado seu parceiro em lugar nenhum, apenas a moto. Por fim ela concluiu que ele havia atravessado a janela e estaria dentro do prédio. O olhar da moça elevou-se para a janela quebrada. Ela se localizava no primeiro andar. Algo enferrujado chamou a atenção da menina, mancando sentindo a dor ainda lhe invadir cada vez mais ela se aproximou daquele ferro. Concluiu que se tratava de uma escada. - Isso aqui vai me ajudar a chegar naquele garoto... Os braços da loira se esticaram e os dedos alcançaram o primeiro degrau da escada, com toda a força que possuía ela tentou puxar seu corpo para cima. A ideia que passava na mente da jovem era simples, possuía três passos.
Primeiro: Conseguir subir o primeiro degrau;
Segundo: Subir a escada até a varanda da janela;
Terceiro: Adentrar o possível apartamento e verificar o estado do garoto.

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Victor von Doom em 06.05.14 20:44

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Ruas de Nova Iorque

(Tentativa de subir a escada)
1d10-2(tontura) = 8 + 1d6 (critico) = 14

Vyolet tinha poucas escolhas, parecia que ela optava pela salvação de John apesar do caos da cidade. Em pouco tempo ela conseguia subir as escadas de emergência do prédio, parecia que a adrenalina ajudava a jovem em sua empreitada.


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Resultado: 1d10 = 10


Depois de subir algumas escadas, Vyolet via um cara pular gritando de uma das janelas e cair na calçada morto... Depois disso ela entrava pela janela no andar ao qual ela achava que ele poderia estar... Ela visualizava um apartamento bastante bagunçado, parecia que os antigos moradores fizeram uma mudança bastante rápida para tentar fugir do caos ou ele tinha sido assaltado. Olhando para a janela quebrada Vyolet acompanhava a direção da janela vendo John largado no chão e alguns cacos de vidro pelo chão.

John estava recobrando a consciência, ele levantava-se um pouco zonzo e olhava para  Vyolet enquanto tirava o capacete trincado e com a viseira quebrada - Acho que perdemos o nosso transporte - Ele tirava um caco de vidro que tava enfiado na perna direita dele, não parecia ser algo serio era um pedaço pequeno. John ia até a janela e olhava para os tumultos nas ruas e falava - Precisamos de uma outra moto, com um carro não vamos conseguir chegar lá... Não vai ser fácil encontrar uma com todo mundo tentando fugir para longe -   Quando ele voltava-se para Vyolet, os dois escutavam um grito que parecia ser vindo do andar de cima - SOCORRO, NÃO DEIXEM QUE ELE LEVE MEU FILHO, POR FAVOOOR - Era uma voz feminina que parecia ter meia idade, a voz estava misturada com choro.



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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Vyolet Jhoenne em 13.05.14 20:50

Caos Total
O plano de Vyolet havia funcionado, felizmente a adrenalina que percorria cada centímetro das veias da garota a deram forças para subir cada degrau daquela escada de incêndio. Seus olhos vez ou outra se voltava para as janelas ao lado da escada. Seus braços faziam força para que todo o corpo fosse para cima e subisse mais um dos degraus. Algo surpreendente aconteceu e arrancou um pequeno grito da jovem mutante, um homem se atirou da janela e o fim dele fora trágico, cairá no chão já morto, a menina arregalou os olhos e enfim reparou na altura que estava, qualquer queda poderia mata-la. Um deslize se quer naquele momento poderia causar serias sequelas no corpo da jovem de cabelos castanhos. Em seu rosto estava presente a obvia apreensão, a imagem do recente suicídio estava fixa na mente de Vyo, que hora ou outra balançava a cabeça de forma negativa a fim de fazer com que aquelas imagens sumissem de uma só vez de suas lembranças. Se funcionava? Nem um pouco, aparentemente isto apenas servia para que as imagens ficassem cada vez mais e mais fixas entre tantas lembranças. Logo a janela quebrada fora avistada, de forma lenta a mutante saltou pela janela e adentrou o apartamento. A bagunça era extrema e muito visível, mesmo com ambiente pouco iluminado. O corpo do ex motorista da moto estava envolto por alguns cacos de vidros e felizmente já estava recobrando a consciência.  A garota não perdeu tempo e se ajoelhou próxima a ele tomando cuidado com os cacos de vidro que ali estavam. O capacete que ainda estava sobre a cabeça do rapaz estava trincado e a viseira completamente destruída, a menina sorriu de canto um tanto aliviada com a situação que o garoto se encontrava. - Acho que perdemos o nosso transporte.Vyolet se levantou rindo baixo do comentário do rapaz, a moto estava completamente destruída, aquela batida havia acabado com o transporte dos mutantes. - Precisamos de uma outra moto, com um carro não vamos conseguir chegar lá... Não vai ser fácil encontrar uma com todo mundo tentando fugir para longe. De forma impressionante a mutante não havia visto o caco de vidro na  perna do rapaz, e apenas viu este no chão e pouco manchado de sangue. Neste momento o acompanhante da moça já estava parado na janela do apartamento, por um minuto ela pensou em ir até lá, mas do que valeria? Ela apenas veria o caos em que aquele pedaço da cidade se encontrava. Um grito alto e forte invadiu a mente da menina a deixando alerta. - SOCORRO, NÃO DEIXEM QUE ELE LEVE MEU FILHO, POR FAVOOOR. A garota de cabelos castanhos correu até o seu parceiro e o puxou pela mão sem dizer nada. Em sua mente ela já arquitetava um plano. Ele consistia em sair daquele apartamento e seguir os gritos até que conseguisse encontrar o local de onde ele vinha.

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Victor von Doom em 17.05.14 11:22

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Ruas de Nova Iorque

John e Vyolet percorriam rapidamente por dentro do prédio, subindo as escadas para o andar de cima, nas próprias escadas eles podiam notar algumas roupas e outros objetos espalhados pelos degraus, parecia que alguns tinham fugido pelas escadas deixando algumas coisas para trás devido a pressa. Achando a porta do antar e escutando os gritos de lamentações da mulher, os dois continuavam por um corredor até chegar a porta de um dos apartamentos, ela estava aberta revelando a cena que escutavam anteriormente. Uma mulher de cerca de 40 anos, sentada ao chão com uma facão de cortar carne em uma das mãos, ela abraçava um jovem que aparentemente estava desmaiado, ele tinha cerca de 27 anos e possuía alguns hematomas, os dois tinham cabelos castanhos e pele parda, pareciam ser mãe e filho. Na frente dos dois estava três Doombots e de costas para Vyolet e John. Antes de fazerem qualquer coisa, viam um brilho no braço do jovem, ele estava com uma pulseira que Doom tinha anunciado em seu vídeo.

Um dos Doombots falava - Neutralização de ameça rebelde concluída. Existem mais dois mutantes nas proximidades, executar protocolo de busca. - Os três se viravam para sair do apartamento e se deparavam com Vyolet e John. - Ameaças identificadas. Doom o novo soberano dos Estados Unidos da America ordena que entreguem-se não resistindo as pulseiras e não serão feridos, ou sofram as consequências sendo exterminados por alta traição ao seu rei. - John olhava para Vyolet, parecia que ele não estava querendo se entregar, porém estava esperando para ver qual seria a atitude dela, afinal eram três e ele era apenas um caso ela se entregasse.



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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Vyolet Jhoenne em 23.05.14 21:09

Caos Total!
Vyolet estava se saindo bem na sua fuga. Contanto que não contasse o seu recente acidente com a moto a fuga estava sendo até então um tanto bem sucedida. Não estava sendo algo tão fácil. Sobreviver a uma queda, subir escadas de incêndio com as costas doendo e ainda assim logo após correr alguns andares com o corpo ainda doendo para simplesmente salvar alguém, não era algo tão fácil. O suor escorria pela testa da menina lentamente, morriam em suas sobrancelhas bem feitas e perfeitas. Sua mão esquerda estava fechada no pulso esquerdo do rapaz que a acompanhava a passos rápidos pelas escadas. Os passos eram rápidos e ágeis, eles não deveriam ter muito tempo, a cada passo dado os sons desesperado daquela mulher implorando por ajuda afetavam mais e mais os ouvidos dos dois mutantes que naquele instante tentavam desviar de roupas, acessórios e até mesmo malas que pelos degraus se espalhavam. Aquela pequena cena demonstrava todo o terror que os seres que ali habitavam sentiram com tudo aquilo que estava acontecendo, sem duvida alguma os robôs do Dr. Doom deveriam ter feito passagem por aquele prédio e trazido consigo todo o terror e o medo. A mente confusa da mutante batalhava com toda a vontade dela de sumir daquele prédio, largar o garoto ali mesmo e simplesmente sumir. Deixar que tudo emergisse no completo caos, deixar que o mundo acabasse as suas costas enquanto ela caminhava na direção ao seu futuro ao lado do seu pai, ou então para um futuro onde ela se vingaria por sua mãe. Vyo sempre fora o tipo de menina que não se importava com o mundo, que queria que ele explodisse contanto que não lhe afetasse ou a sua família. Sempre fora uma garota dedicada a sua família, e naquele momento ela entendia o que estava tentando fazer, as suplicas daquela voz feminina lhe trazia a lembrança de sua mãe, obviamente ela tentaria proteger aquela desconhecida mesmo não sendo sua progenitora. Ambos os mutantes adentraram o corredor de onde vinha os gritos. A moça de cabelos castanhos parou começando a caminhar lentamente e com cautela, seus olhos dirigiram-se a face do seu parceiro, o dedo indicador da mão direita pousou sobre os lábios do rapaz como se pedisse para que ele fizesse o máximo de silencio possível. Em seguida a garota virou-se para frente ainda caminhando. Seus olhos tentavam ficar atentos a todos os movimentos que poderiam surgir naquele momento, o som dos gritos intensificavam-se até que a jovem parou em frente a uma porta onde a cena que a pouco era somente imaginada estava ocorrendo.
Vyolet deu mais alguns passos assim adentrando o recinto, seus olhos estavam fixos na mulher de aparentemente 40 anos abraçada a um jovem com sérios hematomas, e no pulso deste existia uma pulseira prateada exatamente como a que a Doom mostrara na TV. - Neutralização de ameaça rebelde concluída. Existem mais dois mutantes nas proximidades, executar protocolo de busca. A garota engoliu em seco, tentou dar um passo para trás para simplesmente sair dali, porém o destino não estava a seu favor, no exato momento os robôs se viraram e a viram. - Ameaças identificadas. Doom o novo soberano dos Estados Unidos da America ordena que entreguem-se não resistindo as pulseiras e não serão feridos, ou sofram as consequências sendo exterminados por alta traição ao seu rei. A garota suspirou, agora era lutar ou se render, sua mente trabalhava a mil em busca de uma resposta para este empasse, nada conseguia ser decido por sua razão, a jovem fechou os olhos respirou fundo se concentrando, abriu-os e se virou para o seu companheiro. - Acabou Jhon... Não lute... Não há como vencer o Doom... Ele é melhor, é o mais forte e o mais poderoso. Porque lutar quando se pode estar no novo mundo ao lado do maior e melhor mutante que existe, existiu e existira? Vyo mordeu a boca piscando para o seu parceiro, deu um passo na direção dos robôs sorrindo de forma insana. - Venha Jhon, renda-se... Junte-se ao novo e melhor mundo... Junte-se ao nosso único e eterno rei... Victor Doom... A garota se virou para os robôs, encarou eles séria e se ajoelhou. Suas mãos estavam atrás de sua nuca, o plano dela? Simplesmente o que ela pode planejar de forma rápida.
Fingir se render aos robôs e a Doom;
Assim que os robôs tentarem pegar o Jhon a garota iria se levantar, sacar sua katana e tentar partir cada um dos seres metálicos ao meio;
Após derrotar os robôs pegar o garoto e a mulher e juntamente a Jhon sair daquele prédio;

HABILIDADES DE PERSONALIDADE:

-Espadas de Lâmina Larga
-Lábia
-Sex-Appeal
-Tática

COM? Jhon (?) ONDE? Meio do Caos (?) USANDO? [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Victor von Doom em 26.05.14 21:23

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Ruas de Nova Iorque

Os planos de Vyolet Jhoenne eram arriscados, porém podiam dar certo. Era curioso como a bondade dos humanos e até mesmo dos mutantes podia surgir em um momento de adrenalina. Após ficar ajoelhada a imagem da mulher e do garoto ficavam distorcidas até sumirem como um holograma. Surgiam mais dois robôs, dava para escutar alguns passos "metálicos" vindo do corredor ao qual chegaram.

John falava - É o fim - John colocava suas mãos sobre a cabeça enquanto os Doombot's se aproximavam para o prender. Porém Vyolet tinha uma estrategia traçada, ela sacava sua Katana e desferia o primeiro golpe em um dos Doombot's cortando a mão dele, mas logo em seguida eles reagiam disparando contra ela e contra ele também. - Arghhhh!!! - Gritava John de dor.

No meio daquele tiroteio, John sem muitas alternativas ele usava dos seus poderes mutantes atacando os Doombots com rapidez e precisão, em suas juntas com golpes de Muai Thay. John dava duas joelhadas no robô sem mão, uma no pescoço dele e outra na "costela", finalizando ele com uma cotovelada no rosto dele, o fazendo cair no chão. Mesmo derrubando um dos Doombot's, a situação ainda era difícil para os dois, o disparo de plasma deles queimava a pele de Vyolet e John como encosta-se ferro quente neles.

O apartamento era simples, tinha a sala ao qual eles estavam, dois quartos pequenos, uma cozinha e um banheiro entre os dois quartos. Na sala onde se encontravam, existia um sofá de três lugares, uma TV velha de 25", uma estante com alguns enfeites, uma mesa de centro com o vidro quebrado e uma janela que dava para fora do prédio, a janela era de vidro e estava fechada.

Os dois fugitivos estavam acumulando ferimentos, desde a batida da moto, neste ritmo não dava para saber ao certo se chegariam ao galpão com vida ou se morreriam antes mesmo de chegar lá.

HP:
Vyolet: - 16 (anteriores) - 12 (tiros)
John: - 16 (anteriores) - 19 (tiros) - 3 (janela)

Doombot 01 - 10 - mão - 6 -10 - 5
Doombot 02
Doombot 03
Doombot 04


obs:
Lembrando que precisa postar itens quando atacar ou defender.



Regras,




- para os que estão entrando agora na trama, descrevam antes de tudo a reação da noticia do primeiro post, depois a deste post aqui.

- NÃO HÁ ORDEM DE POSTAGEM

- A PARTIR DE AGORA, ESTA VALENDO AS REGRAS DE COMBATE. Nada de afirmar que acertaram alguém e sempre que usarem um poder postem o poder.

- Os npcs e cenário serão controlado pelo narrador, no máximo façam algumas falas deles e coisas sutis.

- Pulseira, uma vez colocada não se pode afirmar que conseguiu a retirar, se quiser tentar deverá esperar a postagem do narrador para ver se conseguiu.

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Vyolet Jhoenne em 08.06.14 20:23

Caos Total
A mutante estava ajoelhada com as mãos atrás da nuca, alguns de seus dedos já tocavam o frio punhal de sua arma. A cabeça da garota estava levemente abaixada e seu cabelo estava totalmente jogado para trás a fim de esconder a espada. Os olhos da menina estavam fechados, ela se mantinha em silencio esperando sentir a aproximação do robô para enfim por seu plano em pratica. Seu pensamento estava apenas naquela pobre mãe ao lado de seu filho. Algo fez com que Vyolet abrisse os olhos, a cabeça dela se virou rapidamente na direção dos dois feridos, aparentemente ela fizera isto no momento certo, a imagem da mulher e do seu filho começou a se destorcer, a garota semicerrou seus olhos pra ver melhor aquilo, a imagem sumiu e em segundos a imagem de dois novos robôs de Doom surgiu. Ótimo, se o plano tinha poucas chances de dar certo agora às chances haviam diminuído significativamente. Essa foi a deixa para que a garota de cabelos castanhos agisse, ela não tinha como errar aquele ataque. A katana fora retirada de sua bainha e a lamina foi de encontro com a mão do robô a frente da mutante. E apenas isto, nenhum dano a mais naquele ser metálico, apenas a mão machucada. Vyo ficou parada tentando entender como aquilo poderia ter acontecido, era basicamente improvável, ou não. A jovem continuou ali, ajoelhada observando o contra ataque se iniciar, os Doombots retribuíram um único ataque da menina com diversos disparos das malditas armas de plasma. O toque de cada disparo no corpo da jovem parecia queimar a pele dela, a dor era enorme, mas por algum motivo Vyo não demonstrava nada, seu olhar era vazio, sua face não possuía nenhuma expressão, ela apenas estava ali e não estava. Era algo muito complicado. Ao ouvir o grito de dor do seu parceiro a garota pareceu despertar do seu transe, seus olhos piscaram diversas vezes, ela mordeu os lábios e somente nesse momento a dor começou a consumir cada milímetro do belo corpo da mutante. Os olhos dela se fecharam e ela caiu no chão absorvendo toda aquela dor horrível. A visão dela estava embaçada, sua cabeça estava virada para janela e aquela seria talvez sua única saída, a única salvação para ambos os mutantes.
Vyolet pareceu ficar desacordada por alguns segundos, seu corpo não se mexia e sua mão estava frouxa em torno do punhal da espada, a única coisa que mostrava que a menina ainda estava viva era a respiração pausada dela. Finalmente ela “acordou”, a dor ainda existia, mas a garota tentava ignorar isso tudo. Lentamente ela começou a levantar-se do chão, novamente ela estava ajoelhada, a sua frente mais três robôs, logo atrás estava Jhon. A jovem pensou rápido e planejou algo de surpresa. Ela se levantou rapidamente voltando a guardar sua katana, ela correu até o garoto e segurou ele na mão. O que ela faria? Simples, ela tentaria pular a janela, mesmo que se machucasse com os cacos, era a única saída.


ARMA:

Nome: [A] Katana
Imagem: Click Here
Natureza (Sem Tática): Potencia [D]/Reflexo[T]
Natureza (Tático): Intelecto [D]/Reflexo[T]
Tipo: Corte/Perfuração
Moedas: 131
Bônus de Acerto: +3
Dano: 1d10+2.
Recarga: 1 ataque por ação.
Descrição: Uma katana comum com a lamina prateada, seu punhal é negro e confortável para ser pego. Na lamina a uma pequena frase em latim cravada: Fortitudo est in bonitate heros. (A força de um herói esta em sua bondade.)

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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

Mensagem por Victor von Doom em 14.06.14 21:36

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Ruas de Nova Iorque

Vyolet Jhoenne se arriscava saltando pela janela junto com John... Eles saltavam se cortando na janela, caindo no terraço do prédio. Uma longa corrida de gato e rato era inciada, porém por sorte os dois apesar de estarem bem feridos, tanto pelos tiros, primeira batida e a recente queda no terraço... Ainda conseguiram um segundo transporte para fugirem, era uma moto abandonada com a chave na ignição.

O caminho era longo até o porto, mas graças a vontade de viver dos dois, eles conseguiram chegar ao "famoso" tio que John tanto falava, realmente ele estava certo, não seria algo fácil capturarem o tio dele, ele era do tipo "durão" e não era tão velho ou pelo menos não parecia ser.

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Próximo ao galpão já haviam alguns Doombots destroçados... Quando os dois chegavam avistavam Roni com o olho roxo, cigarro na boca, alguns ferimentos superficiais e algumas pessoas ou mutantes atrás dele, pelo estados delas apenas ele estava lutando. Roni olhava para John e Vyolet e falava - Quem diria, finalmente parou de andar sozinho - A forma que ele pronunciava as palavras era bem próxima de um marginal. Roni para o horizonte atrás dos dois e falava - Vejo que me trouxe mais companhia, ainda bem, porque eu já estava ficando entediado. - As pessoas se afastavam entrando no galpão e Roni falava para John e Vyolet entrarem... Caso olhassem para trás viriam duas sentinelas voando em direção ao porto.

OBS:

Continua aqui (fação um Único post):
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Lembrem-se de contar essa cena final, mas não afirme a morte ou prisão de Roni. Podem ou não continuarem juntos a decisão é sua. Caso continue com eles iram formar um grupo de rebeldes.






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Re: Doomwar - Capitulo 2 - Fuga em Nova Iorque

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