Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

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Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Victor von Doom em 31.03.14 9:42

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Hoje era apenas mais um dia rotineiro na vida de muitos, uma segunda feira, dia de recomeçar a trabalhar, voltar aos estudos, entre outras coisas. Era 7h, inicio do verão, o céu estava limpo e as temperaturas ainda estavam agradáveis.

Sarah Praskovya, jovem de bochechas rosadas, uma pessoa inocente a primeira vista, porém isso era apenas uma de suas armas para enganar e manipular os outros em busca dos seus objetivos. Ela estava sozinha na Mansão dos Carrascos, andando pela casa, possivelmente a procura de algo para fazer, quando passou pela sala que era caminho para a cozinha, a televisão ligava-se e uma figura intrigante surgia na tela.

Randy Silver Stone, o homem que não toma banho, jovem inteligente conhecedor da física, porém costuma não levar as coisas a serio. Recém formado na Academia X, Randy agora era um membro dos X-Men, possivelmente aguardando ansiosamente para o seu primeiro trabalho com aquele grupo famoso de mutantes ou simplesmente não estava nem ai, apenas não sabia para onde ir e acabou ficando por ali mesmo. Ainda era cedo para o jovem acordar, porém deitado em sua cama de qualquer jeito, ele acordava um pouco zonzo com um barulho, mas logo a sua consciência ia voltando e da sua visão embaçada uma imagem na tela de sua TV ia surgindo.

Haymon Derrier, uma pessoa normal se não fosse o fato de ser mutante, entretanto no ato do seu nascimento já chamou a atenção de muitos, os seus poderes vieram a tona desde novo. Andando pela Instituto S, escutava um certo tumultuo na sala de treino, ele então adiantava os passos até encontrar a porta dupla aberta. Lá tinham alguns alunos e professores do instituto, todos estavam parados de ferente a um holograma que se encontrava no meio da sala.

Anne Crys Hunterfox, um olhar fala mais que mil palavras, esta frase encaixa-se muito bem para essa jovem que perdeu a sua voz. Integrante das Shadows, estava indo na base secreta da sua organização, para um ultimo encontro com as suas amigas, pois cada uma delas tinha decidido trilhar o seu próprio caminho. Já dentro do esconderijo, Anne era a ultima a chegar, ia adentrando no lugar quando encontrava as outras integrantes frente a frente com um telão que existe na base, onde normalmente era usado como mapa dos locais aos quais iam se infiltrar. Mas hoje existia uma imagem de alguém bastante conhecido de Anne.

Susan Ravenbach, mais conhecida como Faith. Uma mulher bonita que se considera um monstro, sofreu por experiencias terríveis forçando ela a fugir em busca da sonhada liberdade e se juntar a Academia X. Logo cedo, Faith estava na ativa, ela não dava folga para si, pois precisava se aprimorar para alcançar os seus objetivos. Estava do lado de fora da academia treinando sua pontaria com arco e flecha, quando começou a escultar um tumultuo dentro da academia, o que era estranho para o horário. Indo até uma das janelas para ver o que ocorria, ela via alguns alunos em uma sala de frente a uma televisão.

Matthew Thompsom, um fantasma que ainda vaga no mundo dos vivos, um dia já foi uma pessoa de ótimo humor, porém a morte mudou muita coisa em sua "vida". Ele encontrava-se em sua antiga mansão, quando um objeto atravessava uma das paredes da mesma, caindo sobre o chão, logo formava-se um holograma sendo projetado pelo objeto e uma figura surgia ali.

Thomas Richard Garcia, também conhecido como Ciano. Recente membro dos Vingadores, já passava pelos primeiros problemas ao adentrar neste grupo, a cede da organização era uma torre alta feito pelo Stark e de tempos em tempos, eles tinham que se dirigir ao navio flutuante da S.H.I.E.L.D, dois locais nem um pouco confortáveis para alguém com medo de altura. Hoje eles estavam justante mente no navio, de frente ao Nick Fury recebendo instruções sobre uma missão que deveriam fazer, entretanto as telas da sala de reunião eram invadidas por uma figura

---

Seja por hologramas ou tv, todos vislumbravam uma imagem escura e aos poucos uma figura ia surgindo nela, o rosto era conhecido e característico, se tratava de Victor von Doom, que pela maioria era conhecido apenas como Dr. Doom. Ele falava com uma intonação grave e metálica ao mesmo tempo, enquanto gesticulava - Esta mensagem tem como alvo, mutantes e outros seres dotados de algum tipo de poder. Sei onde vocês vivem, onde se escondem, conheço os seus familiares, em resumo sei muito sobre vocês. Vocês são os únicos que possuem alguma capacidade superior aos demais mortais, os únicos que poderiam pensar em oferecer alguma resistência a mim. Porém será inútil lutarem contra mim, sendo perdas desnecessárias... Agora vou direto ao ponto,  irei governar este mundo e torna-lo um lugar melhor, irei colocar em cada um de vocês isto - Doom mostrava uma pulseira fina metálica - Ela garantirá que nenhum de vocês usem os seus poderes para ir contra a minha vontade, podendo usar apenas para outros fins. Os que se opuserem contra isto serão severamente punidos. Aos descrentes, saibam que possuo amostras de cada um de vocês, para garantir que ela vá funcionar com todos, estas foram colhidas ontem

Alguns podiam relembrar que no dia anterior tinham sofrido pequenos machucados insignificantes, aos quais ficaram sem entender como se feriram ou o que os feriram, até mesmo o fantasma que sentiu um pequeno corte em sua essência que o deixou intrigado. Logo a mensagem continuava - As minhas tropas estarão se dirigindo aos seus locais para levar os que pretendem se render e eliminar os opositores. Vocês possuem 1 hora, a partir de agora. - A mensagem se encerrava as 7:23.



Regras,




- NÃO HÁ ORDEM DE POSTAGEM

- ESTÃO LIVRES PARA DESCREVER SUAS AÇÕES ATÉ CHEGAR AS 7:53 (esse é o horário do jogo e não o real, cada um tem direito a um post, depois viro o turno.



Última edição por Victor von Doom em 24.04.14 22:56, editado 1 vez(es)
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Anne Hunterfox em 31.03.14 14:53

Tarja Turunen - I Walk Alone :: [Você precisa estar registrado e conectado para ver este link.]
Anne Crys Hunterfox
Whisper to my heart when hope is torn apart and no one can save you I walk alone every step I take I walk alone my winter storm holding me awake It's never gone when I walk alone

Mais um dia começava, mas hoje não seria um dia tão bom, pelo menos pra mim não seria. Nós não existiremos mais, as Shadow Ladys, todas decidiram tomar um rumo diferente e seguir em frente, talvez fosse o melhor a se fazer, mas isso me deixava triste, eu queria poder ter feito algo para não ter que ver isso acabar dessa forma.
Me levantei e logo fui tomar um banho, lavei meu cabelo e o prendi em um coque, vesti minha calça, peguei uma blusa preta e coloquei minha jaqueta favorita, agora só faltava calçar meu coturno, praticamente pronta, fui rapidamente até o espelho e passei uma leve maquiagem em meus olhos  e corri ao encontro com as minhas irmãs.

Ao chegar lá estavam todas olhando para um telão, na hora não entendi muito bem o que estava acontecendo, até olhar o telão. ”Victor...” senti meu coração bater forte ao ver ele na tela, meu rosto corou e abri um sorriso, elas não sabiam dele, na verdade ninguém sabia, só eu e ele, fiquei com medo de contar ou mostrar a elas, pois não sabia o que ele realmente queria de mim.

Victor falava algumas coisas e provavelmente aquilo era pra mim, não para elas ”O que será que ele realmente quer? Dominar? Mas ele não pode fazer isso...” continuei pensativa, mas prestando atenção no que ele me dizia.

– Temos que ir atrás dele, não podemos deixar ele fazer nada. – Disse Lilyfox para as outras garotas. Fui rapidamente até elas e atrapalhei a conversa me colocando no meio, balancei a cabeça desesperadamente negando, elas não poderiam fazer isso, parei entre elas e apontei para mim, mostrando que eu iria.

– Você não pode ir sozinha... – Lilyfox demonstrou um olhar triste ao falar isso. Me aproximei dela e dei um beijo eu sua testa e logo a abracei, ficaria tudo bem e ela sabia muito bem disso. – Por favor Anne, tome cuidado. – Disse Lilyfox, mordi sua bochecha e abri um sorriso, mandei um beijo a ela enquanto me afastava e assim corri para meu quarto.

Cheguei no meu quarto e fui atrás de meu Etwahl, eu não tinha mania de andar com ele pela base, o achei debaixo de minha coberta, peguei em sua tira e o prendi em meu corpo, eu estava pronta para ir, caminhei para o lado de fora da base das SL’s e esperei com que a tropa de Victor chegassem para nosso encontro.






roupa:
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Osh em 31.03.14 16:38

Off:
Por questões da narrativa, vou segui-la como se meu personagem já estivesse completamente ciente de suas capacidades fantasmas

Matthew estava entediado. A ausência de sono era até mesmo incomoda. Os dias e noites demoravam demais para seguir, e a mansão abandonada era tediosa. Ele vagava a passos lentos pelo saguão principal quando um estrondo alto da parede a sua esquerda explodiu com o impacto de uma pequena esfera de metal que causou um enorme rombo em sua parede e um buraco no piso.

Da esfera uma mensagem holográfica lhe passou uma mensagem, que lhe deixou incomodado. Aparentemente, Von Doom queria fazer algo contra ele. Matthew nunca permitiria isso.

- Esse cara de lata vai pagar pela minha parede. Ele não sabe que não se estraga a casa de um fantasma enfurecido?
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Sarah Praskovya em 01.04.14 0:36


So badass, bitch...
Meu corpo não me obedecia, institivamente dançava ao ritmo da música. As mãos levantadas com o quadril e a cabeça pediam de um lado para o outro. As batidas entoavam em meu corpo infestando sempre numa nova onda de energia. O sorriso repuxava-se suave e às vezes infantil a cada golfada de ar.  Meus olhos permaneciam fechados contribuindo ao êxtase enfadonho. Empurrei com ambas às mãos a grenha ruiva encharcada para trás da orelha. A tez gotejava de suor, podia sentir o vestido grudento nas costas, mas não pararia por nada. Ah! Era disso que precisava, algo para animar meu espirito! Maneei a cabeça a uma nova batida. Não sei quanto bebi, deveria estar dançando a mais de três horas, pois ainda a pouco meus pés estavam me matando, agora nem dor eu sinto, mas quem se importa? Quero mais me divertir e esquecer a minha monótona vida de vilã.

Espontaneamente girei o corpo para o lado, sentido o toque firme na cintura. Um total desconhecido – o desconhecido – começara dançar a minha frente, roçando seu corpo contra o meu, sorrindo feito um galã. Automaticamente meu ritmo encontrara o dele, deslizando num embalar ardente e intenso. Seus lábios carnudos moveram-se lentamente, sua voz fora abafada pela música. Gracejei pela tentativa fática, postei-me para mais perto sentindo sua respiração em meu pescoço.

– Sarah Praskovya? – gritou.

Arqueei a sobrancelha desconfiada. – Quem gostaria de saber?

– Apenas um admirador.

Balancei a cabeça ignorando o papo fácil, no entanto não demorou muito para nossos lábios se tocarem devagar e vigorosamente tendo no fim uma mordida nos lábios inferiores; que era o meu lábio sangrando. Passei a língua limpando-os, sentindo a pele e o gosto amargo ao mesmo tempo. Sorrir com malicia.

– Gatinho selvagem – estalei a língua controlando o sotaque. Toquei seu queixo levemente com o dedo indicador – gostei, mas não tente fazer isso novamente. O meu feitio é de eu machucar e não ao contrário – disse num tom sério – Tenho que ir... Sabe, contribuirr com a destrruição do mundo.

***
7:03 AM

Depois de sair da boate dei uma “paradinha rápida” em um bar e quando dei por mim duas horas se passaram. Como me sinto neste exato momento? Praticamente normal... Hah, é isso que os bêbados dizem, porém posso comprovar que meu ADH (enzima responsável pela quebra do álcool) russo é bastante eficiente, agradeço desde já a mamãezinha falecida pelo DNA ou papaizinho seja lá quem for. Cheguei à Base dos Carrascos e o dia mal acorada. Tateei silenciosamente o banheiro, jogando os saltos para um lado e o vestido para o outro. Enchi rapidamente a banheira com água quente, sem delongas a fim de tirar o suor do corpo. Enrolei uma toalha na cabeça e vesti um roupão. Deixei um rastro de pegadas molhadas por todo o caminho até a cozinha.

Liguei a tela virtual na bancada nas noticias admirando as mortes o caos do dia a dia, enquanto procurava oque comer na geladeira. Joguei todos os legumes, frutas, lacticínios e suco na bancada. Olhei para os mantimentos e suspirei rolando os olhos. Droga, deveria ter mandando alguém ter preparado um sanduiche para mim noite passada. Maneei a cabeça em negativa.

– Nunca foi sensata a decisão de causar desespero nos homens, pois quem não espera o bem não teme o mal.

Proferiu convicta âncora do Jornal. Gargalhei freneticamente.  – Grandes novas, o caos é que faz este mundo girar, ou melhor, aquele que faz render seu trabalho.

Em um segundo depois uma voz grave e metálica soou da tela virtual. Girei o corpo intrigada, reconhecendo-a imediatamente. A imagem do Dr. Destino surgiu. Franzi o cenho demonstrando uma cara de desgosto. Ele não larga desse verde musgo hein? Criatividade hoje em dia está decadente.

– Esta mensagem tem como alvo, mutantes e outros seres dotados de algum tipo de poder. Sei onde vocês vivem, onde se escondem, conheço os seus familiares, em resumo sei muito sobre vocês. – Conhece meu pai? Por que é o único ser que ainda deve estar vivo, mas espera... Ah, claro, agora lembrei, não ligo! – Agora vou direto ao ponto, irei governar este mundo e torna-lo um lugar melhor, irei colocar em cada um de vocês isto – Doom mostrou uma pulseira fina e metálica – Ela garantirá que nenhum de vocês use os seus poderes para ir contra a minha vontade, podendo usar apenas para outros fins. Os que se opuserem contra isto serão severamente punidos. Aos descrentes, saibam que possuo amostras de cada um de vocês, para garantir que ela vá funcionar com todas estas foram colhidas ontem.

Ontem? Franzi o cenho confusa. Ontem estava--na boate e sair depois do... Um sorriso frio e calculista repuxou do canto da boca. Apertei a faca na mão, fazendo-a sangrar. Lancei-a raivosamente cravando-a na parede. Abafei uma risada. Doom, muito esperto, usar um homem para me atrair, nunca iria desconfiar dessa jogada. – As minhas tropas estarão se dirigindo aos seus locais para levar os que pretendem se render e eliminar os opositores. Vocês possuem 1 hora, a partir de agora.

– Doom, Doom, Doom. Seria mais prrático perguntarr do que fazerrr esse joguinho bobo – sentei na cadeira ao lado da bancada cruzando as pernas lentamente. Apertei o corte da mão com os dedos – sabe que não gosto que tenham vantagem sobre mim – sorrir pegando uma maçã e tirando o pedaço – mas estarrei aqui esperrando porrr você... As peças do tabuleirro já foram postas Drr. Destino, agora qual será a prrróxima jogada?


off: desculpa pelo péssimo post, tanto tempo sem postar que perdi um pouco o jeito haha.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Haymon Derrier em 01.04.14 15:09



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Era mais um dia comum... Pera, todos os dias não são comuns, estava tudo muito vago no instituto, todos os corredores vazios e isso não era muito normal. Alguns ecos poderiam se escutar de longe, barulhos de algum tumulto de longe... Poderia ser uma briga e adorava ver os mutantes brigando, rapidamente sincronizei as habilidades de um leopardo, saindo em disparada ao encontro de várias pessoas em frente a uma porta dupla, empurrando todos com força bruta, abrindo espaço entre a plateia... De começo tudo parecia normal, mas algo chamou-me a atenção: um holograma estava parado em ao centro, onde todos olhavam com concentração, acabei olhando de leve com um sorriso snobe no rosto(como sempre, já que alguns não gosta dele).

Uma imagem escura que aos poucos ia surgindo um rosto bem conhecido entre o mundo mutante.

-Victor Von Doom... Soltei um leve sorriso, aquilo ficaria bem interessante, suas palavras eram muito bem ditas, até a parte que ninguém poderia se opor, já que havia coletado uma amostra de nosso sangue. Isso me fez lembrar-se de como meu dedo sangrou do nada, mas nem liguei muito.

Todos ficaram incrédulos e ao terminar, sai rapidamente ao meu quarto, calçando um sapato negro, com uma jaqueta também de cor negra e uma camisa vermelha por baixo, onde significava sangue... Indo para o lado de fora, a esperar do esquadrão de Victor. Aquele seria nosso momento, uma nova era com um novo começo a raça mutante.. Os minutos já haviam se passado e as 7:23 se aproximavam.  
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Ciano em 02.04.14 0:40

Era de manhã, bem cedo, eu acabara de acordar. Espreguicei-me e fui até o banheiro do meu quarto. Olhei-me no espelho, quando fui pegar a escova de dentes notei uma mancha no meu pescoço. Franzi o cenho. Olhei mais de perto. Era uma ferida, parecia uma picada. Tira uma mancha de sangue já um pouco marrom. “Nossa que mosquito serial killer que me picou!?”. Não dei mais importância e comecei a escovar os dentes.
Depois de fazer as coisas que se fazem pela manhã kkkk... Fui para a cozinha da torre. Preparava um lanche quando meu comunicador começou a apitar. O som daquilo era terrível! Uma pequena aeronave me esperava na área de pouso e decolagem da torre. Fui correndo pra lá. Com a roupa que estava mesmo. Um short e uma camiseta, apenas. Ao chegar lá, um agente que, digamos, era meu motorista, me esperava na porta da aeronave. Eu nem ao menos me arrumei ou peguei algum equipamento, normalmente tudo está na nave e é só se trocar lá. Então o agente gritou:
- Você vai assim!? Onde estão suas coisas!??

- Como assim!? Eu achei que já estiv... Disse já voltando correndo para trás.

- Brincadeira! Vamos logo!
Fiz uma 'cara' e subi na aeronave.

Chegamos a um navio flutuante da S.H.I.E.L.D. onde o Coronel Nick Fury passaria uma missão. Fui levado a uma sala grande, cheia de telões, como sempre, o Fury adora telões...
- Olá Ciano... Obrigado por vir. Precisamos de você para uma missão com o grupo de combate... os outros integrantes Vingadores... Eles serão chamados mais tarde. Por enquanto preciso te antecipar de algumas coisas. Como você pode ver...

Ele então se virou e começou a mostrar cenas nos telões. Explicou táticas e qual seria minha função e tudo... Eu prestava atenção. Ele terminou e virou.
- ... Por isso é de suma importância a agilidade com os outros artifícios, após o disparo de Viúva Negra. Entendido?

Quando eu ia responder que tinha uma dúvida, todos os telões daquela sala mostraram ao mesmo tempo uma imagem chuviscada. E eu fiquei sem reação... Depois as telas ficaram negras. E então exibiram alguém. Eu cerrei os olhos para tentar enxergar quem era.
- Você me entendeu? Disse Fury. Distraído, eu me assustei.

- Coronel, olhe. Apontei para os telões atrás dele.

Ele se virou e nós contemplamos uma figura estranha para mim, mas para Fury...
- Dr. Destino. Disse como se já conhecesse o estranho.

Eu observei com atenção. O estranho nas telas usava uma máscara de metal, que deixava sua voz metálica.
- Esta mensagem tem como alvo, mutantes e outros seres dotados de algum tipo de poder. Sei onde vocês vivem, onde se escondem, conheço os seus familiares, em resumo sei muito sobre vocês. Vocês são os únicos que possuem alguma capacidade superior aos demais mortais, os únicos que poderiam pensar em oferecer alguma resistência a mim. Porém será inútil lutarem contra mim, sendo perdas desnecessárias... Agora vou direto ao ponto, irei governar este mundo e torna-lo um lugar melhor, irei colocar em cada um de vocês isto - o estranho mostrou uma pulseira fina metálica - Ela garantirá que nenhum de vocês usem os seus poderes para ir contra a minha vontade, podendo usar apenas para outros fins. Os que se opuserem contra isto serão severamente punidos. Aos descrentes, saibam que possuo amostras de cada um de vocês, para garantir que ela vá funcionar com todos, estas foram colhidas ontem.

Quando ele terminou de dizer isso, rapidamente eu levei minha mão ao pescoço e arregalei os olhos. “Mas como!? niguém poderia...” pensei, e o estranho na tela continuou.
- As minhas tropas estarão se dirigindo aos seus locais para levar os que pretendem se render e eliminar os opositores. Vocês possuem 1 hora, a partir de agora.

- Essa mensagem foi... f... foi para mim?

- O único mutante nesta sala é você, Ciano.

A porta de entrada da sala se abriu e uma agente se aproximou, fez continência, e falou:
- Coronel, o que vamos fazer em relação a isso? O único mutante presente neste navio é o Sr. Garcia.

- Prepare os soldados, não deixaremos Dr. Doom fazer nada. Localize-o. Contate todos os agentes da SHIELD. Vamos impedi-lo.
- Ciano, siga a agente Valery. Eu cuido disso.
 

A agente me levou para uma sala que ficava de frente para outra de monitoramento das câmeras de segurança do navio. Havia vários agentes armados por perto, e outros apenas cuidando as imagens da outra sala. A agente me deixou ali e foi embora. Eu fui até a sala de monitoramento, ninguém me barrou. Fique ali observando as imagens, e nada acontecia. “Não posso ficar aqui parado...Não posso ficar aqui parado...” repetia a mim mesmo. Tinha passado algum tempo, e segundo o estranho das telas, suas tropas estariam aqui em uma hora.  Saí da sala correndo e dois agentes tentaram me barrar. Imobilizei um deles, apertando um ponto em seu ombro fazendo-o desmaiar e esquivei do outro. Corri para a superfície do navio.
Se o tal Dr. Destino queria a mim, não podia arriscar vidas de pessoas inocentes tentando me proteger enquanto eu fico dentro de uma sala, protegido como um bebê.  

Cheguei até a porta que dava acesso ao lado de fora do navio e...
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Victor von Doom em 04.04.14 9:50

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Os primeiros passos eram dados! Alguns escolhiam o furor do combate e outros jogavam no ritmo de Doom... Era dificil saber quais eram as melhores escolhas e quais seriam melhor para cada um.

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Lar das Shadow Lady's

Sentimentos se misturavam em meio do refugio das raposas, e Anne parecia querer assumir a responsabilidade do mal que estava por vir. Anne estava decidida a encontrar Doom sozinha e a enfrentar a sua tropa junto as raposas.

O tempo passou e quando estava próximo a hora estipulada, as raposas podiam contemplar no horizonte a visão do inferno, vários Doom's vinham se aproximando. Eles avançavam e paravam  a cerca de 50 metros das mulheres e um deles falava ao ver que elas estavam preparadas para um combate - Rendam-se Shadow Lady's, e nenhuma de vocês irá ser ferida. - Ele voltava a atenção para Anne e falava - Não ouse me trair, recue e será poupada! - As Shadow ficavam sem entender a parte direcionada para Anne, porém algo na historia estava estranho, como ele achou o esconderijo delas, seria Anne a culpada disso? Os Doom's levantavam as mãos direcionando na direção delas, prontos para disparar caso houve-se resistência. - Ultimo aviso! Rendam-se e façam parte de minhas tropas.

Mansão do Matthew

Doom teria deixado o fantasma irritado, mas ele pretendia ir bem mais a fundo com isso. Três Doom's, adentravam no buraco feito na parde da mansão. Os três paravam frente a Osh e o do meio falava - Sr. Mattew, renda-se sirva a Doom, que terá a sua vida restaurada, não sendo mais apenas um espectro do que já foi um dia, ou sofra com as consequências de se opor a mim, garanto que tenho métodos de garantir uma vida eterna de agonia interminável no inferno. Lembrando que resistir é inutil, tenho amostras de sua excelência, podendo facilmente lhe inutilizar. - Os três aguardavam a resposta de Matthew.

Mansão dos Carrascos

A mansão era invadida por três Doom's, cada um entrava por um lugar diferente, ele surgiam cercando Sarah, porém mantinham distancia da jovem de língua afiada. o que estava na frente dela falava - Srª. Sarah, sua inteligencia superior aos demais mutantes, me poe em um dilema. Eliminar ou lhe convidar para ser líder de uma das minhas tropas... Sei que é sensata o suficiente para escolher o melhor caminho.. Além disso tenho informações reais do seu parentesco - Ele retirava entre a capa a pulseira metálica do vídeo e esticava o braço, oferecendo a pulseira para ela.Doom mostrava ter um interesse especial por ela, afinal ele apreciava a companhia de pessoas inteligentes, apesar de afirmar que ninguém seria tão inteligente quanto ele.

Instituto S

A mensagem gerava revolta entre alguns alunos e professores do instituto, alguns alunos já adiantavam indo para o lado de fora para esperar as tropas chegarem, outros não pensavam duas vezes e fugiam da academia. Os professores presentes começaram a organizar os alunos que estavam lá fora e por sinal faltava um professor, o próprio Doom, deixando irritado os demais professores pela traição. Enquanto estavam reunidos do lado de fora esperando a "Guerra", todos puderam escutar um grito alto de dor, vindo do lado de dentro do instituto, seguido por um cadáver de um aluno que voava pela janela. Foi então que surgiram alguns Doom's saindo do próprio instituto e em seguida algumas armas saiam das gramas, apontando para os alunos, sim era o sistema de defesa do local, parecia que Doom já havia tomando posse de tudo por ali, ao passar dos anos como professor, passando desapercebido até pelos telepatas poderosos do instituto. Agora era hora da verdade, lutar ou se render? Para iniciar um combate ali só precisava que uma pessoa acendesse o "pavio". Um dos Doom's falava - Rendam-se agora e vivam no MEU novo mundo.

S.H.I.E.L.D.

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Fury nunca entregaria um dos vingadores para Doom, e Doom sabia disso. Os agentes da S.H.I.E.L.D. iam se posicionando no "navio voador" e Ciano como bom Vinagador não ficaria se escondendo, iria direto para a Guerra. Doom realmente estava disposto a enfrentar a S.H.I.E.L.D inteira para capturar Ciano, o que podia até ser uma desculpa para limpar a S.H.I.E.L.D do mapa, já que ela representa uma ameaça para os seus planos. O momento tão esperado chegava, inúmeras naves surgiam no céu, montadas por robôs de Doom, entretanto ele estava lá também, para lançar o ultimato - Entregue-se Ciano e polparei a vida dos agentes, caso contrario prepare-se para ver um verdadeiro massacre.

Academia X

Nem mesmo a Academia X ficava livre da ameaça, eles recebiam a mesma mensagem dos demais. Em um holograma no salão principal da academia, todos viam uma imagem escura e aos poucos uma figura ia surgindo nela, o rosto era conhecido e característico, se tratava de Victor von Doom, que pela maioria era conhecido apenas como Dr. Doom. Ele falava com uma intonação grave e metálica ao mesmo tempo, enquanto gesticulava - Esta mensagem tem como alvo, mutantes e outros seres dotados de algum tipo de poder. Sei onde vocês vivem, onde se escondem, conheço os seus familiares, em resumo sei muito sobre vocês. Vocês são os únicos que possuem alguma capacidade superior aos demais mortais, os únicos que poderiam pensar em oferecer alguma resistência a mim. Porém será inútil lutarem contra mim, sendo perdas desnecessárias... Agora vou direto ao ponto,  irei governar este mundo e torna-lo um lugar melhor, irei colocar em cada um de vocês isto - Doom mostrava uma pulseira fina metálica - Ela garantirá que nenhum de vocês usem os seus poderes para ir contra a minha vontade, podendo usar apenas para outros fins. Os que se opuserem contra isto serão severamente punidos. Aos descrentes, saibam que possuo amostras de cada um de vocês, para garantir que ela vá funcionar com todos, estas foram colhidas ontem.

Sophie estava entre os alunos, vendo o caos que começava a se formar por ali, entretanto haviam muitos professores telepatas por ali e eles usavam dos seus dons para conseguir atenção dos alunos. Algum tempo se passou, enquanto os professores fizeram uma reunião, neste meio tempo alguns alunos fugiram com medo e outros ficaram, estes que ficaram receberam um comunicado dos professores, os professores iam fazer uma resistência contra as tropas de Doom, os alunos que não quisessem participar da resistência poderiam ficar dentro da sala de perigo, lugar mais seguro da academia, os demais iriam ficar espalhados na mansão, defendendo as entradas. A Academia se fechava e as armas de segurança surgiam prontas para repelir as tropas de Doom. Já estava quase na hora da invasão.



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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Sarah Praskovya em 04.04.14 12:18


persuasion delights destruction
Esperei e esperei impacientemente. Pude escutar da cozinha o inicio da invasão, a segurança da Mansão sendo destruída e portas sendo derrubadas ou explodidas – o que parecia ser mais a cara dos Doombôs de fazer uma invasão mais dramática. Aconcheguei o corpo na cadeira numa expectativa ansiosa. O primeiro sinal da presença do Doombôs viera da porta da sala de estar, lento com a sua capa esvoaçante na cor verde cafona, o segundo surgiu derrubando a porta interligada ao jardim, e o último contornou o primeiro da sala de estar.

O lugar estava uma zona de poeira. Ergui o corpo e a sobrancelha confirmando a destruição da janela principal da sala de estar. Rolei os olhos e logo franzindo a testa. Alguém vai pagar por aquilo. Seguindo a sequencia da regra de abordagem, os Doombôs me cercaram, porém mantendo a distância. Um sorriso involuntário e agitado repuxou no meu rosto. Claro que manteriam a distância, não sou um alvo qualquer, com apenas uma faca poderia destruí-los, mas... olhei na direção da faca na parede. A única que tinha descartei facilmente. Abafei uma risada sarcástica desviando o olhar para o Doombô à minha frente. Sua capa balançou, e uma voz metálica e irritante começou a romper o silêncio.

– Srª. Sarah, sua inteligência superior aos demais mutantes, me põe em um dilema. Eliminar ou lhe convidar para ser líder de uma das minhas tropas... – fez uma breve pausa – Sei que é sensata o suficiente para escolher o melhor caminho.. Além disso, tenho informações reais do seu parentesco.

Arqueei baixinho, fingindo um suspiro de horror. Confesso que o Doom possui um grande intelecto que falta em muitos homens, além de ter poder a sua disposição, mas não deve levar suas pesquisas adiante. Claro que seria compreensível de minha parte ter um leve interesse ao meu parentesco, mas quem disse que me importo? Sou a filha do demônio, a bruxa vermelha, aquela que causara a destruição de uma vila. Uma história linda com um final feliz, o meu. Mordi os lábios inferiores segurando o riso. Levantei-me devagar, e um dos Doombôs – perto da porta do jardim – seguiu meu movimento.

– Calma bobôzinho, não tenho armas – disse alçando os braços no ar demostrando apenas o roupão de banho. Tornei a abaixa-los dando dois passos com a ponta do pé aproximando-me daquele que parecia ser o líder – Então como faremos isso?

O Doombô retirou entre a capa a pulseira metálica, e sem se mover esticou o braço, oferecendo a pulseira. Pisquei friccionando os dedos da mão direita. Mais um passo conseguiria facilmente arrancar o braço do robô, fazendo outra ação rápida usando-o como escudo, e em segundos destruiria os dois restantes. O estudo de robôs e sua tecnologia anatômica não seria uma leitura tediosa em vã. Observei a posição dos outros dois e estalei a língua.

Maneei a cabeça. Fácil muito fácil. Peguei a pulseira metálica fria ao toque e pus no braço esquerdo eriçando os pelos. Balancei admirando-a enquanto brilhava a luz do sol. Sorrir voltando a recostar o corpo na bancada mordiscando outro pedaço da maçã.

– Qual será a próxima jogada? – questionei imaginando aquilo como um mero jogo de xadrez – Mas antes, posso trocar de roupa ou terei que ir com o roupão de banho tendo a minha imagem deturpada? – gracejei.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Osh em 05.04.14 17:40

Matthew aguardava parado com as mãos no bolso, a encarar o relógio de pendulo em sua sala. Logo eles estariam ali. Tomara que não fizessem novos buracos em sua mansão.
Não demorava para os lacaios de Doom chegarem. 3 robôs com sua própria aparência surgiam pelo mesmo buraco que o dispositivo havia feito. Matthew continua no mesmo lugar conforme eles entram anunciando sua própria chegada, analisando aquelas maquinas.

"Von Doom não esconde mesmo sua excentricidade narcisista. Robôs com sua própria aparência? Ele quer se comparar a deus?" - Matthew tira as mãos do bolso e cruza em frente ao peito.

- Como assim me render? Quem ele acha que eu sou? E quanto a vir a vida, eu nunca me senti tão vivo! Sou virtualmente imortal!

Matthew poderia tentar a sorte e destruir os robôs, mas isso traria mais deles. E então sua mansão poderia não suportar.

- Vamos fazer assim. Eu vou acompanhar vocês, mas não vou me render, e muito menos servir esse cara de lata.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Ciano em 06.04.14 2:28

Quando abri a porta pude ver as tropas de Doom sobreando o Helicarrier. Robôs estavam sobre naves. Antes de atravessar a porta voltei correndo pelo corredor e encontrei uma sala, cheia de tranqueiras. Corri mais um pouco e achei um banheiro. “Isso!”.  Às pressas abri a torneira da pia, apertei a descarga do vaso, e liguei o chuveiro. Após fazer tudo isso, concentrei-me nos fluxos de água e os aumentei com grande intensidade. A torneira da pia não suportou e foi lançada do seu lugar com a força e pôde sair mais água pelo buraco que ficou.  Após estourar tudo por ali, manipulei toda aquela água, aproximadamente uns 300 litros, e saí correndo na direção da porta que dava acesso à parte externa. Fiquei na porta, tentando espiar. Então escutei:
- Entregue-se Ciano e pouparei a vida dos agentes, caso contrário prepare-se para ver um verdadeiro massacre.

Confesso que senti um pouco de frio na barriga.
De repente uma nave despencou com intensa velocidade estilhaçando-se com força no chão e em seguida um raio a atingiu. Eu até me assustei. Então vi um sujeito com um martelo na mão voando atrás de outra nave, era Thor. As tropas então começaram a atacar pra valer. "Não, não, não, não, não, não!". Saí correndo em campo aberto e agarrei uma nave que sobrevoava baixo com um tentáculo de água puxando-a para baixo, a fim de a acertar numa quina onde ela bateria e despencaria para fora do Helicarrier. Então escutei uma forte explosão, fumaça saía de duas turbinas da base da shield, que começou a perder altitude. Reaproveitando a água que ataquei a nave, envolvi meu corpo com ela e corri na direção de três robôs que lutavam com agentes da Shield. Ataquei-os com golpes extremamente agressivos e letais que eu tinha conhecimento.


Habilidades utilizadas:
• “Hidrocinese”: Neste nível o usuário tem maior controle de água, podendo controlar e manipular até 3.000 litros de água, criando formas de ataque, proteção e transporte. Podendo manipulá-la na forma líquida, como bem entender.
• “Upgrade aquático”: Usuário, ao estar envolto por água, seja propositalmente, em um oceano, piscina ou algum local inundado, ganha +3 de agilidade para se esquivar de um ataque, e obtém +2 de dano ao desferir golpes com o corpo envolto de água. (Bônus de habilidade pode ser utilizado 1 vez a cada 3 turnos).
• *Perícias em Kyusho Jitsu e Tai Chi Chuan.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Haymon Derrier em 06.04.14 13:32



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Algumas vezes alguns mutantes vaziam cada graça, Victor querendo dominar o mundo? Ser o chefe de tudo e fazer de todos nos seus servos? Ou poderia dizer meros peões?

Três robôs surgiram ao longe atacando a academia, deveria deixa-los destruir ou atacar? De fato uma boa briga não faria mal, principalmente atacar o local em que me acolheu, mesmo não gostando muito dali. Todas as armas estavam armadas atirando para tudo que era lado, de fato ele havia pensando em tudo.

Correndo rapidamente, sincronizando as habilidades de um louva-deus esquivando-me de todos os ataques que os robôs e armas lançavam, seguida por uma sincronização de um leão, utilizando a força para arrancar a cabeça de um robô que se encontrava a 25metros de distância de mim, utilizando sua cabeça para acertar as armas que atacavam os jovens.
-Que covardia, Victor... Atacar jovens com seus robôs poderia ter sido mais educado. Dando um sorriso esnobe, pegando na perna do robô com a face de Doom, rodando-o rapidamente jogando-o contra outro, causando uma explosão em que vários foram lançados para longe.

-Eu irei, mas não irei me render, não sei o que poderá me esperar nesse seu... Como posso dizer... Seu novo MUNDO? Talvez assim, como você falou. Falava de modo bem seguro, sabendo que o mesmo poderia está escutando. Sentando-me em uma pedra, vendo os outros destruírem o terceiro robô.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Convidado em 08.04.14 19:22





Place: Academia X.
When: 08/04/14.

Wearing:
Ready to fight.

With:
Other students.

Where:
Outside the academy.

Feeling:
Nervous and anxious.

I wanna shoot something!




 Mais um dia comum na Academia X. Eu acordei cedo, saí para correr. Após algumas voltar no terreno, voltei para o dormitório, tomei um banho, peguei meus equipamentos e voltei para minha rotina de treinamentos.

Armas são proibidas por aqui, então o que me restou foi convencer os professores de que meu arco seria inofensivo aos outros estudantes e de que era realmente essencial que eu pudesse treinar utilizando-o, afinal, não tenho habilidades mutantes extensas, como a maioria dos outros alunos, dependendo exclusivamente de armas. Sendo assim, como eu treinaria sem minha arma principal, certo?

De qualquer forma, lá estava eu, treinando minha pontaria. Alguns dos outros alunos já tinham acordado, mas a maioria continuava dentro da mansão. Afastei minha franja do rosto, droga, esqueci de trazer um prendedor... Fixei minha mira em uma das marcações que estavam estrategicamente posicionadas nas árvores, às distâncias exatas de 60, 80 e 100 jardas do ponto onde eu estava.

O clima estava surpreendentemente agradável, já que estamos na primavera, como era visível pelo excesso de cor por toda parte, com as flores e até mesmo o verde das árvores. Respirei fundo, sentindo o ar inflar meus pulmões e então soltei-o, exalando rapidamente. Fechei os olhos por um segundo, a corda do arco ainda esticada ao máximo, minha postura irresoluta. Deixei-me ouvir todos os sons ao redor, o vento soprando, o falatório de dentro da mansão, até mesmo os pássaros, que cantavam alegremente naquela manhã.

Abri os olhos, desconsiderando todos os sons, concentrando-me apenas em meu objetivo: Acertar o alvo. Lentamente deslizei meus dedos pelo rêmige e soltei subitamente, quando ouvi um galho quebrando, atrás de mim. A flecha irrompeu no ar, assoviando. Me virei bruscamente, já sacando outra flecha e preparando outro tiro, mas não havia ninguém ali. Apenas eu, o farfalhar das folhas e minha paranoia.

Suspirei, abaixando o arco e folgando a corda. Virei para ver onde diabos eu atirei. A exatas 100 jardas dali, estava minha flecha posicionada a centímetros do centro de um dos alvos desenhados nos troncos das árvores. Xinguei internamente, amaldiçoando o que quer que tenha me chamado atenção, atrapalhando meu tiro. Já estava ali fazia um bom tempo, o que era visível pela quantidade de flechas cravadas nos diversos troncos, a distâncias diferentes. Decidi dar o fora dali, afinal, o dia estava só começando, não posso deixar meu perfeccionismo arruinar tudo.

Recolhi as flechas que permaneciam boas, guardando-as na aljava adaptada, que as separava de acordo com seus tipos de ponta, todas sinalizadas de acordo com a cor de seus rêmiges. Dei meia volta e voltei para a "civilização", cumprimentando alguns alunos que pareciam se divertir no pátio. Me aproximando de uma das janelas do instituto, ouvi varias vozes um tanto surpresas, abri a janela, que estava entre-aberta e subi no parapeito da mesma, sentando-me.

Era um dos salões principais da academia, o que explicava a quantidade de alunos e professores misturados, todos olhando na direção do projetos holográfico, de onde uma figura imponente, vestindo uma espécie de armadura metálica com uma túnica e um capuz verde por cima, surgia.

Ele começou a falar, gesticulando de forma a atrair a atenção de todos de qualquer jeito, talvez fosse a voz estranha, sintética, ou a intonação dele, não tenho ideia. Sei que eu tive arrepios ao perceber de quem se tratava, Dr. Doom.

- Esta mensagem tem como alvo mutantes e outros seres dotados de algum tipo de poder. - Desviei o olhar, pensando nas experiências horríveis que sofri e no resultado delas. Se eu não estivesse usando uma luva especial para tiro de arco e flecha, provavelmente teria rasgado meu próprio braço, com as unhas. O que não me impediu de apertá-lo até que ficasse vermelho. - Sei onde vocês vivem, onde se escondem. Conheço os seus familiares. Em resumo, sei muito sobre vocês. - Ele fez uma pausa dramática, eu quase podia sentir o olhar frio dele nos encarando, mesmo tratando-se de um holograma.

- Vocês são os únicos que possuem alguma capacidade superior aos demais mortais, os únicos que poderiam pensar em oferecer alguma resistência a mim. Porém será inútil lutarem contra mim, sendo perdas desnecessárias... - Novamente uma pausa, quem sabe para que pensássemos a respeito disso, ou talvez fosse apenas para assegurar-se que entendemos o recado. - Agora vou direto ao ponto, irei governar este mundo e torna-lo um lugar melhor, irei colocar em cada um de vocês isto.

Com isso, levantou o braço esquerdo, onde segurava uma fina pulseira metálica, que parecia inofensiva à primeira vista.

- Ela garantirá que nenhum de vocês usem os seus poderes para ir contra a minha vontade, podendo usar apenas para outros fins. Os que se opuserem a isto serão severamente punidos. Aos descrentes, saibam que possuo amostras de cada um de vocês, para garantir que ela vá funcionar com todos, estas foram colhidas ontem. - Assim que ele mencionou, instintivamente toquei meu antebraço. Ontem eu havia sofrido um corte grave durante um treinamento com outros alunos. É obvio que ele não demorou a cicatrizar e em questão de horas já não era mais visível, mas mesmo assim, teria sido mais que suficiente para colher uma amostra, principalmente pra alguém com tantos recursos.

- As minhas tropas estarão se dirigindo aos seus locais para levar os que pretendem se render e eliminar os opositores. Vocês possuem 1 hora, a partir de agora. - Ele nem precisou terminar a frase e muitos dos alunos já estavam correndo pelos corredores do instituto todo, professores tentando acalmá-los. Outros mais corajosos, ouviam as instruções e se preparavam para o combate. Sophie, que agora percebi estar no salão, lançou um olhar aflito para mim.

Pulei a janela e me juntei a ela e aos outros. O uso de armas foi liberado, então depois das instruções eu teria que correr até os cofres do instituto, para buscar minha Hammerli M280, que por ser leve e fácil de manejar, feita sob medida para mim, seria muito útil caso o meu arco não fosse o suficiente para parar os inimigos, o que não acho provavel.

Eu e Sophie guiamos alguns dos alunos mais inexperientes até a Sala de perigo, com a ajuda de alguns colegas. Os professores nos instruíram a formar pequenos grupos e nos espalharmos pela mansão, e foi o que fizemos, cinco de nós nos dirigindo para a entrada principal, acompanhados por um dos professores. Tirei uma flecha explosiva da minha aljava e ativei-a, girando o rêmige, uma luz púrpura piscando perto de sua ponta. Com o arco ainda abaixado, eu puxei a corda, dando o máximo de mim para manter-se calma e alerta. Não sei como Doom pretende anular meus dons, já que não são de origem mutante, mas tenho certeza que não estou nem um pouco afim de descobrir.



Same ol' war

I've been fighting the same old war
Against a disease without a cure
Been holding on for so long

I've been a wishing upon a star
As my universe falls apart
I feel so far from the sky
As my dreams are floating by

And thay say it's a battle that can't be won
We need our knives. We need our guns

Should I run away and change my name?
Or should I stay and fight through the night?
And never close my eyes
I'll never close my eyes
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Anne Hunterfox em 08.04.14 22:49

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Medo, era isso o que eu estava sentindo, eu não sabia o que poderia acontecer, Lilyfox e as garotas se aproximaram de mim, elas estavam furiosas e pareciam que não deixariam isso assim tão fácil. Olhei para Lilyfox e balancei a cabeça negativamente, estava com medo do que estava por vir. Lilyfox me olhou e abriu um sorriso - Anne, não podemos te deixar sozinha, você sabe que é perigo... - Antes que ela pudesse terminar de falar as tropas de Victor se aproximaram, todos pareciam com ele, mas dava para saber que nenhum deles era o real Victor, um deles deu um passo para frente e disse - Rendam-se Shadow Lady's, e nenhuma de vocês irá ser ferida.

Olhei para Lilyfox e ela parecia ficar mais brava ainda, minhas emoções se perderam dentro de mim e meu Etwahl se invocou, ele mudou sua forma e seu tamanho, agora ele estava dourado e na minha frente, fechei meus olhos e tentei respirar, até escutar o que ele dizia novamente - Não ouse me trair, recue e será poupada! - Abri meus olhos e percebi que ele falava isso para mim, meus olhos se arregalaram e todas pareciam ficar confusas. - Como assim Anne? - Lilyfox olhava para mim com a expressão confusa, meu coração bateu mais forte e me senti perdida novamente.

- Ultimo aviso! Rendam-se e façam parte de minhas tropas. - Ele dizia novamente e percebi que todos estavam com as mãos direcionadas a nós. - Nunca iremos nos juntar a vocês! - Lilyfox disse furiosa, olhei para ela e percebi seu corpo querer tomar a forma de raposa, coloquei minha mão em seu ombro e logo comecei a tocar meu Etwahl, manipulando o som e levando a mente de todos."Ninguém vai machucar ninguém, as Shadow Lady's não existem mais, a única que tem que ir com vocês sou eu, elas não fazem parte de nada!" me aproximei deles e as deixei para trás, Lilyfox ia se aproximar, mas novamente manipulei o som até sua mente "Não precisa, fique ai, eu cuido do resto, prometo." agora era só esperar para ver o que eles queriam comigo, o que Victor queria comigo...






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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Victor von Doom em 09.04.14 0:25

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Mansão dos Carrascos

Sarah fazia a sua escolha, aceitando o papel de mover peões em vez de ser uma deles. A sua ultima pergunta sobre a roupa deixava os robôs em silencio por alguns segundos, até que um se pronunciava. - Certamente Srª. Sarah Praskovya, não deixaria uma de minhas aliadas sem roupas adequadas para tamanho posto. Tem o seu tempo para se vestir, temos algo a tratar.

O tempo se passava até Sarah estar pronta, ela então era conduzida para o lado de fora da Mansão dos Carrascos e lá se deparava com uma grande tropa do Doom, fortemente armada ao redor do lugar, era o suficiente para pulverizar a Mansão caso as coisas fugissem do controle. Entre as tropas estavam algumas naves, Sarah era direcionada a uma das naves, um dos robôs falava - O seu transporte General Sarah Praskovya, estaremos rumando para a S.H.I.E.L.D., eles são uma resistência e possivelmente serão reforçados por alguns Vingadores... De acordo com minhas pesquisas eles não iram se entregar, então iremos os eliminar e fazer os sobreviventes de prisioneiros. Entretanto se realmente se renderem levaremos todos, serviram de alicerce para o novo mundo - Tratava-se de uma nave de guerra, um pouco larga por ter espaço para 6 passageiros de forma confortável, além de uma mesa equipada com projetores holográficos ideais para estrategias.

Uma vez dentro do local a nave partia e ia rumo a S.H.I.E.L.D., enquanto viajava Sarah estava livre para ver as tropas a sua disposição e para ver o navio voador da S.H.I.E.L.D.... Após algum tempo de voo, Sarah via o inicio do combate, vendo no holograma Ciano se negando a oferta generosa de Doom, e revidando ataques contra a tropa de Doom, junto aos agentes.

Sarah e as tropas que a acompanhavam era o reforço, a disposição dela haviam 11 naves. X309 a maior e mais protegida ao qual ela tinha entrado em pleno voo, ela tinha o dobro do tamanho do jato dos X-men, era fortemente equipada com campos de força e outros sistemas de defesa, além de armamento a curto alcance. Cinco X978 eram um pouco menores que F15, eram rápidas e frágeis, davam longas rajadas de laser. Três X464 eram tão grandes como a nave dos x-men, possuíam boa defesa e bom ataque, armadas com laser e misseis. Duas X568 eram do tamanho de F15, eram armadas com quatro metralhadoras .50 e possuíam uma defesa mediana. Além das naves existiam dez planadores, cada um equipado com três robôs e uma arma laser de curto alcance.

As naves eram inteligentes, podiam se controlar sozinhas, assim como os robôs, entretanto Sarah poderia comandar até 4 ações das naves ou planadores (entre movimento e ataque ou movimento e defesa), simultaneamente, usando o holograma e sua inteligencia vasta. Devido a inteligencia dela as ações das naves comandadas por ela seriam mais eficazes do que usadas pela I.A..

Seu inimigo era Thor que destruía junto com Ciano as ultimas naves das Tropas de Doom que já estavam lá antes de Sarah chegar, além dos agentes. Dava para notar alguns cantos avariados do navio, ele até estava perdendo altitude a pouco tempo atrás, porem já tinha parado de descer, parecia que tinham recuperado as turbinas danificadas. Além de Ciano e Thor, havia os agentes da Shield espalhados pelo navio, armados e experientes, além de 4 poderosos canhões que estavam sendo direcionados para as naves e 2 canhões menores de tiro rápido.

(ler S.H.I.E.L.D. e o post do Ciano se houver)

Mansão do Matthew

A resposta de Osh não era a esperada, porém Doom sempre estava pronto para tudo... Um dos robôs de Doom falava - Tudo bem Matthew, 30 segundos para toda sua mansão ir para os ares e em seguida extinguir o restante de sua essência. Tem armamentos o suficiente apontados para a sua Mansão para reduzir um quarteirão inteiro a nada. A sua única esperança será a pulseira que foi preparada para você, que por sinal posso acabar com a sua ligação com ela a qualquer momento... - O robô andava até Osh, até ficar a pouco menos de 1 metro dele e continuava a falar -  Sr. Matthew, não me subestime, não só manipulo com excelência a tecnologia, a magia também faz parte do meu domínio, não és invulnerável ou imortal para mim... Porém devido a sua falta de conhecimento sobre minhas capacidades, eu irei lhe dar essa ultima chance, 30... 29... 28... - O robô estendia a pulseira metálica para Oshi... A contagem só pararia se ele coloca-se no braço a pulseira, que por sinal era magicamente tratada para ficar até mesmo no braço de um fantasma. - Vamos Sr. Matthew, não seja tolo... 14... 13... - Cinco misseis de anti-matéria começavam a voar em direção a mansão, eles seriam parados com a utilização da pulseira, caso contrario iriam continuar.

(não descreva o momento 0, caso não se renda, fica por minha conta)

S.H.I.E.L.D.

Ciano e os agentes da Shield lutavam bravamente contra as tropas de Doom, além de Thor que chegará logo em seguida, o Deus do trovão era realmente poderoso, tão forte que desequilibrava aquele combate. A "guerra" durava cerca de meia hora, até as tropas serem totalmente destruídas, porém os mocinhos também tiveram perdas, alguns agentes estavam mortos e o navio tinha sofrido algumas avarias, mas estavam bem, quase comemorando a vitoria, até que ao horizonte foi avistada mais tropas de Doom, bem maior que a primeira tropa e com naves mais intimidadoras em vez de apenas planadores.

Os agentes viam no horizonte a chegada do inimigo e escutavam a voz de Fury - Agentes, iremos por o máximo de naves a baixo, até que o restante dos vingadores cheguem aqui! Abram fogo! - Os canhões mais poderosos do navio estavam direcionado para as naves e quase prontos para atirar, os menores eram rapidamente ocupados por agentes. Será que ainda era tempo de Ciano se entregar? Mas não era só isso que estava em questão agora, tinha Thor e Fury que poderia tentar intervir em qualquer decisão ali, sem esquecer que o Deus do trovão provavelmente também estava na mira de Doom, por ter poderes descomunais.

(ler Mansão dos Carrascos e o post da Sarah se houver)

Instituto S

Haymon decidia não arriscar, ele preferia lutar do que tentar a sorte no novo mundo de Doom, alguns outros pensavam da mesma forma, entretanto algo poderia mudar aquilo.

No céu começavam a surgir sentinelas...

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Não era exagero falar que sentinelas eram os piores inimigos dos mutantes, eram armas inteligentes e altamente armadas para destruir e capturar mutantes. Três delas pousavam na grama e as torres sessavam os tiros, logo atrás dela um ultimo robô ou o próprio Doom, falava - Vocês não possuem esperança, rendam-se! -  Quando Doom falava isso um dos mutantes dava um passo a frente, este se intitulava o homem titânio, parecia ser invulnerável, fazia parte dos alunos que estavam para se formar.

O homem titânio falava - Até parece que três sentinelas e um robô ira conseguir nos levar -  Ele ria com ironia - Escute aqui seu... - Antes de terminar de falar, uma linha metálica voava na direção do homem titanio e se prendia no braço dele, parecia ser a pulseira que foi mostrada nos hologramas e tvs. O homem titanio olhava para o braço e ria - Eu sou imune! - Um dos sentinelas disparava um raio duplo com os olhos na direção dele, varando o corpo dele como papel, ele então caia no chão morto. Nesse momento batia o desespero entre os alunos e até em alguns professores, uns já se ajoelhavam se rendendo, outros furiosos atacavam com tudo as sentinelas, e um terceiro grupo tentava fugir correndo e usando os seus poderes.

Alem das três sentinelas e o Doombot, existiam quatro torres disparando no gramado contra os mutantes. Além dos disparos um carro saia quebrando a porta da garagem fugindo em alta velocidade, um dos tripulantes abria a porta traseira para quem quisesse entrar, porém seria difícil. (se for entrar não afirme que conseguiu).

Academia X

Toda academia era fechada por grades e portões de alta resistência, sem falar nas armas automáticas que surgiam no seu teto e na grama do lado de fora, o que transformava a Academia em uma verdadeira fortaleza. A maioria dos alunos e até mesmo professores estavam inquietos, aguardando o momento do combate, porém um longo silencio pairava por ali... O tempo ia passando até o horário anunciado.

Um dos professores que estava no time da Susan, falava - Posicionem-se - Ele indicava posições estratégicas para cada um, não queria que todos fossem eliminados com uma única explosão. O nome do professor era Cranos, um homem com 47 anos, capas de dar vida a objetos inanimados.

Dez minutos se passavam, e nenhum ataque ocorria a Academia X, todos ficavam mais inquietos com aquilo... Mais 10 minutos se passavam...

8:43

Uma das telepatas da Academia entrava em contato com todos - Não há qualquer ser estranho dentro da academia, muito menos lá fora, até onde as imagens de satélite e nossos sensores puderam detectar... Parece que tudo passou de um blefe. Todos professores, se dirijam até a sala de reuniões, quanto aos alunos mantenham suas posições.  

Após a ordem ser dada, Cranos olhava para Faith e os demais e falava - Mantenham suas posições... Faith você é nova aqui, mas tem uma boa percepção da situação, por isso quero que assuma em minha ausência. - Cranos já havia dado algumas aulas de combate estratégico para Faith e sabia bem que um ou uma arqueira costumavam ter uma boa visão da situação, além de um bom controle o que era exigido para se usar um arco. Cranos retirava-se.

Lar das Shadow Lady's

Era o fim das Shadow Lady's, pelo menos era isso que Anne anunciava... Ela queria se entregar em troca de suas companheiras, entretanto até que ponto Doom ficaria satisfeito com essa troca? Levar alguém que não era uma ameaça para ele e deixar todas as outras que poderiam se voltar contra ele... Não era uma troca boa. O Doombot avançava um passo esticava a mão com uma das pulseiras para Anne e falava - Use-a agora  e pensarei na sua oferta... Caso contrario eliminarei todas aqui, transformando esse lugar no cemitério das que um dia se autoproclamaram de Shadow Lad's. -   As armas dos robôs começavam emitir um barulho, como se estivessem preparando para dispararem a qualquer instante contra todas elas.

O Doombot ou próprio Doutor Doom, que estava a frente com a pulseira chegava até Anne entregando a pulseira a ela e acariciava o rosto dela falando - Salve suas amigas, use isto ou serei obrigado a eliminar todas, inclusive você - Era uma decisão pesada para Anne, não sabia ao certo o que aconteceria ao colocar a pulseira e além disso estava sem tempo, os Doombots estavam prontos para atirar se ela recusa-se por a pulseira...



Regras,




- NÃO HÁ ORDEM DE POSTAGEM

- A PARTIR DE AGORA, ESTA VALENDO AS REGRAS DE COMBATE. Nada de afirmar que acertaram alguém e sempre que usarem um poder postem o poder.

- Os npcs e cenário serão controlado pelo narrador, no máximo façam algumas falas deles e coisas sutis.

- Pulseira, uma vez colocada não se pode afirmar que conseguiu a retirar, se quiser tentar deverá esperar a postagem do narrador para ver se conseguiu.



Última edição por Victor von Doom em 12.04.14 22:55, editado 7 vez(es)
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Osh em 10.04.14 17:46

Matthew se surpreendeu com o apresentado. Explodir? a mansão dele? Aquilo fez um bloco de gelo descer pela garganta, mas não de medo, e sim de raiva. E é com um rosnado que escapa entre os dentes pressionados que escapa a resposta:

- Se você arrancar um prego da minha mansão...

O robô se aproximava com a pulseira em mãos, estendendo-a para Matthew. Ele pensou nas alternativas. Ele poderia tentar ligar-se ao robô, mas não seria tão rápido. Levaria longos minutos, que ele não dispunha. E mesmo assim, aquela descartável pilha de sucada não escaparia da (argh) explosão de sua mansão. O tempo corria, e ele não tinha muito tempo para pensar. Doom estava certo. Matthew não sabia do que ele era capaz. O robô ainda soa a voz uma última vez, dizendo para não ser tolo. Matthew range os dentes ao pressiona-los com mais força.
Ele pega a pulseira com uma das mãos, olha para o robô ainda pensando nas alternativas.

...

>clic<

O som da pulseira fechando ao redor do pulso do Matthew soou como a maior das derrotas. Mas ele não podia permitir que tocassem em sua querida moradia. Sua moto ainda estava lá, dentro da garagem...
O gosto amargo estava claro em sua voz.

- Vamos logo.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Anne Hunterfox em 11.04.14 20:45

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Talvez desse certo, talvez eu conseguiria deixar elas de fora disso, não tinham culpa de nada, nem sabiam o que estava acontecendo, mas pra falar a verdade nem eu sabia o que estava acontecendo, estava assustada com a situação, mas acho que Victor não tentaria me machucar.

O Robo Doom se aproximava e levantava sua mão, ele segurava uma pulseira e logo dizia. - Use-a agora  e pensarei na sua oferta... Caso contrario eliminarei todas aqui, transformando esse lugar no cemitério das que um dia se autoproclamaram de Shadow Lad's. - Não tinha como recusar, não tinha o que fazer, engoli em seco, os outros robôs começavam a emitir um barulho estranho, provavelmente era a arma deles.

O robô Doom, que era muito parecido com o Victor se aproximou de mim e me entregou a pulseira, logo senti sua mão coberta da armadura tocar meu rosto, senti ele queimar e logo avermelhar e meu coração acelerar, mas algo fez ele paralisar por um momento. - Salve suas amigas, use isto ou serei obrigado a eliminar todas, inclusive você. - As palavras do Doombot me deixaram sem reação "Victor nunca me falaria isso! Ou será que estou iludida demais com tudo?"

- NÃO ANNE! - Lilyfox gritou e correu em direção em que eu e o Doombot estávamos, prendi minha respiração rapidamente pelo panico, eles iriam atirar, rapidamente coloquei a pulseira e me virei para Lilyfox, toquei uma melodia com velocidade em meu Etwahl enquanto me aproximava de Lilyfox, uma Aura se criou em volta de nós duas e eu a abracei e logo manipulei o som até sua mente "Já disse para não se preocupar, eu vou ficar bem, mas se continuar assim, vamos morrer." definitivamente não sabia o que iria acontecer, eu apenas a abraçava protegendo nosso corpo, como se fosse a ultima vez.


_________________Poderes

“Grande aura”: Pode concentrar seu poder e criar uma grande aura, capaz de proteger seu corpo e de mais um aliado, gerando uma defesa com +4 de defesa. Habilidade possível 1 vez a cada 5 turnos.






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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Haymon Derrier em 12.04.14 22:38



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De fato aquilo não foi nada bom. De repente três sentinelas apareceram atacando tudo, alguns mutantes entraram em desespero e outros começaram a atacar e acabaram sendo mortos. Dei um sorriso. –Victor, Victor. Que bons tu estes, usando sentinelas contra outros mutantes?! Vai ser o jeito... Não gostava de nenhuma ideia de me render, mas ao ver que as sentinelas estavam matando aqueles que o desafiavam me senti calmo demais. Suspirando, olhando para as grandes máquinas.
Comecei a andar lentamente, ajeitando minha jaqueta a cada passo, olhando para os outros mutantes que me olhavam incrédulos.

Alguns professores gritavam para não seguir aquele caminho. Mas de fato eu não iria seguir, mas não queria ser morto e ficar no meio deles como simples cadáveres. Queria buscar o poder maior, a ambição era a maior de minhas proezas.

-Victor, eu irei com seus... Como posso dizer, bichinhos. Sorrindo em seguida. –Mas lembre-se, não serei apenas um peão como queres. Vendo que um bracelete era jogado em meu pulso prendendo-se rapidamente. Não gostava nada daquilo, era como se eu estivesse sendo algemado. Iria entrar para esse “novo mundo” de Victor que ele tanto prezava, não ligava para opiniões dos demais, pois eu as considerava apenas simples pedras pequeninas que devem ser jogadas longe de tudo. Assim como os humanos, que nunca gostei muito, vê-los caindo seria algo cativante. E também fazer aquilo, faria com que o instituto S fosse salvo, e ninguém mais fosse ferido.
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Ciano em 13.04.14 22:44

Eu, Thor e os agentes lutamos contra aquela tropa de robôs e pequenas naves, durou aproximadamente meia hora a batalha. Infelizmente alguns agentes morreram e outros ficaram inconscientes. Eu até fui tentar ajudar alguns com poderes de cura mas não tive muito tempo. Um breve silêncio tomou conta de tudo. Thor flutuava a uns 20 metros de distância de mim. Até que eu escutamos um agente gritar que vinha outra tropa. A voz do Coronel Fury ecoou por toda a grande nave:
- Agentes, iremos por o máximo de naves abaixo, até que o restante dos vingadores cheguem aqui! Abram fogo!

Vários agentes começaram a correr e canhões se direcionaram para a tropa que vinha ao longe. Alguns agentes ocupavam outros canhões menores. Então eles começaram a atirar. Me preparei para o combate. Fui até uma extremidade do Helicarrier e me concentrei no mar abaixo de nós. Tínhamos perdido altitude recentemente, não estávamos tão alto. Puxei o máximo de água que consegui (3.000 L) na minha direção. Primeiro, uma semi-esfera se formou no mar e então uma chuva veio em minha direção. Enfim, manipulei aquele grande volume de água e fui para a provável “zona de combate”. Manipulei a água ao redor de mim fazendo-a ganhar um formato de um grande anel. Aquilo certamente não seria suficiente. Então chamei atenção de Thor.
-Ei, Thor, você poderia, por favor, invocar uma chuva com seus poderes? É que... Bom... isso aqui não vai dar pro gasto... Olhei para a água que eu controlava dando uma risadinha.

Depois disso, coloquei toda a água em minha frente, pressionando-a (como se fosse um músculo do meu corpo, o que aumentaria sua densidade, assim suportando maiores impactos) para me proteger caso alguma nave me atacasse. Elas se aproximavam.

Ações:

1 - Manipular a água para perto > “Hidrocinese”: Neste nível o usuário tem maior controle de água, podendo controlar e manipular até 3.000 litros de água, criando formas de ataque, proteção e transporte. Podendo manipulá-la na forma líquida, como bem entender.

2 - Grande escudo preventivo >  “Escudo”: Com a devida manipulação da água, é possível a criação de um escudo que bloqueia qualquer tipo de ataque físico, que impede que qualquer coisa fora do escudo adentre o mesmo. É como se a água fizesse parte do corpo do hidrocinético, envolvendo numa espécie de "capa aquática", protegendo-o. "Na verdade o resultado, nesse post, foi mais como um escudo mesmo, e não como uma capa rsrsrs". Pode obter + 3 de defesa ao ser gerado e pode proteger até dois aliados juntos dele. (Bônus de habilidade pode ser utilizado 1 vez a cada 2 turnos).

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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

Mensagem por Sarah Praskovya em 17.04.14 11:57

Que gentileza. Sorrir subindo as escadas em direção ao meu quarto. Olhei sobre os ombros verificando se estavam me seguindo. Nada. Tirei o roupão num puxão raivoso enquanto minha mente trabalhava nas próprias jogadas. Pulseira controladora, checado. Dominação do mundo, em andamento. Plano de desastres, colhendo dados. Abrir a última gaveta pegando uma nova muda de roupa; casaco de couro preto, camiseta preta, jeans preta com detalhes desbotados nos joelhos, e botas de cano curto, perfeitas para se movimentar. Terminando, retrair a gaveta falsa. Minhas facas reluziram com a luz da manhã empoeirada. Apanhei duas delas e as coloquei por baixo da camiseta e jaqueta. Crisparam minha pele geladas.

Minha saída fora mais dramática. Diversas naves rondavam a Mansão, ziguezagueavam no ar feito libélulas de metal horrorosas sem asas. Tive que morder os lábios para não rir. Doom não mandara apenas seus robozinhos, mas uma tropa inteira. Quase tirou um suspiro de mim Doom. Direcionei-me à nave menor e, logo que os portões fecharam um dos Doombôs começara falar.

– O seu transporte General Sarah Praskovya, estaremos rumando para a S.H.I.E.L.D, eles são uma resistência e possivelmente serão reforçados por alguns Vingadores... De acordo com minhas pesquisas eles não iram se entregar, então iremos os eliminar e fazer os sobreviventes de prisioneiros. Entretanto se realmente se renderem levaremos todos, servirão de alicerce para o novo mundo.

General Sarah Praskovya. Sentir o gosto amargo na boca ao escutar repetidas vezes na mente. General Sarah, General Praskovya. O primeiro soava como uma brincadeira de mau gosto e o segundo ressoava a um velho barbudo, gordo nojento e Russo. Ambos horríveis. Maneei a cabeça suspirando. Enquanto rumava à S.H.I.E.L.D, tive a oportunidade de inspecionar a nave e a minha nova tropa. Tamborilava as unhas na mesa holográfica, ouvindo e vendo Ciano e os restantes do seu grupo negar-se a Doom. O sorriso institivamente repuxou no rosto. Corajoso ou Ingênuo? Tomava gosto pela guerra. Há coisa melhor em ver pessoas sofrendo, especialmente os heróis, e o mundo seguir um caminho de destruição sem mover uma peça? Reality Show, o meu favorito.

Um dos Doombôs autorizou para que eu desse ordens a quatro naves. Isso porque me tornei uma General? Rolei os olhos impaciente. Minha expressão mudara drasticamente enrijecendo os músculos faciais, meus olhos reluziam num intenso roxo. Postei-me com os braços e ombros relaxados na mesa holográfica com as novas imagens sobre a batalha. Era como jogar batalha naval, mas podia ver muito bem onde cada navio se encontrava.

– Duas naves em cima de Ciano – marquei as posições no holograma. Piscavam em pontos vermelhos. A primeira nave atacaria a curta distância, soltando bombas de fumaça ainda em movimento e sem perder tempo iria disparar contra o garoto. Em seguida a segunda nave manteria distância disparando após do contra ataque de Ciano e, logo estando em modo de defesa. Balancei a cabeça, devagar. Dancei o olhar no campo – A terceira nave cuidará de Thor, a mesma ação, porém atacará à distância e a qualquer movimento de mãos com aquela droga de martelo, desvie, não pare! – fitei a ultima nave esperando as minhas ordens. Sorrir. Marquei mais um ponto abaixo da Helicarrier – Faça o necessário para não ser notado e destrua as turbinas restantes.

Pulei para longe da mesa holográfica, empurrando um Doombô no caminho. Sentei na cadeira acolchoada ruidosamente puxando-me para frente do computador. Digitei e mudei alguns dados de lugar sem se importar do olhar fuzilante do robô de capa cafona às minhas costas. Respirei fundo, esperando o momento certo, quando uma das naves aproximasse de Ciano e Thor. Liguei o alto falante e estalei a língua repuxando o sotaque.

– Socorro! Alguém – ruídos e chiados – me salve – arfei, desesperada, segurando o choro e o soluço – alguém! Por favor, por favor! – engoli em seco – Não, não, não! – peguei o microfone jogando no chão e o esmagando-o. Fim da chamada.

O Doombô segurou meu pulso com força. A pulseira tintilou na mão metálica dele. Grunhi de dor, soltando aos poucos a risada frenética.

– Ai ai – arqueava ainda no papel. Franzir o cenho, mas não segurei por muito tempo – Acalme-se bobôzinho, faz parte do plano – disse cantarolando. Ele soltou meu pulso devagar, mas ainda receoso – Então, sabe a sequencia de abordagem? Essa é a distração. Não achei que deveria avisar minhas ações já que sou uma General agora – contornei-o voltando a mesa holográfica – Alguém pedindo ajuda, não deixa tudo mais emocionante? Vamos ver como eles vão agir.

Sabia qual seria minha próxima jogada, mas esperar como os heróis iriam agir deixava, sim, tudo mais emocionante. Engoli em seco. Estava ansiosa, e a cada movimento do corpo, as facas deslizavam frias e agitadas na pele. Vamos lá, sigam o roteiro, divirtam-me! Arqueei baixinho o riso contido.

AÇÕES:
NAVE 1 - Jogar bomba de fumaça e disparar contra Ciano.
NAVE 2 - Manter distância: Atacar Ciano e depois ficar em modo de defesa.
NAVE 3 - Atacar Thor à distância e depois ficar no modo de defesa.
NAVE 4 - Trabalhar sem ser notado, atacar as turbinas da Helicarrier.

ps: na próxima faço um texto melhor e desculpe o post grande. :3
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Sarah Praskovya
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Re: Doomwar - Capitulo 1 - A declaração

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